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OPINIÃO DE PRIMEIRA

Netto herda apoio do PSB após intervenção nacional; Fúria volta a ser multado; e Mosquini tenta barrar desintrusão

Netto herda apoio do PSB após intervenção nacional; Fúria volta a ser multado; e Mosquini tenta barrar desintrusão
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Coluna também aborda o desempenho do agronegócio, o pacto eleitoral contra fake news, decisões da Justiça Eleitoral, restrições a campanhas em igrejas, a redução de voos e os riscos de acidentes com a rede elétrica

Por Sérgio Pires - sexta-feira, 21/08/2026 - 09h06

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SUCESSO NO CAFÉ, CACAU, TAMBAQUI E QUINTO EXPORTADOR DE CARNE DO BRASIL: RONDÔNIA VENDE HOJE PARA 216 PAÍSES

Não é comum o secretário Luiz Paulo, da Agricultura, usar as redes sociais em temas polêmicos. Mas ele o fez, esta semana, tão logo assistiu ao debate entre os candidatos ao Governo, na Band TV, por considerar que algumas opiniões e críticas, “foram injustas”.

Longe de propor um confronto político, Luiz Paulo preferiu dar informações claras e concretas, com números oficiais, comprovando, segundo ele, “o grande avanço que a agricultura e a pecuária, ou seja, todo o contexto do agronegócio, tiveram, nos últimos anos, no Estado”.

Como o vídeo é longo, vão aqui alguns dos trechos mais objetivos, entre aspas, resumindo o que falou o titular da Seagri.

“Meu único intuito é informar. Prefiro falar com números e resultados e sem roteiro de ataques. Por exemplo: hoje o valor bruto da agropecuária de Rondônia é de 32 bilhões de reais, demonstrando a dimensão econômica alcançada. Este resultado nos coloca na 12ª posição no Valor Bruto da Produção (VBP) em todo o país”.

“No café, somos os maiores produtores de robusta da Amazônia e ocupamos a quinta posição no Brasil. São mais de 17 mil famílias que produzem o café robustas amazônicos. Um número que precisa ser conhecido: o valor bruto da produção do café passou de 1 bilhão de reais em 2019 para cerca de 4 bilhões em 2025”.

“No cacau, Rondônia é o quarto maior produtor do Brasil. São cerca de 3.600 produtores em 6.427 hectares cultivados, com produção anual de 7 mil e 800 toneladas. Nosso cacau é considerado um dos melhores do mundo”.

“No leite, ocupamos o primeiro lugar na região norte e o décimo no Brasil. São mais de 25.900 propriedades rurais cadastradas e produzindo”.

“Na piscicultura, temos a maior produção brasileira de tambaqui. São produzidas mais de 60 mil toneladas anuais. Nosso tambaqui já chegou ao mercado dos Estados Unidos, Peru e vários outros países, graças a um olhar visionário do governador Marcos Rocha”.

“Na pecuária, Rondônia é um dos maiores exportadores de carne bovina da região norte e está entre os cinco maiores exportadores do país. Temos um certificado importantíssimo, que é o de livre aftosa sem vacinação”.

“As exportações de carne passaram de 900 milhões de dólares em 2023 para mais de 1 bilhão de dólares em 2025. No geral, as exportações de Rondônia cresceram mais de 140 por cento, entre 2018 e 2025, alcançando o recorde de aproximadamente 3 bilhões de dólares. Saímos de 60 produtos exportados para 41 países e atingimos 295 produtos exportados para 116 países”.

Luiz Paulo ainda destacou “os milhões de reais investidos nas propriedades rurais, incluindo maquinários e implementos agrícolas; assistência técnica, insumos, melhoramento genético e várias outras formas de apoio”.

Ele concluiu: “os números mostram que, durante a gestão do governador Marcos Rocha, a agricultura, a pecuária e todo o setor produtivo de Rondônia cresceu e avançou muito!”

