Informa Rondônia Desktop Informa Rondônia Mobile

PREVENÇÃO
Rondônia intensifica ações de vigilância e alerta para prevenção da doença de Chagas

🛠️ Acessibilidade:

Monitoramento de casos, análise de vetores e orientação à população marcam as estratégias reforçadas pela Agevisa no Dia Mundial da Doença de Chagas

Por Yan Simon - terça-feira, 14/04/2026 - 08h50

Compartilhe
37 compartilhamentos
Facebook Instagram WhatsApp X

Porto Velho, RO – A intensificação das ações de vigilância em Rondônia tem sido adotada como estratégia para reduzir riscos e evitar complicações associadas à doença de Chagas, especialmente os problemas cardíacos que podem surgir nas fases mais avançadas. As iniciativas incluem monitoramento contínuo, identificação precoce de casos e orientação direta às comunidades sobre formas de prevenção e transmissão.

A circulação do parasita também vem sendo acompanhada por meio da análise de insetos vetores em diferentes municípios, com registros de positividade que reforçam a necessidade de manter medidas permanentes de controle. Dados da vigilância indicam que, entre 2021 e 2025, foram notificados 618 casos suspeitos no estado, com seis confirmações, além de ocorrências da forma crônica, evidenciando o caráter silencioso da doença.

Transmitida principalmente pelo inseto conhecido como barbeiro, a doença de Chagas é causada pelo parasita Trypanosoma cruzi. Em muitos casos, os sintomas iniciais são leves ou inexistentes, podendo incluir febre, cansaço e mal-estar. Com o passar do tempo, no entanto, podem surgir alterações cardíacas e digestivas, afetando a qualidade de vida dos pacientes.

De acordo com o coordenador estadual da doença de Chagas, José Maria Ribeiro, a ausência de sintomas no início não impede a progressão da enfermidade, que pode evoluir ao longo dos anos e comprometer o coração, com quadros como arritmias, insuficiência cardíaca e dificuldades na circulação sanguínea.

As ações são coordenadas pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), municípios e laboratórios. Segundo o diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregorio de Lima, a população deve ser orientada a não manusear diretamente o inseto transmissor e a encaminhá-lo aos pontos de coleta ou unidades de saúde para análise, além de buscar atendimento em caso de suspeita.

Com informações de: Governo de Rondônia

AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO) – LinkedIn





COMENTÁRIOS: