Recurso federal articulado pela deputada Dra. Taíssa Sousa com apoio do senador Marcos Rogério viabiliza obra estratégica para o escoamento da produção agrícola.
Porto Velho, RO – O empenho de R$ 3.600.000,00 para a construção da Ponte do Salomão marca um avanço concreto para a infraestrutura de Guajará-Mirim. Com o valor já reservado no orçamento federal, a obra passa a integrar a fase administrativa que antecede a licitação, abrindo caminho para a execução do projeto considerado essencial para a logística da região.
O montante foi assegurado por meio de emenda parlamentar do senador Marcos Rogério, após solicitação formal da deputada estadual Dra. Taíssa Sousa, do Podemos. A destinação do recurso atende a uma reivindicação antiga de produtores rurais e moradores, que apontam a travessia como ponto crítico para o transporte da produção agrícola local.
A articulação política ocorreu durante um evento realizado no município, quando a deputada promovia uma solenidade de entrega de honrarias a 170 personalidades ligadas ao desenvolvimento de Guajará-Mirim, Nova Mamoré e municípios do entorno. Com a presença do senador na cerimônia, a necessidade da obra foi apresentada como prioridade para o setor produtivo.
AS ÚLTIMAS OPINIÕES
++++
De acordo com a deputada, a Ponte do Salomão concentra grande parte do fluxo agrícola da região e, devido às limitações estruturais, provoca atrasos e eleva custos de transporte. A liberação do recurso, segundo ela, tem potencial para alterar a dinâmica do escoamento da safra e ampliar a segurança viária, especialmente para o tráfego de veículos pesados.
Durante o evento, foi destacado que o mandato estadual mantém foco em iniciativas com impacto direto na economia local. Em resposta à solicitação, o senador reiterou o compromisso com Rondônia e confirmou a priorização do investimento na esfera federal.
Com o empenho concluído, o processo segue para as etapas de licitação e início das obras. A execução será acompanhada por lideranças políticas e pela comunidade, que aguardam a substituição da estrutura atual por uma ponte adequada às demandas logísticas da chamada Pérola do Mamoré.




