Informa Rondônia Desktop Informa Rondônia Mobile

RD ENTREVISTA
Confúcio Moura fala sobre Lula, Bolsonaro e pedágio na BR-364: “Colocaram a cruz no meu ombro”

🛠️ Acessibilidade:

Senador afirma que concessão da BR-364 começou no governo Bolsonaro e teve continuidade na atual gestão; ex-governador também sustenta legalidade das reservas ambientais e apresenta experiência como argumento para disputar novo mandato

Por Vinicius Canova - segunda-feira, 20/07/2026 - 09h27

Porto Velho, RO – O senador Confúcio Moura (MDB) afirmou que a cobrança de pedágio na BR-364 deverá ser explorada contra sua pré-candidatura à reeleição, mas rejeitou a tentativa de atribuir a ele a responsabilidade individual pela concessão. Durante o RD Entrevista, produzido pelo Rondônia Dinâmica em parceria com o Informa Rondônia, o parlamentar comparou as críticas recebidas a uma tentativa de colocar uma cruz sobre seus ombros.

“Assim como puseram a cruz no ombro de Cristo, tinha que colocar a cruz no lombo de alguém. Colocaram no meu ombro”, declarou. Na sequência, sustentou que a modelagem do pedágio não é definida diretamente por deputados, senadores ou pelo presidente da República.

Confúcio Moura durante entrevista no estúdio do RD Entrevista
RD Entrevista

Confúcio diz defender Lula “com muita honra”; chama Trump de “doido”; rebate responsabilidade pelo pedágio e defende reservas ambientais

Senador comenta a concessão da BR-364, o apoio ao governo federal, as tarifas dos Estados Unidos, as unidades de conservação e a decisão de disputar novo mandato.

Entrevista ao RD Entrevista, em parceria com o Informa Rondônia

11 integrantes da bancada federal de Rondônia; Confúcio disse ser o único a apoiar Lula abertamente. Declaração do senador
R$ 118 mi em investimentos federais anuais em rodovias durante o governo Bolsonaro, segundo valor citado por Confúcio. Número mencionado na entrevista
≈ R$ 600 mi em investimentos anuais em rodovias na gestão Lula, conforme estimativa apresentada pelo entrevistado. Estimativa atribuída ao senador
11 unidades de conservação criadas durante sua gestão no Governo de Rondônia. Tema defendido na entrevista

Eu defendo com muita honra o presidente porque ele é um presidente legítimo. Ele foi eleito pelo povo.

Confúcio Moura Ao explicar por que integra a base do governo Lula

Os eixos centrais da entrevista

01
Pedágio na BR-364 Afastou responsabilidade direta de parlamentares e apontou a ANTT e o processo contratual como responsáveis pela modelagem.
02
Apoio a Lula Disse apoiar o presidente de forma aberta e sustentou que governos eleitos precisam de base política para governar.
03
Trump e tarifas Comparou o presidente norte-americano a um jogador de cassino e defendeu a diversificação de mercados pelo Brasil.
04
Reservas ambientais Defendeu a legalidade das áreas criadas em seu governo e negou a retirada de ocupantes antigos.
05
Novo mandato Apresentou experiência, moderação e trajetória política como argumentos para permanecer no Senado.

O que Confúcio sustentou em cada tema

Concessão

“Ninguém mete o dedo nisso”

Confúcio afirmou que a definição do pedágio ocorre por negociação contratual e licitação conduzidas pela ANTT, sob fiscalização do Tribunal de Contas. Disse que o processo começou no governo Bolsonaro e teve continuidade no governo Lula.

Alternativas

Reduzir o peso sobre quem viaja

Entre as possibilidades mencionadas, estão ampliar o prazo da concessão, rever tarifas, aumentar pontos de cobrança e criar tratamento diferenciado para pacientes, usuários de hemodiálise e estudantes.

Governo federal

Apoio institucional, não oposição automática

O senador disse que também colaborou com o governo Bolsonaro durante a pandemia e afirmou que não pretende fazer oposição sistemática a futuros presidentes escolhidos pelas urnas.

Estados Unidos

“Blefador”, “doido” e “maluco”

Ao avaliar Donald Trump, Confúcio criticou tarifas, política migratória e postura internacional. Como resposta comercial, defendeu que o Brasil busque outros mercados e evite confronto prolongado.

Meio ambiente

Defesa das 11 unidades

O ex-governador afirmou que as reservas foram criadas com base na Lei de Zoneamento de 2000. Disse que ninguém foi retirado das áreas e apresentou a preservação como medida de interesse coletivo.

Eleições

Experiência como argumento

Ao justificar a 11ª campanha, Confúcio descreveu o Senado como Casa revisora e disse se considerar preparado pelo tempo, pela vivência e pelas “estradas caminhadas”.

Síntese da posição política

“Eu sei me conduzir com o meu candidato e com o adversário. O que eu tenho que dar é sustentação aos governos. Eu não faço oposição irresponsável.”

Confúcio Moura, no RD Entrevista
Fonte

Declarações de Confúcio Moura em entrevista ao RD Entrevista, com abordagem sobre pedágio, governo Lula, Donald Trump, unidades de conservação, MDB e nova candidatura ao Senado.

“O pedágio não é competência de deputado, nem de senador, nem de presidente da República. O pedágio é uma negociação contratual, de licitação, feita pela Agência Nacional de Transportes Terrestres, a ANTT, e fiscalizada pelo Tribunal de Contas. Senador e deputado, ninguém mete o dedo nisso”, afirmou.

Confúcio reconheceu que o processo de concessão atravessou governos de campos políticos diferentes. Segundo ele, os estudos e as audiências públicas começaram durante a administração de Jair Bolsonaro, quando Tarcísio de Freitas ocupava o Ministério da Infraestrutura, e tiveram continuidade no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

“Começou lá, foram feitas audiências públicas, começou com eles lá e o Lula deu continuidade”, disse. O senador avaliou que o tema será utilizado eleitoralmente por adversários e afirmou que terá de explicar sua posição durante a campanha.

“Logicamente, o discurso eleitoral, esse momento político de debates, a turminha me acusa mesmo e bate. Isso eu vou sofrer muito nessa campanha, porque eles vão tentar jogar isso nas minhas costas. Já vêm jogando, e eu vou explicando”, acrescentou.

Embora tenha afastado a responsabilidade direta dos parlamentares pela contratação, Confúcio disse que a bancada pode atuar na busca por mudanças capazes de reduzir o impacto financeiro sobre os usuários. Entre as alternativas mencionadas estão a ampliação do prazo da concessão, a revisão do valor das tarifas e a instalação de mais pontos de cobrança para permitir que motoristas paguem apenas pelos trechos efetivamente percorridos.

O senador também defendeu tratamento diferenciado para pessoas que precisam viajar com frequência por motivos de saúde ou estudo. Ele citou pacientes em tratamento contra o câncer, usuários de hemodiálise e estudantes que se deslocam todas as noites entre municípios.

“Os doentes de câncer que vêm aqui para o Hospital do Amor todo dia, o pessoal da hemodiálise que vem três vezes por semana e os alunos das universidades que toda noite estão viajando do interior para as cidades maiores, para estudar, têm que pagar pedágio todo dia. Não dá. Então tem que encontrar uma maneira de amenizar isso”, declarou.

A entrevista também expôs de forma direta o alinhamento de Confúcio ao governo Lula. O emedebista afirmou ser o único entre os 11 integrantes da bancada federal de Rondônia que manifesta apoio aberto ao presidente e disse não esconder essa posição, mesmo diante da rejeição enfrentada pelo petista em parte do eleitorado rondoniense.

“Eu, dos 11 parlamentares, sou eu que apoio claramente o governo. Ostensivamente, sou eu. Os outros todos, às vezes, são mais mansos, mas ninguém quer aparecer perto do presidente. Eu defendo com muita honra o presidente porque ele é um presidente legítimo. Ele foi eleito pelo povo”, afirmou.

Confúcio argumentou que Lula venceu uma eleição democrática e precisa de base parlamentar para governar. Segundo ele, sua presença na base do governo não decorre de vantagem pessoal, mas da compreensão de que um presidente eleito precisa receber sustentação política.

“Para governar tem que ter apoio, para governar tem que ter base política em que ele possa confiar. Eu sou da base do governo para ajudá-lo a governar o país em que eu vivo. Eu vivo no Brasil. Se ele for mau presidente, para muitos ele é mau presidente, nós todos vamos perder muito”, declarou.

O senador disse que adotou postura semelhante durante o governo Bolsonaro, embora não fosse eleitor nem integrante do grupo político do ex-presidente. Confúcio recordou a atuação durante a pandemia e afirmou que colaborou com a administração federal quando presidiu uma comissão do Congresso responsável por acompanhar medidas econômicas e administrativas naquele período.

“Eu não sou adepto, não sou seguidor dele, não sou eleitor. Mas o respeito foi o maior possível. O que eu pude ajudar, eu ajudei”, afirmou. Confúcio também disse que não pretende fazer oposição sistemática a futuros governos, mesmo que o candidato apoiado por ele seja derrotado.

Ao comparar as administrações Bolsonaro e Lula, o senador afirmou que o primeiro governo adotou uma política mais rígida de controle de gastos, enquanto o atual ampliou investimentos federais em Rondônia. Confúcio atribuiu a Bolsonaro uma estratégia de ajuste fiscal e disse que a liberação de recursos foi acelerada após a mudança de governo.

Segundo ele, os investimentos federais anuais em rodovias no estado teriam passado de R$ 118 milhões durante o governo Bolsonaro para aproximadamente R$ 600 milhões na gestão Lula. Confúcio também declarou que houve aumento de recursos para saúde e educação e apresentou sua interlocução com os ministérios como uma das funções exercidas no Senado.

“A parte de Rondônia, eu fazia esse meio de campo. Eu fazia esse meio de campo com os ministros. Muitas vezes nem precisa incomodar o presidente. O dia a dia é com os ministros”, afirmou.

Donald Trump foi outro alvo de críticas durante a conversa. Confúcio afirmou que o presidente dos Estados Unidos se afastou do padrão diplomático tradicional adotado por republicanos e democratas e passou a conduzir as relações internacionais colocando os interesses norte-americanos no centro de todas as decisões.

Ao comentar as tarifas impostas ao Brasil, o senador comparou Trump a um jogador de cassino que eleva a pressão para depois recuar durante uma negociação.

“O Trump é blefador. Ele é um jogador de cassino. Ele é o homem do pôquer. Ele joga para você, ele blefa e depois volta. É como um jogo de carteado”, afirmou.

Confúcio também criticou a política migratória norte-americana e a separação de crianças e familiares na fronteira com o México. Para o senador, Trump age como se pudesse impor unilateralmente suas decisões aos demais países.

“Essa maneira de se comportar, e também esses tarifaços, essa intervenção: ‘Eu sou o dono, eu sou o imperador romano, eu domino o mundo’”, declarou, ao reproduzir a lógica que atribui ao presidente norte-americano.

Em outro momento, o emedebista fez uma avaliação ainda mais pessoal sobre Trump.

“Eu acho ele enjoado, doido, maluco, feioso. Será que eu vou gostar de um homem daquele?”, questionou. Apesar do tom, Confúcio afirmou que a ascensão da direita não pode ser explicada exclusivamente pela influência do presidente dos Estados Unidos, mas por um movimento político internacional mais amplo.

Para enfrentar as tarifas, o senador defendeu que o Brasil amplie mercados e reduza a dependência comercial dos Estados Unidos. Ele mencionou a exportação de carne para países asiáticos e árabes e disse que empresários brasileiros podem redirecionar produtos para outros compradores.

“O Brasil vai descobrir outros espaços. Você aumenta a tarifa ali, ele diminui a venda e passa para outro”, afirmou. Confúcio também avaliou que o país deveria evitar uma confrontação prolongada e aguardar a mudança de governo nos Estados Unidos.

“A gente cozinha o galo um pouco, sem muita briga, e vai buscando outras fontes de comércio”, disse.

Questionado sobre sua identificação ideológica, Confúcio afirmou que todo político acaba associado a algum campo e reconheceu que mantém posições historicamente ligadas à centro-esquerda, especialmente nas áreas de saúde e educação. Ele recordou que já defendia a universalização da saúde antes da implantação do Sistema Único de Saúde e relacionou sua atuação à Reforma Sanitária Brasileira.

Ao mesmo tempo, disse manter diálogo com parlamentares conservadores e citou os senadores Eduardo Girão, Rogério Marinho e Tereza Cristina como exemplos de políticos de direita com os quais possui boa convivência.

“Eu navego. Eu converso com todo mundo aqui da direita. Sou amigo desse povo todinho. Não tenho problema nenhum com eles. Eu me dou muito bem, respeito todo mundo”, afirmou. Para Confúcio, a dificuldade está nos grupos mais radicalizados, que transformam divergências políticas em hostilidade pessoal.

A criação de 11 unidades de conservação durante o período em que comandou o Governo de Rondônia também foi abordada. Confúcio sustentou que as áreas foram definidas com base na Lei de Zoneamento de 2000, que delimitou regiões destinadas à produção, ao manejo florestal e à proteção ambiental.

Segundo ele, a maior controvérsia envolve a Estação Ecológica Soldado da Borracha, em Cujubim, enquanto as demais unidades possuem áreas menores e não provocaram a mesma reação política.

“Na época, nós criamos essas reservas baseados na lei, a lei de zoneamento. Nós fomos dentro dessas áreas protegidas e criamos essas reservas. Na realidade, foram 11 reservas pequenas. A que dá mais confusão hoje é a Estação Ecológica Soldado da Borracha”, afirmou.

O ex-governador negou que moradores tenham sido retirados das áreas e afirmou que ocupantes antigos permaneceram nos locais. Também disse que os atos administrativos foram questionados, suspensos pelo governo estadual e posteriormente restabelecidos pela Justiça.

“Eu fiz tudo dentro da lei. Tão certinho que eu fiz dentro da lei que ninguém derrubou até hoje. Nem o próprio governador, que editou novos decretos suspendendo os meus, porque a Justiça retomou”, declarou.

Confúcio apresentou a preservação das áreas como medida de interesse coletivo. “É uma área protegida nossa. Está lá. É de todos nós, do povo brasileiro, mantendo a água, o equilíbrio, a natureza, oxigenando para nós todos”, afirmou.

Ao ser questionado sobre eventuais prejuízos aos ocupantes, o senador voltou a negar a ocorrência de retiradas.

“Ninguém foi retirado. Até hoje, ninguém foi retirado. Não houve nada até hoje. Ninguém foi desintrusado delas. Se uma pessoa estava lá, recebeu dos velhos seringueiros daquelas áreas, está lá do mesmo jeito”, disse.

O senador também afirmou que nenhuma pessoa sofreu prejuízo financeiro em razão dos decretos e atribuiu o aumento das críticas ao período iniciado entre 2020 e 2021, anos depois da criação das unidades.

Na discussão partidária, Confúcio confirmou a manutenção da pré-candidatura de Pedro Abib ao Governo de Rondônia pelo MDB. Segundo ele, Abib apresentou uma carta à direção partidária em abril e recebeu autorização para construir o projeto, sob a condição de alcançar alguma pontuação nas pesquisas até a convenção e assumir os custos da própria campanha.

“Ninguém quer ameaçá-lo de jeito nenhum. Ele está rodando o estado. O povo está gostando dele. É um menino inteligente, é um menino do futuro”, afirmou. Confúcio acrescentou que, mesmo em caso de derrota, a campanha poderá projetar uma nova liderança para eleições futuras.

O presidente estadual do MDB também negou que o ex-senador Amir Lando esteja preparado para substituir Abib. Segundo ele, Amir nunca manifestou intenção de concorrer ao governo, embora continue com espaço para disputar qualquer cargo dentro da legenda.

Na parte final da entrevista, Confúcio apresentou a experiência acumulada como principal argumento para buscar outro mandato. O senador havia considerado encerrar a carreira política, viajar, dedicar mais tempo à leitura e aprender atividades que não fizeram parte de sua rotina, mas resolveu disputar sua 11ª campanha.

