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ATENTADO NOS EUA
Atirador em jantar com Donald Trump é identificado e deve responder por tentativa de homicídio

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Suspeito de 31 anos foi detido após disparos em hotel de Washington; investigações indicam que autoridades do governo eram possíveis alvos

Por Yan Simon - segunda-feira, 27/04/2026 - 07h56

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Porto Velho, RO – O homem apontado como responsável pelos disparos durante um jantar com jornalistas em Washington foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, morador de Torrance, na Califórnia. Ele permanece sob custódia e deverá ser formalmente acusado em tribunal federal, com imputações que incluem tentativa de homicídio contra agente federal, uso de arma de fogo em crime violento e agressão a autoridades.

Informações preliminares indicam que o suspeito teria como possível alvo integrantes do governo dos Estados Unidos, incluindo o presidente Donald Trump. Segundo autoridades, a motivação ainda está sendo apurada. Relatos apontam que entre cinco e oito tiros foram efetuados durante o incidente, ocorrido em um hotel onde acontecia o tradicional jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca.

Durante a ação, um agente do Serviço Secreto foi atingido, mas não sofreu ferimentos graves devido ao uso de colete à prova de balas. O presidente foi retirado do local por agentes de segurança após o início do tumulto, registrado por volta das 20h35 no horário local. Participantes relataram momentos de confusão, com pessoas sendo orientadas a se abaixar enquanto o chefe de Estado era escoltado para fora do salão.

As investigações também consideram que o suspeito estava hospedado no mesmo hotel do evento e portava diferentes armas, incluindo revólveres e facas. Há indícios de que ele teria viajado de trem da Califórnia até Washington, passando por Chicago. Autoridades afirmaram ainda que ele não colaborou com os investigadores até o momento.

Após o episódio, Trump classificou o autor como um “lobo solitário” e afirmou que pessoas com esse perfil precisam ser contidas. O presidente também declarou que a violência política é um problema global e que “nenhum país está imune”.

Em manifestação pública, o chefe do Executivo voltou a defender a construção de um salão de baile mais seguro na Casa Branca, argumentando que um espaço com maior nível de proteção poderia evitar situações semelhantes. Ele criticou ações judiciais que têm atrasado o projeto e afirmou que o processo deve ser encerrado para permitir a continuidade da obra.

O evento foi interrompido e deverá ser remarcado. O caso segue sob investigação federal, com análise de possíveis falhas de segurança e da real motivação do ataque.

Com informações de: Agência Brasil

AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO) – LinkedIn





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