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Seleção Brasileira: Mais importante que vencer o Haiti é mostrar futebol

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Contra o Haiti, Brasil precisa ir além da obrigação de vencer e apresentar evolução coletiva para recuperar credenciais na Copa

Por Cícero Moura - sexta-feira, 19/06/2026 - 07h22

Copa

Alemanha, Argentina, Estados Unidos e Inglaterra são as únicas seleções do Mundial que, até esse momento, realmente fizeram valer seus favoritismos. Ganharam seus jogos com propriedade.

Copa 2

No entanto, para a Coluna Espaço Aberto, em se tratando de Brasil, o mais prudente neste momento é separar expectativa de realidade.

Retrospecto

O jogo desta sexta-feira contra o Haiti não parece ser, em tese, um grande desafio para a Seleção Brasileira.

Fraco

O Haiti perdeu na estreia para a Escócia e chega pressionado, enquanto o Brasil precisa vencer para não transformar a última rodada em um exercício desnecessário de sofrimento.

Fraco 2

O confronto desta sexta-feira contra o Haiti dificilmente pode ser tratado como um grande teste para a Seleção Brasileira.

Fraco 3

Em condições normais, a diferença técnica entre as equipes é significativa e qualquer resultado que não seja uma vitória brasileira seria uma enorme surpresa.

Ilusão

Mas talvez a questão mais importante nem seja o placar. O que realmente interessa é observar o comportamento da equipe dentro de um contexto mais amplo da Copa do Mundo.

Já se apresentaram

Afinal, após a primeira rodada, algumas seleções já deram sinais bastante claros de suas credenciais para disputar o título, enquanto outras deixaram dúvidas consideráveis.

Morno

O Brasil, por exemplo, estreou com um empate diante de Marrocos. O resultado não foi um desastre, mas também não permitiu empolgação.

Individualidade

Mais uma vez a seleção mostrou dificuldades na construção das jogadas e dependeu muito mais de um lance individual do que de um futebol coletivo consistente.

Fortes

Enquanto isso, algumas das principais candidatas ao título foram mais convincentes.

Fortes 2

A Alemanha chamou atenção ao aplicar uma goleada de 7 a 1 sobre Curaçao, demonstrando intensidade ofensiva e capacidade de transformar superioridade técnica em gols.

Foto: Reprodução / Redes Sociais

Fortes 3

A França venceu Senegal por 3 a 1, controlando a partida e confirmando o favoritismo que carrega desde antes do início do torneio.

Fortes 4

A Argentina, atual campeã mundial, também começou forte ao derrotar a Argélia por 3 a 0, com atuação dominante.

Fortes 5

A Holanda, mesmo empatando com o Japão, apresentou um jogo competitivo e enfrentou um adversário que muitos analistas consideram uma das possíveis surpresas da competição.

Fortes 6

Já Inglaterra e Espanha seguem entre as seleções observadas com atenção pela qualidade dos seus elencos e pela profundidade técnica de seus grupos.

Consistência

Naturalmente, uma Copa do Mundo não se define em uma única rodada. Toda competição produz zebras, oscilações e equipes que crescem ao longo do torneio.

Outras Copas

Foi assim em praticamente todas as edições anteriores. Por isso, a partida contra o Haiti vale menos pelos três pontos e mais pela oportunidade de avaliação.

Convencer

O torcedor brasileiro não espera apenas uma vitória. Espera ver evolução, organização, intensidade e um time capaz de convencer.

Credenciais

Porque vencer o Haiti é obrigação. O desafio verdadeiro é mostrar futebol suficiente para que o Brasil volte a ser visto como candidato real ao título e não apenas como uma seleção que vive da tradição construída por gerações anteriores.

Bom nível

A primeira rodada deixou claro que existem equipes muito bem preparadas nesta Copa.

De igual

E se o Brasil quiser estar entre elas, precisará apresentar mais do que talento individual. Precisará mostrar um futebol capaz de competir com as seleções que até aqui deixaram as melhores impressões do torneio.

Anfitriões

Um ponto que merece destaque nessa análise da primeira rodada é justamente o desempenho dos anfitriões. Entre as seleções que jogaram até agora, poucas foram tão convincentes quanto os Estados Unidos.

Goleada

A vitória por 4 a 1 sobre o Paraguai não foi apenas um resultado expressivo. Foi uma demonstração de organização, intensidade e confiança.

Foto: Reprodução / Redes Sociais

Segurança

Jogando em casa, diante de sua torcida, os norte-americanos mostraram um futebol moderno, veloz e sem qualquer sinal de nervosismo pela responsabilidade de sediar uma Copa do Mundo.

Destaque

O resultado colocou os Estados Unidos imediatamente na lista das equipes que mais chamaram atenção nesta largada de competição.

Histórico

Historicamente, seleções que jogam em casa costumam ganhar força emocional ao longo do torneio, e os Estados Unidos deram uma demonstração clara disso logo na estreia.

Foto: Reprodução / Redes Sociais

Respeito

A vitória por 4 a 1 sobre o Paraguai foi construída com autoridade, intensidade e domínio das ações. Não foi apenas uma vitória. Foi uma atuação que colocou os americanos no radar de quem acompanha a competição com atenção.

Comparação

É evidente que ainda é cedo para colocá-los no mesmo patamar de França, Alemanha, Inglaterra ou Argentina. Mas também seria um erro ignorar o que foi apresentado.

Grupo

Os Estados Unidos possuem uma geração talentosa, atletas atuando nas principais ligas do mundo e agora contam com o fator casa, que historicamente costuma impulsionar campanhas surpreendentes.

Foto: Reprodução / Redes Sociais

Observação

Aliás, essa talvez seja a principal lição da primeira rodada: favoritismo continua existindo, mas a distância entre as grandes potências e as seleções emergentes parece menor do que em outras Copas.

Fato

França, Alemanha, Inglaterra e Argentina largaram bem. Os Estados Unidos impressionaram. E o Brasil, por enquanto, ainda precisa convencer.

Fato 2

Por isso, mais do que vencer o Haiti, a Seleção Brasileira precisa mostrar que pode jogar em nível semelhante ao das equipes que realmente deixaram boa impressão na abertura do Mundial.

Em busca da taça

A Copa começou e alguns concorrentes já deram sinais claros de que vieram para disputar o título.

Frase

Em uma Copa do Mundo, as torcidas mostram que o futebol é um idioma que dispensa tradução.

Rodapé da coluna

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AUTOR: CÍCERO MOURA





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