Ao justificar a decisão, descreveu o Senado como uma Casa revisora, responsável por analisar projetos aprovados pela Câmara, avaliar indicações para tribunais superiores, ministros, embaixadores e outras funções exclusivas.

“Ali devem estar os mais preparados, devem ser experientes, devem ser moderados. Então eu me sinto capacitado pelo tempo, pela vivência, pelas estradas caminhadas a ocupar esse cargo”, afirmou.

Confúcio encerrou sua participação dizendo que apoiará o governo escolhido pelas urnas, ainda que o vencedor seja adversário de Lula. Citou Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado entre os possíveis nomes da direita e afirmou que não pretende fazer oposição irresponsável.

“Eu sei me conduzir com o meu candidato e com o adversário. O que eu tenho que dar é sustentação aos governos. Eu não faço oposição irresponsável”, declarou.

Em vez de pedir que sua trajetória fosse comparada diretamente à dos demais pré-candidatos, o senador afirmou que o eleitor deve examinar cada nome e formar a própria conclusão.

“Você pode fazer um pente-fino. Não quero que me compare a ninguém, nem mais, nem menos. Analisa todos, tira o seu juízo de valor e manda para Brasília quem você quiser. Eu estou aqui à disposição do povo rondoniense”, concluiu.

10 FRASES DE CONFÚCIO MOURA AO RD ENTREVISTA

01) “Eu defendo com muita honra o presidente porque ele é um presidente legítimo. Ele foi eleito pelo povo.”

A declaração foi feita quando Confúcio explicou por que oferece apoio aberto ao governo Lula, mesmo reconhecendo que essa proximidade será utilizada contra ele durante a campanha eleitoral.

02) “Eu sou da base do governo para ajudá-lo a governar o país que eu vivo. Eu vivo no Brasil.”

O senador pronunciou a frase ao sustentar que a estabilidade e os resultados de uma administração federal afetam toda a população, inclusive quem não votou no presidente eleito.

03) “Eu não atrapalhei o Bolsonaro em nada. E nunca fiz uma crítica a ele. Nunca fiz.”

Confúcio fez a afirmação ao recordar sua atuação durante a pandemia e defender que manteve uma postura institucional diante do governo anterior, apesar de não ser eleitor de Jair Bolsonaro.

04) “O pedágio não é competência de deputado, nem de senador, nem de presidente da república.”

A frase surgiu durante a resposta às acusações relacionadas à concessão da BR-364, quando o senador atribuiu a condução contratual do processo à ANTT e a fiscalização ao Tribunal de Contas.

05) “Começou lá, foram feitas audiências públicas, começou com eles lá e o Lula deu continuidade, né?”

Confúcio declarou isso ao afirmar que a preparação da concessão da BR-364 teve início no governo Bolsonaro e prosseguiu durante a administração Lula.

06) “Ninguém foi retirado. Até hoje. Ninguém foi retirado.”

A declaração foi apresentada como resposta às críticas relacionadas às 11 unidades de conservação criadas durante sua gestão no Governo de Rondônia.

07) “Eu fiz tudo dentro da lei. Tão certinho que eu fiz dentro da lei que ninguém derrubou até hoje.”

O senador utilizou a frase para defender a legalidade dos decretos que instituíram as áreas protegidas e afirmar que as medidas permaneceram válidas.

08) “O Trump, ele é blefador. Ele é um jogador de cassino.”

A avaliação foi feita durante a análise das tarifas norte-americanas e da estratégia de negociação utilizada pelo presidente dos Estados Unidos.

09) “Não existe direita e esquerda. Isso é uma convenção.”

Confúcio pronunciou a frase ao criticar o radicalismo político e argumentar que as divisões ideológicas não deveriam impedir o diálogo sobre saúde, educação e administração pública.

10) “Eu me sinto capacitado pelo tempo, pela vivência, pelas estradas caminhadas a ocupar esse cargo.”

A declaração apareceu na reta final, quando o pré-candidato apresentou sua experiência política e administrativa como argumento para permanecer no Senado.​​​​​​​

AUTOR: VINICIUS CANOVA (DRT 1066/RO) – LinkedIn





COMENTÁRIOS: