Gestão municipal apresenta iniciativas de bioeconomia, infraestrutura verde e cooperação internacional durante reuniões em Belém
Porto Velho, RO – O início da agenda do prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, na COP30 foi marcado por encontros com instituições ligadas a financiamento, inovação e cooperação internacional. As reuniões tiveram como eixo a apresentação de projetos da capital que combinam produção, preservação e estratégias de desenvolvimento sustentável. A projeção divulgada pela gestão municipal estabelece a captação de R$ 100 milhões até dezembro de 2026 destinados a ações de bioeconomia, regeneração urbana e inclusão produtiva.
Ainda no primeiro compromisso do dia, Moraes tratou com a Latimpacto de alternativas de investimento e de possíveis frentes de parceria voltadas ao Parque de Bioeconomia, iniciativa que pretende consolidar Porto Velho como referência em tecnologias e produtos associados à floresta amazônica. Durante a conversa, ele afirmou: “Estamos muito animados com o interesse das instituições internacionais. Porto Velho tem mostrado que é capaz de unir planejamento técnico com visão de futuro. As conversas estão avançando e temos recebido retornos extremamente positivos”.
A programação continuou com reunião com Francisco Maciel, representante da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) e da União Europeia. O diálogo abordou cooperação técnica e investimentos relacionados a infraestrutura verde e ações voltadas a cidades que trabalham com planejamento climático.
AS ÚLTIMAS OPINIÕES
Na Casa EY, o prefeito gravou um podcast com o Brazil Journal, em entrevista conduzida por Fabiane Stefano. Ele detalhou a estratégia municipal que combina produção econômica e recuperação ambiental no território de Porto Velho.
A etapa final da agenda ocorreu em encontro com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), dedicado a iniciativas de restauração florestal e soluções urbanas com potencial de financiamento externo. Sobre as tratativas, Moraes declarou: “O momento é mostrar que Porto Velho atua com planejamento e busca parceiros capazes de acelerar projetos sólidos. Queremos atrair investimento que gere trabalho, amplie a economia da floresta e fortaleça o papel da Amazônia”.
Com o portfólio de projetos apresentado em Belém e as negociações em andamento, a prefeitura busca ocupar posição estratégica na economia verde. A gestão estima captar R$ 100 milhões até 2026 para ações socioambientais. Em complemento a esse cenário, Moraes afirmou: “O que estamos fazendo é plantar as sementes de um novo ciclo de desenvolvimento. Um ciclo que respeita a floresta, gera emprego e valoriza o potencial do nosso povo. Porto Velho está pronta para liderar essa transformação”.




