Participação de estudante do 1º ano em evento da SBPC destaca iniciativa pedagógica com oficinas de Stop Motion e mobiliza comunidade escolar
Porto Velho, RO – A seleção do estudante Daniel da Silva Oliveira, do 1º ano A da EEEFM Maria de Nazaré, em Jaci-Paraná (RO), para apresentação em um dos principais eventos científicos do país marca um avanço significativo para a comunidade escolar.
O aluno participará do congresso promovido pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), programado para ocorrer entre os dias 27 de julho e 1º de agosto de 2026, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ).
O projeto que garantiu a vaga no evento foi desenvolvido durante oficinas de Stop Motion realizadas em outubro de 2025 na própria escola. A atividade foi conduzida pela professora doutora Maria Luzia F. Santos, conhecida como Mallu, com foco no estímulo à criatividade, ao protagonismo estudantil e ao uso de ferramentas tecnológicas no processo de ensino-aprendizagem.
Ao longo das oficinas, Daniel apresentou desempenho destacado, com participação constante em todas as etapas e sem registros de ausência, mesmo enfrentando desafios decorrentes da distância por residir na zona rural.
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Durante o desenvolvimento do trabalho, o estudante demonstrou evolução nas habilidades relacionadas à produção audiovisual, evidenciando capacidade de aprendizagem, dedicação e interesse pelas atividades propostas. Diante desse desempenho, a professora responsável decidiu submeter o projeto à avaliação da SBPC, onde foi selecionado para apresentação.
A conquista também reflete o ambiente institucional da escola, que mantém incentivo contínuo a iniciativas pedagógicas diferenciadas. A diretora, professora Klýcia Rogélia, é apontada como peça central no apoio a projetos educacionais e no estímulo à participação dos alunos em atividades científicas e culturais, contribuindo para a consolidação de práticas inovadoras no ensino.

Além do reconhecimento individual, a participação de Daniel projeta a escola para além do contexto local e fortalece o engajamento da comunidade escolar. O resultado alcançado passa a servir como referência para outros estudantes, ao evidenciar que a inserção em espaços científicos é possível a partir de iniciativas desenvolvidas na educação pública. O caso reforça ainda a continuidade de projetos pedagógicos voltados à formação de estudantes com autonomia e capacidade de produção de conhecimento.








