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CIÊNCIA NA ESCOLA

Escola Brasília abre ao público os projetos do Circuito Científico, do sabão com óleo usado à astronomia

Estudantes de camiseta preta e cracha em volta de bancada com bequeres, provetas e liquidos coloridos, ao lado de professora de jaleco branco
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Mostra de pesquisas do Ensino Médio foi de quarta a sexta-feira em Porto Velho e integra o CONECTA, congresso científico da Unir

Por Yan Simon - sexta-feira, 06/11/2026 - 12h48

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Porto Velho, RO – A Escola Estadual de Ensino Médio em Tempo Integral Brasília, em Porto Velho, realiza entre quarta-feira, 4, e esta sexta-feira, 6, o Circuito Científico 2026, uma mostra de conhecimentos, pesquisas e inovações desenvolvidas pelos estudantes do Ensino Médio. O ponto alto da programação é a Exposição Pública dos Projetos Experimentais, nesta sexta.

Na exposição, os estudantes apresentam os trabalhos à comunidade escolar, a avaliadores convidados e a visitantes, com os resultados de pesquisas e projetos desenvolvidos ao longo do ano letivo.

Um deles trata do reaproveitamento de óleo de cozinha. A estudante Alana Santos, do 3º ano do Ensino Médio, explicou a proposta. “É um prazer participar do Circuito Científico e ter a oportunidade de compartilhar nosso projeto com outras pessoas. Nosso trabalho mostra como o óleo de cozinha usado pode ser reaproveitado na produção de sabão, evitando o descarte inadequado e contribuindo para a preservação do meio ambiente. Além disso, é uma forma de conscientizar a comunidade sobre a importância de pequenas atitudes sustentáveis.”

A programação reúne palestras, oficinas, atividades científicas e apresentações, com a Feira de Ciências e Mostra Científica PopMédio. O conjunto integra o IV Congresso de Ciência, Tecnologia e Inovação, o CONECTA, promovido pela Universidade Federal de Rondônia, a Unir, com apoio da Secretaria de Estado da Educação, a Seduc, e em parceria com o Circuito Científico da escola.

No primeiro dia, na quarta-feira, houve cerimônia de abertura, palestras e oficinas temáticas para estudantes do 1º e do 2º anos, com temas como astronomia, fungos, física, programação, plantas medicinais e engenharia.

Na quinta-feira, 5, foram realizadas palestras e oficinas sobre saúde mental, primeiros socorros e tecnologias na saúde. O dia também incluiu a preparação de experimentos científicos e a exposição de banners dos projetos do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica para o Ensino Médio, o PIBIC-EM, e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, o PIBITI.

O diretor da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa da Unir, Lucas Khalil, tratou da parceria entre a universidade e a escola. “A integração entre a universidade e a educação básica aproxima os estudantes da pesquisa, incentiva a produção científica e possibilita o intercâmbio de conhecimentos. A expectativa é ampliar a participação de outras instituições de ensino nas próximas edições.”

O titular da Seduc, Alisson Maia, afirmou que feiras e exposições científicas valorizam o protagonismo estudantil. “Essas iniciativas permitem que os estudantes compartilhem suas pesquisas, apresentem suas descobertas e apliquem os conhecimentos adquiridos em sala de aula.”

Para o governador Marcos Rocha, atividades científicas aproximam os estudantes da pesquisa. “A participação em atividades científicas estimula a curiosidade, incentiva a busca por novos conhecimentos e contribui para o desenvolvimento de habilidades importantes para a formação dos estudantes”, salientou.

Foto: Divulgação / Governo de Rondônia

Com informações de: Governo de Rondônia

AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO)





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