Segue vivo o teor da “Carta ao povo brasileiro” escrita por Lula em 2002
CARO LEITOR, depois da “Carta ao povo brasileiro” escrita pelo presidente Lula (PT-SP) nas eleições presidenciais de 2002, marcou uma transformação na estratégia eleitoral do PT. Neste caso, o partido criado no final da Ditadura Militar por uma frente de intelectuais, sindicalistas, religiosos católicos e trabalhadores, carregava uma imagem de revolucionário e com concepção de partido de luta de classes. Lula, por ser sindicalista e ter liderado as maiores greves de trabalhadores no ABC paulista durante o Regime Militar, ganhou a imagem de revolucionário sindical. Nas eleições de 1982, Lula, candidato do PT, perdeu a disputa para o governo de São Paulo. Em seguida, foi eleito deputado federal constituinte nas eleições de 1986 e, nas eleições presidenciais de 1989, disputou a Presidência da República, chegando ao segundo turno com o candidato da direita, Fernando Collor de Melo (PRN). Lula perdeu e insistiu nas eleições presidenciais de 1994, 1998 e 2002, essa última ele ganhou porque assumiu um tom mais moderado, abandonando o radicalismo, a defesa do socialismo e por conta do teor da carta que abriu caminhos para a vitória. Assim, segue vivo o teor da “Carta ao povo brasileiro” escrita por Lula em 2002 na economia e no estilo de governar o país.
Identidade
O presidente Lula (PT-SP), com a “Carta ao povo brasileiro”, assumiu uma identidade mais moderada e conciliadora durante o primeiro e o segundo mandato presidencial. Ele renunciou à utopia da luta de classe que defendia como líder sindical e dirigente do PT, um partido de massas na sua origem.
Governou
O presidente Lula (PT-SP) no primeiro e segundo mandato se aproximou da elite empresarial do país, governou com os partidos do centrão e adotou uma postura mais liberal na economia. Contudo, conseguiu levar o país ao pleno emprego e superou a crise econômica mundial de 2008.
Erros
No terceiro mandato, o presidente Lula (PT-SP) segue com a agenda neoliberal adotada nos primeiros mandatos, viaja muito para chancelar o país e abrir novos mercados. Internamente, comete erros na política e na comunicação social porque não consegue convencer a população de que a economia supera os prognósticos negativos de economistas e financistas serviçais do capital rentista.
Disputa
Com uma oposição que se alimenta do caos e orçamento sequestrado pelos partidos do centrão, a reeleição do presidente Lula (PT-SP) não está definida por conta da articulação política do Planalto e dos erros na comunicação social do governo, deixando a disputa em aberto para os candidatos oposicionistas da direita e da extrema-direita.
Briga
Antes de acontecer a briga desnecessária entre parlamentares federais na CPI do INSS após aprovação do requerimento quebrando o sigilo do Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT-SP), o ministro André Mendonça do STF, já tinha autorizado a quebra dos sigilos bancários, fiscais e telemáticos do Lulinha.
Imprevisíveis
A percepção de falta de equilíbrio emocional entre parlamentares em embates acalorados na atual legislatura do Congresso Nacional é reflexo da polarização ideológica, medo de investigações e tensões políticas elevadas. Essa instabilidade é exacerbada pelas estratégias de liderança e pressão das redes sociais, resultando em sessões imprevisíveis.
Anotações
Na reunião do PL na tarde de terça-feira (24), anotações feitas pelo pré-candidato a presidente da legenda, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), revelaram estratégias e alianças partidárias em construção no Brasil. As anotações do cenário em Rondônia criaram um ruído interno no PL.
Revela
As anotações no contexto específico de Rondônia indicam que a candidatura ao Senado do deputado federal Fernando Máximo, ainda filiado ao União Brasil, não está definida. Os manuscritos do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) revelam que Máximo impôs a condição de filiar-se ao PL se o vice-presidente estadual do PL e agropecuarista Bruno do Bolsonaro “não for candidato” ao Senado pela legenda.
Confiança
O deputado federal Fernando Máximo (União) ainda nem subiu no ônibus e já quer sentar na janela quando faz imposições para filiar ao PL, em especial, barrar a candidatura de Bruno do Bolsonaro (PL). Quem é Máximo para derrubar o homem de confiança do ex-presidente Jair Bolsonaro? Bruno sempre esteve ao lado de Bolsonaro, inclusive para visitá-lo na prisão como filho.
Certeza I
O senador Marcos Rogério (PL) é um homem sábio, correto e já foi injustiçado no passado. Desse modo, tenho certeza de que Rogério não será “Brutus” e muito menos “Salomé” para apunhalar ou entregar a cabeça de Bruno a Fernando Máximo, como pediu.
Certeza II
Repito, tenho certeza de que o senador Marcos Rogério (PL), sendo um homem justo, não vai barrar a candidatura ao Senado de Bruno do Bolsonaro (PL) como impôs Fernando Máximo para se filiar ao PL e disputar uma vaga ao Senado pela legenda bolsonarista. Neste caso, Máximo pleiteia se tornar o único candidato ao Senado do Bolsonaro em Rondônia. Eu pergunto: Máximo quer facilitar a vida de quem querendo barrar a candidatura de Bruno do Bolsonaro?
Perder
Ainda nas anotações manuscritas, o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registrou ao lado do nome do vice-presidente estadual do PL e agropecuarista Bruno do Bolsonaro (PL), a seguinte observação: “vamos perder, perdemos Marcos Rogério”. Dando a conotação de que Bruno não ganha a eleição.
