Pré-candidato ao Governo afirma que processo de saneamento é inoportuno às vésperas da eleição, questiona falta de transparência e diz que qualquer promessa sem reorganização financeira é “demagogia”
Porto Velho, RO – O ex-prefeito de Porto Velho e pré-candidato ao Governo de Rondônia Hildon Chaves declarou ser contrário à realização, no atual momento, do processo de concessão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no estado. Durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado por Robson Oliveira em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica, ele classificou o procedimento como inoportuno, questionou a celeridade adotada pelo Governo de Rondônia e afirmou que a operação precisa ser mais bem esclarecida à população.
Hildon disse não compreender por que o Estado demonstra rapidez para avançar com a concessão do saneamento perto do encerramento da gestão, enquanto problemas que considera graves, especialmente na saúde pública, continuam sem solução. Segundo ele, a proximidade do período eleitoral agrava as dúvidas sobre a conveniência do processo.
“Eu não vejo com bons olhos este momento. Eu gostaria que o governo estadual tivesse esta mesma pressa para resolver esses problemas gravíssimos da saúde do nosso estado. Eu não consigo encontrar esta prioridade e esta celeridade com esta questão às vésperas do encerramento da gestão estadual. Nós estamos num momento pré-eleitoral. Eu acredito que a imensa maioria dos pré-candidatos atualmente não concordaria. Eu acredito que o momento é inoportuno”, declarou.
Questionado diretamente por Robson Oliveira se considerava inadequada a realização do leilão naquele momento, Hildon respondeu que tinha “certeza absoluta” disso. O ex-prefeito afirmou não conhecer integralmente os estudos utilizados na preparação do procedimento e diferenciou uma modelagem econômica de análises aprofundadas sobre impactos, tarifas e viabilidade operacional.
Hildon diz que concessão do saneamento “não cheira bem”
Pré-candidato ao Governo de Rondônia questiona o momento do processo, cobra transparência, defende reorganização das finanças e apresenta experiência administrativa como credencial eleitoral.
Entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado por Robson Oliveira em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica
Mas eu acho que não cheira bem, nesse momento pré-eleitoral, principalmente se considerando que o próprio governo do Estado tem um candidato para esta continuidade.
Os eixos centrais da entrevista
O que Hildon sustentou em cada tema
“O momento é inoportuno”
Hildon afirmou não ver com bons olhos o avanço da concessão perto do encerramento da gestão estadual e em pleno período pré-eleitoral. Para ele, o processo precisa ser melhor explicado à população.
Modelagem não substitui análise aprofundada
O ex-prefeito disse desconhecer integralmente os estudos usados na preparação do procedimento e diferenciou uma modelagem econômica de avaliações detalhadas sobre tarifas, impactos e viabilidade operacional.
Estado estaria quase paralisado
Ao descrever a situação administrativa, afirmou que faltariam recursos até para diárias de servidores do DER, impedindo deslocamentos e comprometendo serviços básicos.
Finanças antes das promessas
Hildon declarou que qualquer proposta para saúde, estradas ou outras áreas será demagógica enquanto as contas do Estado não forem reorganizadas e houver falta de recursos para executar políticas públicas.
Pavimentação e alfabetização
O pré-candidato afirmou ter executado cerca de 800 quilômetros de pavimentação e elevado de 30 para 95, em cada 100, o número de crianças alfabetizadas na idade adequada em Porto Velho.
Sem vender governo ou princípios
Ao falar da campanha, afirmou não ter vaidade pelo cargo e disse que não assumirá compromissos políticos ou financeiros que comprometam uma eventual administração estadual.
“A primeira coisa que precisa ser feita é arrumar as finanças do Estado de Rondônia. Antes disso, qualquer conversa é demagogia. Não se aplica.”
Hildon Chaves, no Resenha PolíticaDeclarações de Hildon Chaves ao podcast Resenha Política, apresentado por Robson Oliveira em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica, com abordagem sobre saneamento, finanças estaduais, saúde, gestão pública, chapa eleitoral e campanha ao Governo de Rondônia.
Hildon relatou que a Prefeitura de Porto Velho chegou a iniciar um processo semelhante durante sua administração. De acordo com ele, a gestão municipal contratou uma fundação vinculada à Universidade de São Paulo para prestar assessoramento técnico. Os trabalhos, segundo o ex-prefeito, consumiram aproximadamente dois anos e meio, foram interrompidos durante a pandemia e precisaram ser atualizados posteriormente.
O pré-candidato afirmou ter ouvido que a atual modelagem estadual teria sido elaborada com participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES, mas ponderou que isso, por si só, não elimina a necessidade de estudos mais detalhados. Ele também mencionou a transferência da titularidade dos serviços, antes atribuída ao município de Porto Velho, por meio de uma alteração legislativa que classificou como um “jabuti”.
“O assunto é muito complexo. Primeiro, isso tem que ser resolvido imediatamente. Os investimentos para resolver água e esgoto só em Porto Velho, eu estimo que hoje seriam algo em torno de R$ 3 bilhões. Porto Velho não tem, o prefeito Léo não tem R$ 3 bilhões para resolver isso. Nem o governo. E nem o governo federal. Ninguém tem esse dinheiro”, afirmou.
