Parceria entre Prefeitura e Serviço Geológico do Brasil utiliza mapeamento científico para ampliar acesso à água potável ao longo do rio Madeira
Porto Velho, RO – A escassez de água potável, registrada há décadas em comunidades localizadas no alto, médio e baixo rio Madeira, passa a ser enfrentada com base em estudos técnicos que orientam a perfuração de poços em pontos considerados mais adequados. A ação, já iniciada no distrito de São Carlos, deverá ser expandida para os 14 distritos da região.
A execução ocorre por meio de cooperação entre a Prefeitura de Porto Velho e o Serviço Geológico do Brasil, com a participação de equipes multidisciplinares formadas por geólogos, geofísicos e técnicos especializados. A estratégia consiste na identificação precisa de áreas com maior probabilidade de disponibilidade hídrica, o que permite reduzir custos operacionais e aumentar a eficiência das intervenções.
Historicamente, moradores das comunidades ribeirinhas dependem de ações emergenciais da Defesa Civil Municipal para garantir o abastecimento de água durante períodos de cheia e estiagem. Com a adoção do novo método, a gestão pública busca diminuir a necessidade dessas medidas pontuais.
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Segundo o secretário executivo de Serviços Básicos, Giovani Marini, o problema da falta de água potável no baixo Madeira se prolonga por mais de 30 anos, e desde o início da gestão do prefeito Léo Moraes medidas vêm sendo adotadas para enfrentá-lo. Ele afirmou que a utilização de tecnologia capaz de indicar locais com maior probabilidade de água permitirá o uso mais responsável dos recursos públicos.
O prefeito Léo Moraes destacou que a iniciativa representa uma alternativa para enfrentar um problema histórico e afirmou que o acesso à água potável é uma questão essencial, indicando que a administração seguirá buscando soluções para evitar que a população continue enfrentando dificuldades de abastecimento.
Com informações de: Prefeitura de Porto Velho
