Coluna aborda a disputa presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro, o futuro político de Marcos Rocha, os primeiros nomes cogitados para o governo Marcos Rogério, a votação recorde de Mosquini, mudanças na Câmara de Porto Velho e a nova composição feminina nas bancadas
INGRESSANDO NO FUNÉREO CAMPO DA DERROTA, TALVEZ SEJA A HORA DOS ESQUERDISTAS REZAREM POR UM MILAGRE!
O que se vê, a duas semanas da eleição, é o desespero do grupo governista, com a reeleição entrando quase no patamar do impossível. Pior: praticamente todas as táticas, tentativas, iniciativas para tentar reverter o que, parece, a imensa maioria dos brasileiros já decidiu, estão dando errado. Inclusive as táticas de baixaria.
Os aliados, aliás, estão “ajudando” Lula a ingressar no triste e funéreo campo da derrota. Incluindo a Primeira Dama, que tem dado palpites infelizes. Contratar a deputada federal mais votada de Minas para coordenar as redes sociais, por exemplo, foi outro tiro que saiu pela culatra.
Recém eleita, sucesso nas urnas, Ana Elisa é destruída pela direita, nas redes sociais, por várias publicações que fez em passado recente, como, por exemplo, pedindo que Lula fechasse as igrejas evangélicas no país; censurasse as redes sociais e, ainda, fez com publicações defendendo o aborto, à base de palavrões, entre outras heresias.
Outro fato terrível para a campanha petista, foi a publicação da Revista Veja, em que Daniel Vorcaro conta que pagou 30 milhões de reais a Lula, para facilitar seus negócios. E mais: que o financiamento ao filme de Jair Bolsonaro, pedido por seu filho, Flávio, teria sido feito dentro da legalidade. Foi mais um tiro no peito dado na já fragilizada campanha do PT.
No entorno do Presidente, as críticas já começaram. A derrotada Simone Tebet, ex-Bolsonaro e agora caminhando para ser ex-Lula, pediu “menos Janja e mais Geraldo Alkmin’’, sugerindo que a Primeira Dama dê menos pitaco e que o vice Alkmin apareça mais na campanha.
As más notícias não param. Pesquisas que estão sendo feitas por institutos que não fazem parte daquele time que nunca acerta e sempre beneficia só um lado com seus resultados (erraram em São Paulo, erraram feio no Rio de Janeiro, erraram em Minas, erraram no Brasil!) já dão Flávio com mais de cinco pontos à frente de Lula.
Para atrapalhar ainda mais Lula e causar a ojeriza em milhões de brasileiros, seu aliado até há pouco (parece que não é mais!) Alexandre de Moraes, decretou a prisão, sem qualquer chance de que isto aconteça, do irmão de Flávio, o exilado Eduardo Bolsonaro, causando ainda mais danos ao petismo e à esquerda.
Enquanto isso, a direita comemora a adesão de pelo menos três dos que disputaram a Presidência; de entre 13 e 14 governadores eleitos; de 49 senadores e também da ampla maioria dos novos deputados federais. Além do PL, já tem apoio de vários partidos do Centrão e todos os dias soma mais alguém importante ao seu lado.
Embora céticos ou ateus, talvez seja a hora dos esquerdistas tentarem a alternativa da reza. Porque, a continuar assim, só como milagre, para conseguirem reverter o que parece irreversível no 25 de Outubro!
ALGUÉM SABE O QUE ESTÁ PENSANDO MARCOS ROCHA PARA DEPOIS DE DEIXAR O GOVERNO?
Se há um mistério no mundo da política e do poder, em Rondônia, ela se relaciona com o futuro do governador Marcos Rocha. A 85 dias do 5 de Janeiro, quando ele passará a faixa para seu sucessor, Marcos Rogério, provavelmente apenas algumas poucas pessoas mais próximas a ele, sabem quais serão os caminhos que o governante de Rondônia de oito anos seguirá.
Neste momento em que está viajando pelo exterior mais uma vez (está na Espanha, numa feira internacional de frutas) Marcos Rocha há prepara as malas para sua última ida ao exterior. Será em novembro, numa feira sobre o meio ambiente na Turquia. Quando retornar, terá contabilizado uma série de viagens ao exterior.
Nem antes e nem depois de suas múltiplas viagens, o Governador falou sobre suas missões, a não ser pelas redes sociais. Não houve matérias oficiais da Secom, nunca se soube o roteiro e nem de outros detalhes. Em alguns casos, com resultados positivos, o próprio Marcos Rocha divulgava algumas informações apenas pelo Instagram ou outras redes.
Foi numa dessas idas ao exterior, que começou a crise com seu vice, Sérgio Gonçalves. Marcos Rocha estava em Tel Aviv, quando houve uma série de ataques de mísseis. Rocha e membros de sua comitiva tiveram que se proteger em um bunker, até que ele conseguiu sair do país. Nesse ínterim, Gonçalves recorreu à Justiça para assumir o governo. Rocha considerou uma traição.
Dali em frente, os problemas se sucederam, culminando com o rompimento e com a decisão de Marcos Rocha de não concorrer ao Senado e permanecer até o final do seu governo. A batalha contra o vice atingiu em cheio os planos do Governador; da primeira dama, Luana Rocha e do irmão dele, Sandro, que também não puderam disputar cargos eletivos.
Em viagens anteriores, o presidente do Tribunal de Justiça assumiu o Governo. Nesta, Sérgio Gonçalves ficou como governador interino.
VICE DE MARCOS ROCHA FEZ CAMPANHA PARA MARCOS ROGÉRIO E DIZ QUE A ESCOLHA DO ELEITOR “FOI O MELHOR PARA RONDÔNIA!”
Por falar em Sérgio Gonçalves, numa conversa com o apresentador Marcelo Régis, ele contou que votou em Marcos Rogério; que a escolha dele pela população “foi a melhor para Rondônia” e que ele, Sérgio, não pensa em disputar eleição, o que decidiu depois de oito anos como vice-governador.
O conflito com o Governador marcou o atual segundo mandato de Marcos Rocha. Em seus primeiros quatro anos, o vice foi o empresário de Rolim de Moura, Zé Jodan com quem Rocha teve um relacionamento sem qualquer atrito.
No segundo mandato, quando Júnior Gonçalves era seu braço direito e ajudou a reelegê-lo, Rocha tinha várias opções para ter como vice. Decidiu escolher o irmão de Júnior, Sérgio Gonçalves. “Foi uma escolha pessoal minha!”, sempre repetiu o Governador.
No meio do ano passado, começou o confronto, logo depois da volta de Rocha de Israel. A partir dali, foram só problemas. Júnior Gonçalves saiu da Casa Civil. O Governador, que se preparava para disputar uma vaga ao Senado, com chances reais, preferiu o prejuízo político e a entregar o poder ao seu vice.
Foi um longo período de crises, em que Roche chegou a demitir toda a equipe da vice-governadoria. Na campanha eleitoral, pelas redes sociais, Sérgio Gonçalves anunciava apoio a Marcos Rogério.
O atual vice recebeu o vice eleito, Delegado Rodrigo Camargo, em que ambos trocaram elogios. Mais uma vez, Gonçalves repetiu que a eleição de Rondônia foi o melhor do que poderia acontecer com Rondônia. Mesmo Marcos Rogério sendo o principal adversário de Marcos Rocha. Ou talvez por isso…
MARCOS ROGÉRIO COMEÇA A PENSAR NO SEU TIME. PRIMEIROS DOIS NOMES COMEÇAM A SER COMENTADOS NOS BASTIDORES
A equipe de Marcos Rogério já se prepara a transição. O governador Marcos Rocha já determinou ao grupo que ele nomeou, para começar a tratar da sucessão com o time do governante recém eleito. Ao mesmo tempo, Marcos Rogério já está tratando de montar a equipe com que iniciará no comando do Estado, a partir de 5 de janeiro próximo.
Nos últimos dias, Rogério se concentrou em Brasília, onde fez questão de entrar de corpo e alma na campanha de seu amigo pessoal Flávio Bolsonaro, neste segundo turno da disputa presidencial, mas, é claro, já está pensando na montagem do time de governo.
Claro que tudo ainda está sendo tratado em sigilo, mas pelo menos dois nomes têm sido ouvidos, nos bastidores, como certos na próxima administração estadual. O primeiro deles, por óbvio, é o do próprio vice, Rodrigo Camargo, que pode ser o novo secretário de segurança do Estado, por ser policial e conhecer profundamente as questões ligadas ao setor.
Outro que estaria mandando fazer o terno da posse, seria o ex-deputado Leudo Buriti, muito ligado a Marcos Rogério e um dos principais coordenadores da sua campanha. Nada oficial, claro, mas o nome de Leudo estaria como o mais forte para assumir ou a Casa Civil ou outra função importante no primeiro escalão.
Há ainda possibilidade de o prefeito Léo Moraes sugerir algum nome, devido à forte parceria com Rogério e ao grande apoio que deu a ele na eleição. É claro que tudo é especulação, até porque este tipo de decisão jamais é tornada pública, ao menos até que se torne realidade.
Entre os deputados eleitos e reeleitos à Assembleia Legislativa, pode ser que alguém seja convidado, abrindo espaço para suplentes, mas isso também fica, por enquanto, no contexto das especulações.
Por enquanto, Marcos Rogério fala abertamente mesmo apenas sobre a necessidade do seu Estado dar a Flávio Bolsonaro uma vitória ainda mais estrondosa do que deu no primeiro turno. Portanto, só depois de 25 de outubro é que podem começar a se tornar públicas algumas decisões do novo Governador, inclusive em relação à sua futura equipe.
EMOCIONADO, MOSQUINI CAIU DE JOELHOS E NO CHORO, AO SABER QUE RECEBEU MAIS DE 158 MIL VOTOS DOS RONDONIENSES
Ele abre o jogo: pelo trabalho que fez, pelos recursos que trouxe, pela luta incansável em defesa do produtor, principalmente o pequeno e do agronegócio, esperava sim ser o deputado federal mais votado na última eleição para a Câmara Federal. Sonhava com algo em torno de 80 mil votos.
Quando as urnas se abriram, o quase inacreditável. Lúcio Mosquini tinha somado nada menos do que 158.421 votos, superando em mais de 56 mil o recorde anterior, que era de Marinha Raupp. Na faixa dos 102 mil votos. Nunca, na história de Rondônia e desde a primeira eleição, alguém tinha chegado perto disso.
Junto com a família, esposa e filhos e muitos amigos, Mosquini protagonizou uma cena que, quando apareceu nas redes sociais, emocionou a todos. Ajoelhado, este homem acostumado a batalhas políticas, que já enfrentou muito na vida, caiu em pratos. Lágrimas de emoção, mas muito mais de agradecimentos aos rondonienses.
Ao participar do programa Papo de Redação, com os Dinossauros (Parecis FM, de segunda a sexta, meio dia às 14 horas) o deputado que entra no seu quarto mandato como recordista em votos, relatou tudo o que sentiu ao saber do resultado das urnas; agradeceu ao povo rondoniense e garantiu que vai continuar lutando em defesa dos pequenos produtores e da produção como um todo.
Logo depois da eleição, ele já estava em Brasília, batendo em portas dos ministérios e tratando de temas de interesse de Rondônia. Também entrou com toda a força na campanha presidencial, ao lado do senador Flávio Bolsonaro, companheiro de partido.
Mosquini está pronto para o novo mandato. Quer ver um Brasil melhor e uma Rondônia ainda melhor. Do alto dos seus mais de 158 mil votos, ele sabe muito bem da enorme responsabilidade que tem para com sua gente.
ASFALTO DOS 35 QUILÔMETROS DO EXPRESSO PORTO (NOSSO ANEL VIÁRIO) COMEÇOU BEM ANTES DO PROJETADO
Porto Velho tem recebido muitas boas notícias nos últimos tempos. Sem dúvida uma delas é o início das obras de asfaltamento do Anel Viário, com a denominação de Expresso Porto, que liga a BR 364 à cidade, levando os pesados caminhões até o porto da Capital.
Na verdade, o projeto previa que a obra só ficasse pronta daqui a três anos. O prefeito Léo Moraes não se conformou. Foi ao Dnit, à ANTT, ao Ministério dos Transportes, bateu em todas as portas possíveis, até que conseguiu a antecipação.
Num dos vídeos que costumeiramente posta nas redes sociais, Léo comemora o início do asfaltamento: “inicialmente com previsão de entrega para 2030, o serviço de pavimentação, que desafoga o trânsito na nossa Capital. Isso significa que o projeto será acelerado, de maneira significativa, dando a expectativa de que muito em breve a Rodovia seja entregue à população”, comemorou.
