Em vídeo publicado nesta terça-feira, o deputado estadual afirma que a portaria federal não especificou as cenas que motivaram a mudança e compara com produções que, segundo ele, seguem com classificação livre
Porto Velho, RO – O deputado estadual Delegado Rodrigo Camargo (Podemos) publicou nesta terça-feira (3) um vídeo de pouco mais de um minuto e meio no Instagram para criticar a reclassificação etária de desenhos de conteúdo bíblico exibidos pela Record.
Segundo o parlamentar, os motivos apresentados pelo governo federal foram “violência, atos criminosos, drogas ilícitas e preconceito”. Ele afirma que as animações tinham classificação livre e passaram a não ser recomendadas para menores de 12 anos, com exibição apenas depois das 20h.
O ponto central da crítica dele é a falta de detalhamento. “E tem um detalhe: a portaria do governo federal sequer especificou quais foram as cenas que justificaram essa classificação”, diz no vídeo.
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Camargo sustenta que o conteúdo atingido tem peso familiar. “Nós estamos falando de histórias bíblicas, de fé, de valores que famílias inteiras assistem juntas”, afirma. Em seguida, faz uma comparação: para ele, desenhos e filmes seculares que promovem “a ideologia de gênero” e “a adultização de crianças” seguem com classificação livre. “Que critério é esse, hein, Lula?”, questiona.
A parte final do vídeo é de ataque político direto. O deputado se refere a “um governo que se autodeclara comunista, que combate a família, que recebe homenagem em escola de samba, enquanto coloca os católicos e os evangélicos em uma lata de conserva”.
Ele encerra com um alerta e um pedido de divulgação: “Isso não vai parar por aqui, vai piorar”, e pede que o vídeo seja compartilhado. Na legenda da publicação, repete o recado: “Cristãos, estejam atentos! O que estamos vendo é apenas o começo”.
Foto: Divulgação / Assembleia Legislativa de Rondônia
Com informações de: perfil do deputado no Instagram
AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO)
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