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SAÚDE E PREVENÇÃO
Mpox no Brasil soma 140 casos confirmados; Rondônia está entre os estados com maior incidência da doença

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Dados divulgados pelo portal Hermes Vissotto indicam ainda 9 casos prováveis, 539 suspeitos e ausência de óbitos; São Paulo concentra o maior número absoluto de registros

Por Vinicius Canova - terça-feira, 10/03/2026 - 09h47

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Porto Velho, RO – O monitoramento nacional da Mpox divulgado com situação atualizada em 9 de março de 2026 indica a existência de 140 casos confirmados da doença no Brasil. O levantamento também registra 9 casos classificados como prováveis e 539 suspeitos em investigação. De acordo com os dados apresentados pelo portal Hermes Vissotto, não há registro de óbitos associados à doença no país no período considerado.

Somando-se os casos confirmados e prováveis, o total nacional chega a 149 registros. A distribuição geográfica mostra concentração desigual entre as unidades da federação. O estado de São Paulo aparece com o maior número absoluto de ocorrências, contabilizando 93 casos. Em seguida surgem Rio de Janeiro, com 18 registros, e Minas Gerais e Rondônia, ambos com 11 ocorrências cada.

Outros estados também aparecem no levantamento com números menores. O Rio Grande do Norte registra 3 casos, assim como Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Paraná contabiliza 2 registros. Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Pará e Sergipe apresentam 1 caso cada. Diversas unidades da federação não registram ocorrências no período monitorado, entre elas Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Tocantins.

No caso específico de Rondônia, o painel nacional aponta 11 registros somando casos confirmados e prováveis. Os dados fazem parte do acompanhamento epidemiológico divulgado pelo portal Hermes Vissotto, que reúne informações sobre a evolução da doença no país.

O monitoramento também inclui orientações de prevenção. Entre as medidas recomendadas estão a higiene frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel 70%, a manutenção de ambientes ventilados e a limpeza de superfícies de contato comum. Também é recomendado evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que apresentem lesões na pele e não compartilhar objetos pessoais como toalhas, roupas de cama, talheres ou dispositivos eletrônicos.

Entre os primeiros sinais associados à doença estão lesões na pele que podem se manifestar como feridas, bolhas ou crostas em diferentes partes do corpo, incluindo face e região genital. O monitoramento também cita febre súbita acompanhada de calafrios, aumento de linfonodos no pescoço, axilas ou virilha, além de sintomas como dor de cabeça persistente, dores musculares e exaustão extrema.

Em situações de suspeita, a orientação é realizar isolamento imediato, evitar contato com outras pessoas da residência e procurar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde ou em uma Unidade de Pronto Atendimento. Recomenda-se o uso de máscara e a cobertura das lesões com roupas compridas ou gaze até a avaliação médica. O protocolo também orienta que pessoas com suspeita comuniquem indivíduos que tenham tido contato próximo nos dias anteriores e que evitem automedicação, aguardando orientação profissional para tratamento adequado.

Com informações de: Portal Hermes Vissotto

AUTOR: VINICIUS CANOVA (DRT 1066/RO) – LinkedIn





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