Ativo
As anotações do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) citam o senador Marcos Rogério (PL) como candidato consolidado do PL para disputar o governo de Rondônia por conta do recall eleitoral e outros fatores políticos, que fazem de Rogério um ativo valioso para ser o palanque de Flávio.
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AS ÚLTIMAS OPINIÕES
Nas anotações do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também menciona-se o nome do governador Coronel Marcos Rocha (PSD). Flávio escreve à mão ao lado do nome de Rocha: “deve ficar no mandato, não será candidato”.
Imposição
A imposição do deputado federal Fernando Máximo – ainda filiado no União Brasil, para disputar uma vaga ao Senado pelo PL barrando a candidatura de Bruno do Bolsonaro, indica medo de trocar o certo pelo duvidoso, ou seja, a certeza do mandato de deputado federal pela incerteza da vaga ao Senado por conta da quantidade de candidatos competitivos.
Quantidade
O deputado federal Fernando Máximo (União) deve ter avaliado o que escrevemos em colunas pretéritas em relação à disputa ao Senado. Ou seja, Máximo pode perder a eleição ao Senado por conta da quantidade de candidatos competitivos, a exemplo do possível companheiro de chapa Bruno do Bolsonaro (PL).
Papar
Fernando Máximo enfrentaria o senador Confúcio Moura (MDB), que busca a reeleição com o apoio do presidente Lula (PT-SP). Ele é um candidato competitivo porque conta com os votos dos eleitores de centro, da esquerda e da direita. Neste caso, Confúcio tem chances de papar uma vaga ao Senado.
Embolando
O deputado federal Fernando Máximo (União) também deve estar com medo de enfrentar nas urnas a deputada federal Silvia Cristina (PP) na disputa ao Senado. Silvia está embolando a disputa por conta do serviço prestado na saúde, em especial, por carregar a bandeira de combate ao câncer.
Chamado
Em relação ao governador Coronel Marcos Rocha (PSD), ele já possui um partido que pode chamar de seu, capilaridade eleitoral e a marca do seu governo nos 52 municípios rondonienses. Em face disso, como ele mesmo disse, acredito que ele pode sim receber um chamado de Deus, renunciar o governo em abril e se lançar na disputa a uma vaga ao Senado.
Interioriza
O deputado estadual Ribeiro do Sinpol (PRD) interioriza ações do seu mandato parlamentar. Ele anunciou a reforma completa da Delegacia de Polícia Civil de Guajará-Mirim. O anúncio aconteceu durante visita institucional do parlamentar à unidade regional.
Marquise
Segundo uma fonte, a poderosa Marquise, com seus tentáculos, fez uma proposta milionária para comprar as empresas de coleta de lixo AmazonFort do consórcio EcoPVH e a Sistemma Serviços Urbanos. Além do aterro sanitário da AmazonFort. Antes de tudo, o espaço da coluna está aberto para as referidas empresas se manifestarem.
Adquirir
A manobra da Marquise de adquirir as empresas de coleta de lixo AmazonFort do consórcio EcoPVH e a Sistemma Serviços Urbanos, deduzo que seja uma estratégia para se aproveitar do momento em que a Prefeitura de Porto Velho está rescindindo o contrato emergencial da coleta de lixo com o consórcio EcoPVH.
Empresa
Por que interessa à Marquise comprar a empresa Sistemma Serviços Urbanos de coleta de lixo? Para poder assumir o contrato emergencial milionário da coleta de lixo de Porto Velho. Já a AmazonFort, para assumir o aterro sanitário, por ser um negócio de baixo custo e alta rentabilidade obtida pela gestão de resíduos e taxas de recepção de lixo.
Enfrentar
O vereador Gedeão Negreiros (PSDB) deverá enfrentar nuvens negras nas próximas sessões ordinárias da Câmara Municipal mediante as discussões acaloradas dos vereadores que devem surgir por conta do contrato emergencial do lixo da capital. Gedeão vai precisar novamente interromper os trabalhos legislativos e puxar a orelha de vereadores da tribuna da Casa de Leis, como fez em sessões anteriores.
CLION
Conheci o cirurgião-dentista Bruno Dias de Miranda, fundador da Clínica Odontológica Moderna (CLIOM) em Porto Velho (RO). Na ocasião, ele me contou a sua história de vida, coragem, propósitos e a visão de transformar o sonho em realidade quando fundou a CLION com apenas 21 anos no intuito de fazer a diferença na vida das pessoas. A Clion existe há 26 anos no mercado.
Impressionado
O cirurgião-dentista e professor universitário Bruno Miranda me apresentou as instalações físicas da CLION. Fiquei impressionado com o tamanho da clínica odontológica que une conforto, tecnologia, excelência e, acima de tudo, cuidado humano para resgatar o sorriso. Bruno é um especialista em traumatologia bucomaxilfacial. Segundo ele, “a odontologia vai além da técnica, ela desenvolve autoestima, saúde e dignidade.
Sério
Falando sério, os erros na comunicação social e a divergência ideológica entre governo e o Congresso Nacional dificultam a articulação política, o diálogo e a governabilidade. A política deve ser pautada pelo diálogo e construção de consensos, visando a estabilidade econômica, o pleno emprego e o progresso do país. Os confrontos atuais para lacrar e ganhar likes nas redes sociais por parlamentares prejudicam a economia e a pacificação do país.

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