Candidato ao Governo pelo PSB defendeu atendimento permanente para transtornos mentais, dependência química e alcoolismo durante entrevista à Band FM
Porto Velho, RO – A implantação de equipes interdisciplinares de saúde mental com funcionamento 24 horas por dia, durante toda a semana, foi defendida pelo candidato ao Governo de Rondônia pelo PSB, Samuel Costa. A proposta prevê acolhimento contínuo para pessoas com transtornos mentais, doenças neurológicas, dependência química e alcoolismo.
Samuel apresentou a medida durante entrevista ao programa Rede Clube Cidade, da Rádio Band FM 94,1. A conversa, conduzida pelos jornalistas Ibernon Nunes e Beatriz Maciel, foi transmitida em rede estadual como parte da série dedicada aos candidatos ao Governo de Rondônia nas eleições de 2026.
Ao abordar a necessidade de ampliar a assistência, o candidato afirmou que a saúde mental deve ocupar posição prioritária na administração pública. Para ele, o atendimento precisa estar disponível justamente nos momentos em que pacientes e famílias enfrentam situações de maior vulnerabilidade.
“O Estado precisa estar presente quando as pessoas mais precisam. Saúde mental é uma questão de dignidade, de prevenção e de cuidado com a vida”, declarou.
Durante a entrevista, Samuel Costa também relacionou o agravamento de problemas emocionais e financeiros ao crescimento das apostas esportivas, dos jogos de azar, das plataformas conhecidas como “tigrinho” e dos cassinos virtuais.
Segundo o candidato, a promessa de enriquecimento rápido oferecida por essas plataformas tem contribuído para o endividamento e o adoecimento emocional de milhares de famílias. Ele defendeu que os impactos sociais da dependência em apostas sejam tratados pelo poder público como parte das políticas de prevenção e assistência.
Samuel afirmou ainda que a ampliação da rede estadual deve garantir acompanhamento permanente e atuação integrada de diferentes profissionais. A proposta, conforme apresentou, busca assegurar atendimento contínuo e reduzir o sofrimento de pessoas que hoje enfrentam dificuldades para acessar os serviços de saúde.
Para o candidato, governar significa colocar a população no centro das decisões e priorizar políticas capazes de ampliar o acesso ao cuidado. A saúde mental, segundo ele, deve ser enfrentada não apenas durante crises, mas também por meio de prevenção, acolhimento e acompanhamento regular.
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