Texto publicado no domingo, 22, reúne reflexões do senador sobre hábitos de saúde, rotinas preventivas e a forma como orientações sobre longevidade são apresentadas
Porto Velho, RO – O senador de Rondônia Confúcio Moura, do MDB, publicou no último domingo, 22, um texto em que discute recomendações recorrentes sobre como alcançar a longevidade, tomando como ponto de partida a repetição de orientações presentes em reportagens e guias de saúde. Logo no início, afirma: “Estou cansado de ler reportagens explicando como viver 100 anos em plena forma. É sempre o mesmo sermão, como se a humanidade inteira tivesse participado de uma reunião secreta e decidido repetir o roteiro.” Na sequência, descreve a lista de práticas frequentemente associadas ao envelhecimento saudável, mencionando alimentação considerada equilibrada, prática diária de exercícios físicos, metas de passos, musculação, sono regular e convivência social. Ao tratar das recomendações médicas, registra a presença de vacinas e restrições comportamentais, como evitar tabaco, álcool e determinados alimentos, acrescentando em tom literal: “Sério: desse jeito, é melhor morrer logo — só para escapar da lista.”
No desenvolvimento do texto, o senador aborda a dimensão mental e o impacto das tecnologias digitais, escrevendo que “E a saúde mental depois do celular e das redes sociais? O povo está ficando louco em velocidade 5G.” Ainda nesse contexto, menciona a exigência de leitura frequente e a soma de atividades cotidianas que, segundo ele, configurariam uma rotina extensa. Ao refletir sobre a ideia de equilíbrio, afirma que “A virtude está no meio, dizem. Nem muito, nem pouco. Só que o ‘meio’, hoje em dia, parece um lugar cada vez mais apertado.” Em outro trecho, destaca a inexistência de fórmula única para longevidade e descreve o conjunto de exigências como um pacote que inclui disciplina e renúncia.
O texto também enumera medidas de prevenção doméstica e acompanhamento médico, como adaptações na residência e realização periódica de exames, incluindo, conforme registra, “E, para os homens, o clássico toque retal — porque viver muito também exige coragem.” Ao sintetizar a percepção sobre a busca pela longevidade, escreve que “A verdade é que viver 100 anos virou um projeto de engenharia. Uma planilha. Um manual de instruções. Só faltam mandar imprimir um QR code na testa.” Na parte final, menciona aspectos relacionados ao prazer e à espontaneidade no cotidiano e conclui com a afirmação: “Porque, convenhamos: viver 100 anos sem graça nenhuma não parece grande negócio.”




