Visita técnica reuniu Ministério Público, órgãos ambientais e forças de segurança para análise das condições da unidade de conservação entre Porto Velho e Cujubim
Porto Velho, RO – A Estação Ecológica Soldado da Borracha, criada em 2018 pelo Governo de Rondônia, abrange cerca de 178 mil hectares de floresta amazônica e tem como finalidade a preservação de ecossistemas e a realização de pesquisas científicas. Apesar da relevância ambiental, a unidade enfrenta pressões como incêndios florestais, avanço do desmatamento e conflitos fundiários, o que demanda ações contínuas de fiscalização e atuação integrada dos órgãos responsáveis.
Nesse cenário, foi realizada uma visita técnica à área com o objetivo de avaliar as condições ambientais, os mecanismos de proteção e os desafios na gestão da unidade. A atividade também buscou ampliar a articulação entre instituições públicas envolvidas na preservação ambiental no estado.
A agenda contou com a participação do Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente (Gaema), do Ministério Público de Rondônia, representado pela promotora de justiça Valéria Giumelli Canestrini. A ação ocorreu a convite da Coordenadoria de Unidades de Conservação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental, com acompanhamento do coordenador da CUC e do comandante do Batalhão de Polícia Ambiental durante as atividades de campo.
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Ao longo da vistoria, áreas da unidade foram percorridas para observação direta da realidade local. Foram analisados aspectos relacionados à fiscalização ambiental, à proteção do território e às dificuldades enfrentadas na administração da área, incluindo a presença de ocupações irregulares e impactos decorrentes de queimadas.
A iniciativa integra as ações do Ministério Público voltadas ao monitoramento das unidades de conservação estaduais. A atuação institucional tem como foco a garantia do direito ao meio ambiente equilibrado, considerado bem de uso comum e essencial à qualidade de vida.
Dentro dessa estratégia, o Gaema busca fortalecer a governança ambiental e contribuir para a efetividade das políticas públicas de conservação, alinhando-se ao dever constitucional de preservação dos recursos naturais para as atuais e futuras gerações.
Com informações de: Ministério Público de Rondônia
