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DESOCUPAÇÃO
Operação Aruanã avança com incursões e fiscalizações na Estação Ecológica de Samuel

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Ações ambientais seguem para a terceira fase após inutilização de mais de 100 barracos e participação de diversos órgãos estaduais

Por Informa Rondônia - terça-feira, 09/12/2025 - 15h56

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Porto Velho, RO – As etapas finais da Operação Aruanã seguem programadas após o avanço das incursões realizadas no interior da Estação Ecológica de Samuel. A segunda fase, que se estende até 10 de dezembro, incluiu novas vistorias em áreas da unidade de conservação, onde equipes localizaram barracos abandonados e madeiras esplanadas. Árvores caídas exigiram a construção de passagens improvisadas para permitir o deslocamento das equipes, que contaram com o apoio do Batalhão de Fronteira.

O comando-geral da Polícia Militar esteve presente nas ações. O coronel PM Régis Braguin visitou o ponto de operação e registrou elogios ao planejamento, à execução e à condução dos trabalhos. As declarações foram feitas durante a fase vigente da operação, que antecede a etapa de rescaldo.

A primeira fase, encerrada em 30 de novembro, havia concentrado os esforços de desocupação da área. Mais de 100 barracos foram inutilizados dentro da Estação Ecológica de Samuel. Essa etapa contou com a participação conjunta do Batalhão de Fronteira, do Batalhão de Choque, do Batalhão de Operações Especiais, do 5º Batalhão da PM e do Batalhão Ambiental.

A ação foi estruturada de forma integrada com a Secretaria de Desenvolvimento Ambiental, o Ministério Público, o Tribunal de Justiça e a Polícia Militar. Conforme informado, representantes das instituições acompanharam presencialmente a fase inicial, incluindo dois oficiais de justiça enviados pelo Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia e a promotora Valéria do Nascimento.

Os responsáveis pela operação registraram agradecimentos às instituições envolvidas, citando o governador coronel Marcos Rocha, o comandante-geral coronel Braguin, a Secretaria de Desenvolvimento Ambiental, o Tribunal de Justiça e o Ministério Público. Destacaram que o trabalho de desocupação da unidade de conservação integral contribui para preservar as florestas e restabelecer a ordem, diante de crimes como desmatamento, queimadas e homicídios atribuídos a invasores da área.

Segundo as equipes, a segunda fase está no momento em conclusão e antecede a etapa final prevista no planejamento.

AUTOR: INFORMA RONDÔNIA





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