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ELEIÇÕES 2026
O que o líder do MBL faria com Rondônia se fosse eleito presidente da República

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Pré-candidato à Presidência da República pelo partido Missão responde quais unidades da federação interviria se ocupasse o Palácio do Planalto a partir de 2027

Por Vinicius Canova - domingo, 15/02/2026 - 15h05

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Porto Velho, RO – O pré-candidato à Presidência da República pelo partido Missão e líder do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, afirmou que Rondônia não seria alvo de intervenção federal em um eventual governo a partir de 2027. A declaração foi dada durante uma sequência de respostas em que ele comentou, estado por estado, quais unidades da federação exigiriam medidas mais duras da União.

Ao mencionar Rondônia, o pré-candidato afirmou, em primeira pessoa, que o estado “não precisa” de intervenção. Segundo ele, a avaliação se baseia no desempenho econômico local e na evolução da renda. “Rondônia não precisa. Por mais que até devesse ter um status de território, Rondônia vem vindo muito bem economicamente, subiu bastante sua renda per capita”, declarou.

A fala ocorreu dentro de um contexto mais amplo, no qual o dirigente do MBL foi questionado sobre a necessidade de intervenções federais em diferentes regiões do país. Em relação a outros estados, ele apresentou avaliações diversas, apontando necessidade de intervenção em alguns casos e descartando em outros, sempre associando os posicionamentos a indicadores como dependência de recursos federais, segurança pública e desempenho socioeconômico.

Nas demais respostas, o pré-candidato apresentou avaliações distintas sobre diferentes unidades da federação. Ele afirmou que faria intervenção em estados como Alagoas, Maranhão e Rio de Janeiro, associando as posições a problemas como dependência de recursos federais, indicadores sociais baixos e segurança pública. Em relação a Pernambuco, Minas Gerais e Santa Catarina, disse não ver necessidade de intervenção, embora tenha mencionado a necessidade de mudanças administrativas ou políticas. Também defendeu que Acre e Roraima deveriam voltar à condição de territórios federais, enquanto citou o Ceará como um estado que enfrenta avanço do crime organizado.

Renan Santos na pesquisa 100% Cidades/Futura

O instituto 100% Cidades/Futura divulgou na última terça-feira (10) pesquisa de intenções de voto para presidente da República nas eleições deste ano. O filho 01 de Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro (PL), e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparecem tecnicamente empatados nos quatro cenários estimulados. A sondagem trouxe ainda menções espontâneas, simulações de primeiro turno com diferentes composições e cenários de segundo turno, além do índice de rejeição. No levantamento espontâneo, Renan Santos (Missão) aparece com 0,3% das citações, enquanto nos cenários estimulados oscila entre 1,9% e 3,3%, a depender da configuração apresentada ao eleitor.

Metodologia: A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 3 e 7 de fevereiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa para presidente da República foi contratada pelo Futura Pesquisas e Assessorias Ltda. O nível de confiança é de 95%. Registro no TSE nº BR-02276/2026.

AUTOR: VINICIUS CANOVA (DRT 1066/RO) – LinkedIn





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