Pecuarista, que se apresenta como assessor especial de Jair Bolsonaro e é apontado como pré-candidato ao Senado pelo PL de Rondônia em 2026, disse que esperava mobilização maior de apoiadores
Porto Velho, RO – O pecuarista Bruno Scheid, que se apresenta como assessor especial do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e é apontado pelo próprio como um dos pré-candidatos ao Senado pelo PL de Rondônia nas eleições de 2026, fez uma transmissão ao vivo para comentar a chegada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Porto Velho e a circulação de um vídeo de agressão durante o evento.
Scheid afirmou que havia recebido imagens de um homem idoso, vestindo camisa do Brasil, sendo agredido por outro homem mais jovem. “Acabei de ver aqui uma imagem de um senhor sendo agredido com uma camisa do Brasil, um senhor de idade já, um cara de idade bem inferior o agredindo. Esse vídeo está rodando aí nas redes sociais, nos grupos de WhatsApp”, relatou.
Durante a transmissão, o pecuarista se referiu de forma crítica ao agressor e afirmou que pessoas estariam sendo levadas ao evento por meio de transporte organizado. Segundo ele, “os ônibus da dita empresa de Ji-Paraná estão levando gente do interior inteiro, fulano está bancando, porque senão não teria gente ali para recepcionar esse ladrão em Porto Velho”.
Scheid disse esperar mais participação de apoiadores do lema “Deus, Pátria, Família e Liberdade” e citou que o PL teria “mais de 90 vereadores no estado, alguns prefeitos, vice-prefeitos, deputados estaduais e federais”. Ele também declarou que Lula “foi condenado em primeira instância, segunda instância, confirmado pelo STJ” e que Rondônia seria, em sua avaliação, “o estado mais conservador do Brasil hoje”.
Ao longo do vídeo, Scheid cobrou manifestações mais expressivas contra a presença de Lula. “Era para os senhores estarem aí com um caminhão de som do tamanho do mundo falando: ‘a gente não aceita ladrão no estado’”, disse, acrescentando que os apoiadores deveriam “tirar o couro da sombra, do ar-condicionado e ir ao sol”.
O pecuarista afirmou que estava em Brasília e que permaneceria na capital federal “até que o meu presidente, o meu amigo, o cara que eu sei que é honesto, esteja na rua”. Ele concluiu pedindo que apoiadores no estado se mobilizassem.