Todo o trecho, desde próximo ao complexo das Irmãs Marcelinas, na BR 364, até o Porto Organizado de Porto Velho, são 35 quilômetros de distância. Além do asfalto, a obra completa necessitará de alguns recursos especiais, incluindo uma ponte.
A Expresso Porto, além de melhorar muito o trânsito de Porto Velho, tirando da avenida Jorge Teixeira todo o pesado tráfego de centenas e centenas de caminhões carregados de soja e outros produtos, “será um marco de progresso e logística na escoação da produção agrícola de Rondônia e Estados vizinhos“, afirma o Prefeito.
MULHERES PERDEM ESPAÇO NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA, MAS AUMENTAM REPRESENTAÇÃO NA CÂMARA FEDERAL
As mulheres perderam duas cadeiras na Assembleia Legislativa. Eram cinco, agora são três. Até fevereiro, estão no mandato Ieda Chaves, Rosângela Donadon e Lebrinha, que não se reelegeram. Duas voltaram, com votações expressivas (Cláudia de Jesus e Dra. Taíssa Souza). A terceira mulher é Fátima Cleide, que volta a um mandato depois de longos anos, desde que deixo de ser senadora.
Cláudia de Jesus foi reeleita com 24.383 votos. Dra. Taíssa, quadruplicou sua primeira votação, chegando a 22.249. E Fátima Cleide assume sua cadeira com 13.868 votos. Cláudia e Fátima são as únicas petistas no legislativo estadual. A dra. Taíssa representa a região de Guajará Mirim e sua expressiva votação foi uma das surpresas desta campanha.
Se a bancada estadual escolheu, a federal aumentou. Sílvia Cristina e Cristiane Lopes eram as únicas duas mulheres. Cristiane retoma sua cadeira, ao totalizar 37.005 votos. Mas a mulher mais votada foi Joliane Fúria, esposa do ex-prefeito de Cacoal e candidato derrotado ao Governo, Adailton Fúria. Ela chegou perto de duplicar sua votação de 2022. Agora, teve 42.528 votos. Já outra novidade é a vereadora de Porto Velho, Sofia Andrade, com 37.984 votos.
Outras mulheres, mesmo não eleitas, merecem registro. Entre elas, a petista Luciana Oliveira, que disputou uma vaga ao Senado e obteve 96.391 votos, ficando na quinta colocação, disputando contra nomes poderosos como os eleitos Fernando Máximo e Bruno Scheid, além da deputada federal Sílvia Cristina e da ex-deputada Mariana Carvalho.
MUDOU TUDO! NÃO ENTRA MESA DIRETORA ELEITA HÁ MESES E AGORA É ZÉ PAROCA QUEM PRESIDIRÁ A CÂMARA DA CAPITAL
Em política, nada é definitivo. A Câmara de Vereadores de Porto Velho já tinha escolhido sua Mesa Diretora para 2027. O presidente seria o vereador Pastor Evanildo, que inclusive disputou uma cadeira à Câmara Federal, mas não se elegeu. Estava tudo acertado, até que o STF decidisse anular norma que autorizava eleição para os parlamentos como era feita anteriormente.
Sem a validade daquela decisão, a Câmara da Capital teve que fazer nova eleição. E as escolhas foram bem diferentes. Ao invés do experiente Pastor Evanildo, de 72 anos, foi escolhido para comandar o legislativo municipal entre 2027 e 2028, o ainda jovem João Wilson Guimarães de Souza, o conhecido Zé Paroca, 32 anos mais jovem, que completará 40 anos apenas no final de novembro próximo.
Zé Paroca também participou da eleição do último domingo, concorrendo a uma vaga à Assembleia Legislativa. Teve 9.234 votos, mas não conseguiu se eleger. Cinco dias depois, foi escolhido por unanimidade para ser o novo Presidente da Câmara Municipal.
A diretoria eleita tem ainda o atual presidente Gedeão Negreiros como primeiro vice; Everaldo Fogaça, segundo vice; Edmilson Dourado. Terceiro vice; Breno Mendes, primeiro secretário; segundo secretário e Nilton Souza, terceiro secretário.
