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SÍNDROMES RESPIRATÓRIAS
Casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) em Porto Velho têm queda superior a 50% no início de 2026

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Comparação com o mesmo período do ano passado aponta redução expressiva nos registros de síndromes respiratórias graves na capital

Por Yan Simon - segunda-feira, 23/02/2026 - 10h49

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Porto Velho, RO – O volume de casos graves relacionados a síndromes respiratórias em Porto Velho apresentou recuo significativo no início de 2026, conforme dados consolidados pela rede municipal de saúde. Entre 1º de janeiro e 10 de fevereiro deste ano, foram contabilizados 65 registros de Síndrome Respiratória Aguda Grave, número inferior ao observado no mesmo intervalo de 2025.

A redução ultrapassa 50% quando comparada aos 135 casos registrados no período equivalente do ano anterior. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o cenário reflete um acompanhamento contínuo das ocorrências e a organização da rede assistencial no município.

De acordo com a prefeitura, o monitoramento das síndromes respiratórias segue sendo realizado de forma permanente, mesmo diante do aumento de notificações no estado vizinho do Acre. A administração municipal informa que a vigilância tem como objetivo garantir transparência dos dados e orientar corretamente a população.

O prefeito Léo Moraes avaliou que os números demonstram o trabalho integrado das equipes de saúde e indicam que as unidades estão estruturadas para atender a demanda. Ele afirmou que o resultado também está relacionado à capacidade de resposta da rede municipal no cuidado aos pacientes.

Na avaliação da secretária-adjunta da Semusa, Mariana Prado, o funcionamento das unidades sentinelas tem papel central no rastreamento dos vírus em circulação. Ela explicou que, apesar da proximidade geográfica e do fluxo de pessoas com o Acre, os agentes identificados em Porto Velho até o momento são vírus sazonais, comuns neste período do ano, o que afasta a necessidade de alarme generalizado e reforça apenas a adoção de cuidados preventivos.

O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, orientou que a procura pelas Unidades de Pronto Atendimento seja direcionada principalmente aos casos em que os sintomas se agravem. Segundo ele, quadros leves devem ser manejados com repouso, isolamento domiciliar e observância das medidas de etiqueta respiratória, de forma a preservar a capacidade de atendimento das UPAs para situações de urgência.

A Semusa destaca que sinais como dificuldade respiratória, febre alta persistente, cansaço intenso ou alterações na coloração de unhas e lábios indicam a necessidade de buscar atendimento imediato. A secretaria também reforça que a manutenção da vacinação contra Influenza e Covid-19, a higiene frequente das mãos, o uso de máscara por pessoas com sintomas gripais e o cuidado ao tossir ou espirrar são medidas fundamentais para conter a circulação de vírus e manter a tendência de queda nos registros.

Com informações de: Prefeitura de Porto Velho

AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO) – LinkedIn





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