Entre janeiro de 2023 e agosto de 2025, patrimônio do instituto teve aumento superior a 80%, impulsionado por planejamento e controle financeiro
Porto Velho, RO – Em pouco mais de dois anos, o Fundo Previdenciário do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Estado de Rondônia (Iperon) praticamente dobrou de valor. O patrimônio, que em janeiro de 2023 era de R$ 3,55 bilhões, alcançou R$ 6,66 bilhões em agosto de 2025, resultado de medidas administrativas que priorizaram planejamento, integração entre setores e rigor na execução orçamentária.
De acordo com o governo estadual, o crescimento é reflexo de uma gestão que tem buscado unir transparência, eficiência e responsabilidade no uso dos recursos públicos. O modelo implantado consolidou o Iperon como referência nacional em governança previdenciária, após um período em que o instituto enfrentava desafios estruturais e de previsibilidade financeira.
O governador Marcos Rocha destacou que o desempenho do instituto representa o novo padrão de administração pública adotado em Rondônia. “Estamos construindo um estado que planeja, executa e entrega resultados, garantindo ao servidor a tranquilidade de saber que o futuro está protegido”, afirmou.
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O presidente do Iperon, Tiago Cordeiro, enfatizou que o equilíbrio previdenciário traz reflexos diretos para outras áreas do serviço público. “Uma previdência equilibrada tem como resultado mais saúde pública, educação e prestação de serviços sociais, e o estado de Rondônia tem de fato trabalhado dia após dia para transformar a nossa previdência social, como tem sido até aqui”, disse.
A expansão do fundo foi sustentada por uma estrutura administrativa voltada à integração entre governança, investimentos e controles internos, o que permitiu maior estabilidade e segurança nas decisões financeiras.
Para o diretor de Administração e Finanças, Delner do Carmo, o resultado é fruto de uma estratégia de longo prazo. “Crescimento real exige base sólida. Cada avanço do Iperon foi sustentado por responsabilidade, equilíbrio e decisões técnicas. A prioridade sempre foi garantir estabilidade e segurança para o futuro dos servidores”, explicou.
A atuação conjunta de equipes técnicas e a adoção de práticas baseadas em responsabilidade fiscal têm garantido não apenas o aumento dos recursos, mas também a consolidação de uma gestão previdenciária voltada à sustentabilidade e à proteção do servidor público.