Um dos assuntos mais polêmicos dos últimos dias, a demissão de 700 comissionados, é tema a ser enfrentado pelo novo Presidente e a diretoria que assume no ano que vem.
CARROS CONTRA POSTES: ENERGISA REGISTROU 115 DESSES ACIDENTES EM APENAS NOVE MESES. NO TOTAL, 120 MIL FICARAM SEM ENERGIA
Em apenas nove meses, neste ano, Rondônia registrou 115 acidentes envolvendo veículos que colidiram contra postes de energia elétrica, provocando interrupções no fornecimento, atingindo mais de 120 mil clientes, que ficaram sem energia por causa destas colisões. Os dados chamam a atenção para as consequências dessas ocorrências, que colocam vidas em risco e podem deixar residências, comércios e serviços essenciais sem energia.
Somente em setembro, foram registradas 21 colisões, o maior número mensal de ocorrências neste ano. Os acidentes afetaram mais de 18 mil clientes no mês. Já março concentrou o maior impacto no fornecimento de energia, com cerca de 43 mil consumidores atingidos em 17 ocorrências.
Além dos danos aos veículos e à estrutura da rede elétrica, as colisões contra postes representam riscos para motoristas, passageiros, pedestres e moradores das proximidades.
Uma das principais preocupações em acidentes envolvendo postes é o risco de choque elétrico. Dependendo da gravidade da colisão, cabos podem se romper ou entrar em contato com o veículo e outras estruturas, criando situações de perigo mesmo quando não há sinais visíveis de eletricidade. Por isso, a orientação da Energisa é nunca se aproximar de fios caídos, postes danificados ou veículos que possam estar em contato com a rede elétrica.
Em situações de acidentes envolvendo postes ou a rede elétrica, a Energisa reforça que deve ser acionada ajuda especializada: comunique imediatamente o Corpo de Bombeiros e a distribuidora de energia.
O Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo 193, enquanto ocorrências envolvendo a rede elétrica devem ser comunicadas à Energisa Rondônia pelo 0800 647 012.
A ONU ESTÁ MINGUANDO E JÁ DEMITIU 10 MIL ENTRE OS QUE O ARGENTINO MILEI CHAMA DE “PARASITAS ARROGANTES”
Dominada pela esquerda; contra Israel, mas sem considerar terroristas os ataques que mataram centenas de civis e inclusive queimaram bebês no forno de fogões, apenas para dar um exemplo, a Organização das Nações Unidas, felizmente para a democracia mundial, está começando a se tornar apenas uma entidade sem qualquer utilidade ou valor. A mídia da esquerda, como o G1 da Globo, vocifera contra o governo Trump, o acusando de “chantagear a ONU”, enquanto faz vistas grossas para o que a Organização tem feito contra vários países.
Os direitos humanos que ela defende são apenas para um lado ideológico. Suas reuniões são um palco para governos totalitários, mas esvaziadas quando qualquer governante, que não concorda com o domínio da esquerda, vai se pronunciar. O presidente da Argentina, Javier Milei, em discurso, disse que “a ONU se tornou uma organização inútil, cujo único propósito é sustentar uma casta de parasitas fatalmente arrogantes, que se fazem passar por burocratas bem-intencionados”.
Sem o dinheiro americano e de outros países que não concordam com sua parcialidade à esquerda, a ONU está demitindo mais de 10 mil servidores (a maioria dos quais, seguindo Milei, são “parasitas arrogantes”) e avisa que haverá risco para refugiados do mundo todo, inclusive do Brasil.
As perguntas que ficam são: onde estava a ONU para sair em defesa dos judeus trucidados por terroristas? Onde estava quando o governo da Venezuela atacava seu próprio povo e o escravizava? O que a ONU tem feito para defender a democracia em países como a Nicarágua de Daniel Ortega?
Outra: o mundo precisa de uma organização como esta?
PERGUNTINHA
Você, que está batalhando para reeleger o presidente Lula, concorda ou não com a ex-ministra Simone Tebet, que quer que a primeira dama Janja se afaste da campanha do marido e que o vice-presidente Geraldo Alkmin tenha maior visibilidade e destaque neste segundo turno?
Com informações de: Sérgio Pires

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AUTOR: SÉRGIO PIRES





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