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Delegado Camargo garante revogação de taxa sobre mineração após Assembleia derrubar veto do Governo de Rondônia

Delegado Camargo garante revogação de taxa sobre mineração após Assembleia derrubar veto do Governo de Rondônia
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Deputado articulou apoio para rejeição do veto ao projeto que extingue a TFRM, evitando a manutenção da cobrança sobre atividades minerárias e insumos utilizados na construção civil, agricultura e pecuária.

Por Yan Simon - quinta-feira, 25/06/2026 - 10h34

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Porto Velho, RO – A derrubada do veto do Governo de Rondônia pela Assembleia Legislativa manteve em vigor a revogação da Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários (TFRM). A decisão, tomada na sessão de terça-feira (23), assegurou o fim da cobrança prevista na Lei nº 6.358/2026 e teve participação direta do deputado estadual Delegado Camargo (Podemos), autor da proposta que extinguiu a taxa.

A norma revogada estabelecia cobrança anual sobre atividades ligadas ao setor mineral, alcançando também materiais utilizados pela construção civil, como areia, brita, cascalho e argila, além do calcário empregado na agricultura e na pecuária.

Antes mesmo da revogação, Delegado Camargo havia se posicionado contra a criação da taxa durante a votação da matéria encaminhada pelo Poder Executivo. Após a sanção da lei, o parlamentar protocolou o Projeto de Lei nº 1.374/2026, propondo a revogação integral da cobrança por considerar que ela criava uma nova obrigação financeira para segmentos considerados estratégicos da economia estadual.

Embora o projeto tenha sido aprovado pelos deputados, ele recebeu veto total do Executivo. Na apreciação do veto, realizada nesta terça-feira, o parlamentar voltou a defender a extinção da taxa e conseguiu reunir apoio suficiente para que a Assembleia rejeitasse a decisão do Governo, mantendo a revogação da legislação.

Durante a discussão da matéria, Delegado Camargo afirmou que a cobrança não afetaria apenas grandes empresas do setor mineral. Segundo ele, os impactos seriam sentidos também por pequenos garimpeiros, produtores rurais, empresas da construção civil e consumidores. Para o deputado, “esse projeto está corrigindo uma injustiça” ao eliminar uma nova carga tributária sobre a população rondoniense.

O parlamentar também argumentou que a incidência da taxa sobre insumos básicos produziria reflexos em toda a cadeia econômica. Ele ressaltou que o aumento dos custos acabaria sendo repassado ao consumidor final, atingindo trabalhadores, comerciantes e produtores rurais que dependem desses materiais para desenvolver suas atividades. Em sua avaliação, o encarecimento de itens como areia, brita, argila e calcário ampliaria os custos da produção e da construção.

Com a rejeição do veto, Delegado Camargo reforça uma posição adotada ao longo de seu mandato, marcada pela oposição à criação de novos tributos e taxas. O deputado sustenta que Rondônia deve priorizar medidas que incentivem o trabalho, o empreendedorismo e a produção, reduzindo entraves para quem investe e gera empregos.

Ao final da votação, o parlamentar declarou que continuará atuando para evitar o aumento da carga tributária no estado. “Meu compromisso é impedir que mais boletos sejam colocados nas costas de quem trabalha em Rondônia. O Estado precisa apoiar quem produz, e não criar novas dificuldades para quem gera emprego e movimenta nossa economia”, concluiu.

Com informações de: Assembleia Legislativa

AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO) – LinkedIn





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