CANDIDATOS PROMETEM CAMPANHA LIMPA E SEM FAKE NEWS NA OAB, EMBORA NÃO TENHA SIDO UM ENCONTRO DE COMPADRES

Não foi um encontro de compadres. Pelo contrário. Embora não tenha havido debate e cada um dos concorrentes tenha tido dez minutos para falar dos seus planos e ideias, o tom de alguns dos curtos discursos não foi o que se poderia chamar de ameno. Por ainda não ter sido oficializado sua saída do rol dos candidatos, Samuel Costa ainda participou do encontro. E aproveitou, é claro, para atacar o PT, pelo que chamou de “a maior tentativa de golpe à democracia rondoniense feita à luz do dia”.

O encontro da OAB, tradicional em todas as eleições, em que os candidatos juram que farão uma campanha limpa. Desta vez, ainda prometeram que não usarão Fake News e nem ataques baixos contra seus adversários.

Marcos Rogério abordou o tema de eventual crise financeira do Estado, alegando, em resumo, que não há falta de dinheiro, mas sim a má gerência dos recursos. Pedro Abib disse que o Congresso Nacional deveria regulamentar o assunto e não lavar as mãos.

Adailton Fúria falou sobre os problemas da saúde pública no Estado e da segurança pública, áreas que pretende priorizar, caso seja eleito. Hildon Chaves criticou a falta de recursos no combate à violência contra a mulher.

Expedito Netto foi o primeiro a falar. Quer uma campanha sem ataques pessoais. Disse que não entraria em “jogo sujo”, inteligência artificial ou Fake News. No fim do encontro, o petista voltou a ser alvo de seu agora arquiadversário dentro da esquerda.

No final do evento, falando aos jornalistas, Samuel Costa voltou ao ataque: “o meu repúdio à banda podre do Partido dos Trabalhadores, que tenta ganhar a eleição no tapetão.”

SAEM SAMUEL E NEIDINHA, ENTRAM EXPEDITO NETTO E A EX-JUÍZA ROSÂNGELA CIPRIANO: O GOLPE NO PSB DEU CERTO!

Samuel Costa e Neidinha Suruí continuam tentando! Lutam bravamente, mas a ditadura do diretório nacional venceu a democracia de uma convenção partidária, que os havia escolhido para concorrer ao Governo e ao Senado. Ordem do PSB, vinda de Brasília, oficializou a destituição de toda a estrutura anterior do partido. Tirou Samuel e Neidinha do páreo e colocou nele o acordo costurado em Brasília, entre os caciques.

Agora, o PSB é coadjuvante do PT na eleição estadual e vai apoiar Expedito Netto. Neidinha também foi defenestrada a fórceps. Em seu lugar, na vaga ao Senado, a dra. Rosângela Cipriano, ex-juíza em Vilhena, mas ainda nome desconhecido na política estadual. Ayres Moura, que seria candidato pelo PV ao Senado, foi rebaixado para a segunda suplência de Rosângela.

Samuel Costa fica fora da eleição, numa daquelas injustiças que só a tradicional traição na política pode explicar. Estava bem na campanha, foi destaque no primeiro debate da Band, embora tenha que ter assistido ao seu vice, o Sargento Machado, no debate dos vices, passar vergonha.

Tentando lacrar, Machado, personagem quase desconhecido, tentou atacar na baixaria o vice de Fúria, Everton Leoni, no debate promovido pelo site Rondoniaovivo. Levou uma invertida histórica, que será difícil de esquecer.

Fica para a história a intervenção, sem qualquer lógica, do comando nacional de um partido que se diz defensor da democracia, num diretório estadual que tinha uma candidatura ao governo e outra ao Senado bastante razoáveis.

Fica também registrado o tom irônico com que Expedito Netto respondeu a Samuel, quando acusado de ser o mentor do golpe: “não tenha nada a ver com isso. Meu partido é o 13 e o seu é o 40”, tripudiou. Infelizmente, para ele e para o PT, o golpe político pode se tornar um tiro no pé, perante o eleitorado rondoniense.

JUSTIÇA ELEITORAL: MULTAS, NÃO À CENSURA, A NOVA CANDIDATA E A AÇÃO PARA IMPEDIR CANDIDATO DE USAR NOME DE BATISMO

Começaram os julgamentos das candidaturas no TRE; mais uma multa aplicada por propaganda irregular; a decisão que impediu censura de opinião contra uma candidata e, ainda, mudanças nas nominatas. Além disso, registre-se uma decisão incompreensível do Ministério Público Eleitoral, que denunciou um candidato porque ele quer usar o próprio nome na corrida eleitoral.

Por partes: o TRE multou novamente o candidato Adailton Fúria, agora porque apareceu o seu número num vídeo do lançamento da sua candidatura. Exagero? Se for usado o mesmo critério para todos os candidatos, não é.

Já no caso da candidata a deputada federal Sofia Andrade, processada novamente por partidos de esquerda, a tentativa de censurar a opinião dela, criticando quem vota no PT e aliados, foi em vão. A Justiça Eleitoral não topou e ela venceu de novo.

No Podemos, a primeira troca de nomes na corrida pela Assembleia. Saiu o ex-presidente da Câmara Municipal, Edwilson Negreiros e entra sua cunhada, a ex-secretária municipal de Educação Gláucia Negreiros, no governo Hildon Chaves. Gláucia é casada com o atual presidente do legislativo municipal, Gedeão Negreiros.

Por fim, o caso quase inacreditável: o Ministério Público quer impedir que Jair Montes Júnior use o nome Jair Montes (que é seu, de batismo) alegando que os eleitores poderiam confundi-lo com o pai, o presidente do Avante, ex-deputado Jair Montes. Não é incrível? Parece que Rondônia sempre faz algum esforço para que entremos no anedotário da política.

USAR IGREJAS DE QUALQUER TENDÊNCIA RELIGIOSA PARA CAMPANHA ELEITORAL ESTÁ PROIBIDO, DIZ MP

Nada de política nas igrejas, sejam elas de que tendência religiosa forem. Está proibida a propaganda verbal, aquela em que se pede o voto para determinado candidato; a visual ou seja, nada de faixas e cartazes nos templos e, ainda, a utilização de pessoal e redes sociais da igreja para fazer campanha.

A decisão, que censura o tradicional uso da religião para campanhas políticas, foi emanada pelo Ministério Público Eleitoral, através de recomendação assinada pelo procurador Leonardo Caberlon.

É importante ressaltar que a orientação não impede apenas o pedido direto de voto para este ou aquele candidato. Ela vai bem mais longe. Proíbe qualquer ação dentro dos templos ou nas redes sociais de religiosos, que possa influenciar o eleitor, “utilizando o ambiente sagrado!”

Menções de apoio, citações de nomes de candidatos, agradecimentos, exaltação de candidaturas ou até críticas aos adversários durante missas, cultos ou pregações, podem motivar ação do Ministério Público.

Segundo o Procurador, a orientação local segue determinação do Tribunal Superior Eleitoral, que decidiu que “o abuso do poder religioso pode ser caracterizado mesmo quando não há pedido direto de voto”!

Usar frases tradicionais vindas das igrejas de qualquer orientação religiosa como “Deus escolheu Fulano”! ou “votar neste candidato é atender os desígnios de Deus!, entre outras frases, vão caracterizar crime eleitoral, seguindo a nova legislação.

Há uma série enorme de restrições, vindas do MPE e da Justiça Eleitoral, que tolhem ações que antes eram consideradas comuns na política. Obviamente que as restrições vão atingir em cheio, muito mais, os candidatos de direita, que contam com apoio das igrejas. Na maioria delas, os esquerdistas têm pouco voto.