Hildon citou ainda uma parceria público-privada estimada por ele em aproximadamente R$ 8 bilhões. Embora tenha reconhecido a necessidade de investimentos privados e públicos para ampliar o saneamento, sustentou que a discussão não estaria suficientemente transparente. Conforme declarou, Rondônia teria cobertura aproximada de 20% a 25% de água tratada, enquanto o atendimento por esgotamento sanitário estaria próximo de zero.
“Esse investimento é necessário, isso impacta a saúde. Mas eu acho que não cheira bem, nesse momento pré-eleitoral, principalmente se considerando que o próprio governo do Estado tem um candidato para esta continuidade. Então, não é o momento para isso”, disse Hildon. A expressão foi seguida por uma observação bem-humorada de Robson Oliveira de que “esgoto nunca cheira bem”, comentário acompanhado pelo entrevistado.
Além das críticas ao processo de saneamento, Hildon apresentou um diagnóstico severo sobre o funcionamento administrativo do Governo de Rondônia. Ele afirmou que a máquina pública estaria praticamente paralisada e mencionou dificuldades para o pagamento de diárias a servidores responsáveis por serviços rodoviários.
Segundo o pré-candidato, a falta de recursos para despesas operacionais impediria o deslocamento de equipes e comprometeria serviços básicos. Hildon disse que, antes de apresentar soluções para saúde, estradas ou outras áreas, o próximo governador terá de reorganizar as contas estaduais.
“Hoje o Estado de Rondônia está praticamente numa situação quase de imobilidade total. Então, se eu estou falando da diária do DER, o drama da saúde é enorme. Isso indigna a todos nós. Eu tenho certeza absoluta de que todo mundo está clamando por resultados”, declarou.
Ao ser questionado se considerava que Rondônia enfrentava uma crise fiscal, Hildon evitou utilizar essa classificação. Disse que ainda não havia chegado a essa conclusão, mas sustentou que faltavam recursos para atividades básicas e mencionou um desencaixe de aproximadamente R$ 800 milhões na saúde estadual.
“Hoje existe um desencaixe de aproximadamente R$ 800 milhões na saúde do Estado. Então é por isso que eu estava falando naquele momento que a primeira coisa que precisa ser feita é arrumar as finanças do Estado de Rondônia. Antes disso, qualquer conversa é demagogia. Não se aplica”, afirmou.
O ex-prefeito avaliou que o primeiro ano da próxima administração será difícil, independentemente do candidato eleito. Para ele, discursos eleitorais que prometem resolver todas as áreas ignoram que as políticas públicas dependem de disponibilidade financeira, planejamento e capacidade gerencial.
Hildon apontou o combate à corrupção e a qualidade da gestão como os dois pilares de sua proposta. Na entrevista, sustentou que os recursos públicos podem ser suficientes para atender à população quando administrados corretamente, embora tenha reconhecido que não se considera “dono da verdade” nem a “última bolacha do pacote”.
O pré-candidato utilizou sua passagem pela Prefeitura de Porto Velho como referência para defender essa capacidade administrativa. Segundo ele, quando assumiu o município, encontrou uma cidade com problemas estruturais históricos, incluindo viadutos inacabados e baixa capacidade de investimento. Hildon, contudo, fez uma distinção entre dificuldades financeiras e insolvência.
Ele afirmou que a administração anterior, comandada por Mauro Nazif, havia mantido o funcionamento da Prefeitura, mas deixado o município sem capacidade para realizar investimentos de maior porte. Hildon disse que as contas municipais permitiam o funcionamento cotidiano, embora a capacidade de endividamento e contratação de crédito estivesse comprometida.
Durante esse trecho, Robson Oliveira relembrou declarações anteriores do ex-prefeito sobre a situação fiscal encontrada em 2017. Hildon reafirmou que a Prefeitura “rodava tranquilamente”, mas não possuía capacidade de investimento.
Ao abordar sua experiência administrativa, o pré-candidato declarou ter exercido por 21 anos o cargo de promotor de Justiça e acumulado aproximadamente 25 anos de atuação como gestor privado e empresário. Segundo ele, essa combinação teria sido fundamental para as decisões adotadas durante os oito anos em que comandou Porto Velho.
Hildon afirmou que sua administração executou cerca de 800 quilômetros de pavimentação. Na comparação apresentada por ele, os prefeitos que o antecederam teriam realizado, em média, dez quilômetros por ano, o equivalente a aproximadamente 40 quilômetros por mandato.
O ex-prefeito também destacou resultados educacionais. Conforme relatou, quando assumiu a administração municipal, apenas 30 de cada 100 crianças eram alfabetizadas na idade considerada adequada. Ao final do segundo mandato, segundo ele, esse número teria subido para 95 de cada 100 estudantes.