AÉREAS TENTAM USAR TEORIA DA SENSAÇÃO DE MENOS VOOS, MAS ESCUDO COLETIVO PROVA TOTALMENTE O CONTRÁRIO

A teoria doentia e absurda da “jornalista” e “economista” Mirian Leitão chegou à questão aérea em Rondônia. Tanto a Azul quanto a Gol alegam que não houve diminuição nos voos em Rondônia. Certamente deve ser apenas a sensação de que houve acentuada diminuição de voos.

O papo furado poderia evoluir, não fosse a competente turma do Escudo Coletivo, liderado pelo advogado Gabriel Tomasete, mas como muita gente dedicada participando. O órgão de defesa da coletividade ingressou com ação contra das duas empresas.

Gol e Azul ingressaram com pedido de encerramento do processo, que tramita na 2ª Vara da Fazenda de Porto Velho. Ambas alegam que que a malha aérea em Rondônia não foi apenas mantida, mas também ampliada. Querendo convencer que a falta de voos pode ser apenas uma “sensação”, como tenta ensinar a jornalista hoje sem credibilidade alguma, as duas empresas não contavam com a astúcia do Escudo Coletivo.

Nas suas argumentações finais, o Escudo Coletivo mostrou números claros, comprovando que o número de voos teve uma grande queda no Estado. Provas (não “sensação”!): em 2003, tivemos 1.581 voos; em 2024, já caíram para 680 e em 2025 aumentou um pouquinho, com 727 voos.

Permanecem pendentes a análise da possível abusividade da redução da malha, a confirmação da liminar que exige índices de atrasos e cancelamentos compatíveis com a média nacional e o pedido de indenização por dano moral coletivo.

O PROCURADOR GERAL QUER USAR A CONSTITUIÇÃO, MAS PARA PROTEGER UM ACUSADO DE ROUBALHEIRA DOS APOSENTADOS

Apenas para dar um exemplo, porque o número de casos é enorme e escabroso: nenhum réu do 8 de janeiro, praticamente todos sem antecedentes criminais e a maioria de gente que jamais tinha entrado numa Delegacia como autor de qualquer delito, teve a complacência da Procuradoria Geral da República.

Para ela, o STF agiu certo em julgar e condenar a centenas e centenas de pessoas, a partir da invenção de um pretenso golpe. A Constituição, claramente, determina que quem não tem foro privilegiado, deve responder na primeira instância. Teria ainda recursos na segunda e na terceira, aí sim, no STF.

Contudo, no caso de Lulinha, o filho do presidente da República, acusado, com inúmeras provas, de cometer uma série de delitos, inclusive com graves suspeitas de envolvimento no roubo de milhões de reais dos velhinhos, que tiveram suas aposentadorias surrupiadas, a PGR, agora sim, quer que a Constituição seja cumprida.

Paulo Gonet, o Procurador Geral, personagem que, num futuro em que o país voltar a ser verdadeiramente democrático, terá que responder perante a História, agora decidiu avocar a Constituição, querendo que o caso de Lulinha seja julgado na primeira instância e não no STF.

Pelo que se lê no noticiário nacional, o ministro André Mendonça, que trata do caso, teria considerado o pedido feito por Paulo Gonet “sem sentido” e que “não se sustenta”. E é assim que anda grande parte do sistema de Justiça no país. Dependendo de que lado está o réu ou o suspeito, ele tem as benesses da lei ou jamais as tem.

Lamentável, triste e um acinte contra o Estado Democrático de Direito!

MOSQUINI OTIMISTA: FIM DA DESENTRUSÃO DA BORDA DE ÁREA INDÍGENA E PROTEÇÃO À TERRA FIRME, NA BR 429

Um dos maiores batalhadores em defesa dos produtores – principalmente dos pequenos – o deputado federal Lúcio Mosquini foi personagem importante em dois grandes eventos ocorridos em Brasília, nesta semana, que podem culminar, finalmente, em vitórias para o rondoniense do campo, tão perseguido pelo atual governo do PT e suas forças policiais, além do Ibama e ICMBio.

O primeiro caso envolve a tentativa de desintrusão de dezenas de famílias que produzem, algumas delas há décadas, em área que fica à borda da terra indígena Uru-Eu-Wau-Wau. Numa reunião de mais de duas horas no STF, Mosquini defendeu que a União tome posse de outras áreas, mas que não mexa com quem vive naquela terra há muitos e muitos anos.

O parlamentar saiu do encontro muito otimista. Disse que foi uma das principais audiências que já participou em sua vida pública e que os resultados devem ser extremamente satisfatórios para quem produz. O encontro teve a participação de representantes da União, do Incra e Ministério Público. “Foi uma audiência positiva, muito construtiva, para se chegar a um entendimento, para que esta desintrusão não aconteça.

O segundo caso se refere à acabar com a manifestação de interesse da Funai numa grande área da BR 429, para fins de desapropriação, querendo tornar aquela região como mais uma área indígena. Mosquini participou de reunião na sede da Funai, defendendo que aquela área fique fora dos olhos da Fundação Nacional do Índio.

Mosquini se disse muito feliz pelo andamento das conversações para a retirada da manifestação de interesse da Funai sobre a Gleba Terra Firme, na região das sete pontes. Segundo ele, um trabalho técnico do Incra, mas também com apoio da própria Funai, deve mudar totalmente a orientação sobre mais uma área indígena no nosso Estado.

GRANDE PERIGO: EM TRÊS ANOS, 30 ACIDENTES FATAIS EM RONDÔNIA, ENVOLVENDO O SISTEMA DE ELETRICIDADE

Nos últimos três anos, Rondônia registrou mais de 30 acidentes fatais relacionados à eletricidade. Parte dessas ocorrências envolveu profissionais que realizavam manutenção de serviços de internet e telefonia em postes compartilhados com a rede de distribuição de energia.

A Energisa Rondônia reforça o alerta sobre os riscos dos trabalhos realizados próximos à rede elétrica e chama a atenção para um dado preocupante: técnicos de empresas de telecomunicações, como internet, tv a cabo e telefonia, estão entre as principais vítimas de acidentes envolvendo choque elétrico no estado.

Os postes utilizados pela Energisa para levar energia elétrica aos clientes também podem abrigar cabos de empresas de telecomunicações. Por isso, qualquer atividade realizada nessas estruturas exige planejamento, capacitação e o cumprimento rigoroso dos procedimentos de segurança.

Há orientações básicas que a Energisa aponta, para maior segurança nos trabalhos seguros próximos à rede elétrica. Entre elas utilizar sempre os EPIs recomendados para a atividade; respeitar as distâncias mínimas de segurança da rede elétrica; verificar previamente as condições do poste e a presença de cabos energizados; não realizar intervenções sem o devido planejamento e capacitação; acionar a Energisa em caso de dúvida ou necessidade de suporte técnico.

Em acidente envolvendo a rede elétrica, a área deve ser isolada e o socorro acionado imediatamente ao Corpo de Bombeiros, pelo telefone 193. A distribuidora também mantém canais de atendimento disponíveis 24 horas para apoio e registro de ocorrências: Central de Atendimento: 0800 647 0120; WhatsApp Gisa: (69) 99358-9673; Aplicativo Energisa On; Site: [www.energisa.com.br](http://www.energisa.com.br).

PERGUNTINHA

E agora? A polícia civil de Rondônia atingiu em cheio os pobres coitados que roubam ou furtam celulares apenas para “tomar uma cervejinha”, segundo o presidente Lula. Estraga prazeres dos criminosos, os competentes policiais recuperaram nada menos do que 428 aparelhos e os devolveram aos legítimos donos. O que farão agora estas “vítimas da sociedade”, segundo a esquerda brasileira, sem os celulares que pegaram de tanta gente? Vão exigir indenização?

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AUTOR: SÉRGIO PIRES





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