Hildon declarou que a mudança teria levado Porto Velho do último para o quinto lugar entre as capitais brasileiras em um indicador educacional citado durante a conversa. Acrescentou que o município, anteriormente, puxava para baixo o desempenho de Rondônia no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, o Ideb, e que, ao final de sua gestão, passou a contribuir positivamente para o resultado estadual.
O pré-candidato ressaltou que a rede pública de Porto Velho possui complexidades diferentes das encontradas em municípios menores. Ele mencionou uma estrutura com aproximadamente 45 mil alunos, escolas localizadas no Baixo Madeira e unidades que exigem deslocamentos de dez a 12 horas de barco. Também citou escolas e postos de saúde situados a até 360 quilômetros da área urbana, na direção do Acre.
Outro ponto de tensão da entrevista foi a especulação de que o deputado estadual Cirone Deiró poderia desistir de integrar a chapa como pré-candidato a vice-governador e disputar novamente uma vaga na Assembleia Legislativa. Hildon rejeitou a informação e disse que a notícia teria sido “plantada”.
O ex-prefeito afirmou que estava ao lado de Cirone, realizando gravações e fotografias, quando a informação começou a circular. Segundo Hildon, o deputado é um quadro com experiência na iniciativa privada, possui boa aceitação política e é uma liderança relevante na região de Cacoal. Ele sugeriu que os rumores poderiam ter origem naquela região, onde outro pré-candidato ao Governo também possui base eleitoral.
Ao comentar as pesquisas eleitorais, Hildon disse que os levantamentos divulgados naquele momento lhe davam mais alegria do que preocupação. Também revelou que sua equipe contratou a AtlasIntel e que uma nova pesquisa estava sendo realizada.
O pré-candidato informou ainda que foram conduzidas duas pesquisas qualitativas, uma no final do ano anterior e outra no início da caminhada eleitoral. De acordo com ele, os grupos focais tiveram abrangência estadual e buscaram identificar o perfil de governador desejado pela população de Rondônia.
Hildon afirmou que os levantamentos qualitativos apontaram preferência por uma pessoa com experiência em gestão pública e privada, além de passagem por instituições ligadas ao sistema de Justiça ou à segurança pública. Para ele, essas características dariam sentido à própria postulação.
No trecho final da entrevista, o ex-prefeito disse que não pretende fazer uma campanha que o obrigue a “vender” o governo, a alma, os princípios ou o patrimônio pessoal. Hildon afirmou não ter vaidade em ocupar o cargo e recordou que avaliou ser candidato a deputado federal, aceitar uma posição de vice-governador ou não concorrer a nenhuma função.
“Eu não vou fazer uma campanha onde eu tenha que vender o governo, onde eu tenha que vender a minha alma e os meus princípios. Vai ser da mesma forma que foram as outras duas. Eu não tenho vaidade de ser governador de Rondônia”, declarou.
Hildon confirmou que foi procurado para discutir a possibilidade de integrar outras chapas como candidato a vice. Mesmo assim, afirmou ter decidido apresentar o próprio nome por considerar que sua experiência deveria ser colocada à disposição do eleitorado.
O ex-prefeito disse que o próximo governador administrará um orçamento próximo de R$ 20 bilhões e defendeu que os candidatos sejam questionados sobre o que já administraram. Ele apresentou como credenciais os 21 anos no Ministério Público, cerca de 25 anos como empresário e os dois mandatos à frente de Porto Velho, município que classificou como detentor do segundo maior orçamento de Rondônia.
“Não vamos nos matar por essa eleição. Não vou vender o meu patrimônio para ser governador de Rondônia. Se eu tiver que ser governador do Estado de Rondônia, se eu tiver esta honra, vai ser da mesma forma como foi à frente da Prefeitura de Porto Velho”, afirmou.
Hildon também declarou que nem ele nem os secretários de sua administração responderiam a procedimentos decorrentes dos oito anos de gestão. Embora tenha classificado isso como uma obrigação de qualquer agente público, disse que a inexistência de acusações teria se transformado em um ativo político no cenário brasileiro.
O entrevistado afirmou viver em Rondônia há 34 anos e disse que os negócios, investimentos e interesses de sua família estão concentrados no estado. Segundo ele, esse vínculo reforça o compromisso com a administração estadual.
Hildon reconheceu que não liderava a disputa naquele momento, mas destacou que a eleição ainda não havia começado oficialmente. Disse ter percorrido 30 municípios e que ainda pretendia visitar outros 22 antes da apresentação definitiva do plano de governo.
A proposta, conforme explicou, é realizar rodas de conversa para identificar demandas locais. Hildon argumentou que os problemas de Cabixi, Vilhena, Guajará-Mirim, Porto Velho e Ariquemes possuem características diferentes e que o programa não deveria ser elaborado apenas pela equipe do pré-candidato.
Ao encerrar, Hildon abordou a abstenção eleitoral em Rondônia. Inicialmente, mencionou um índice de 20%, corrigido por Robson Oliveira para aproximadamente 25%. O ex-prefeito lamentou que parte expressiva do eleitorado não compareça às urnas e afirmou que quem não acompanha a política acaba sendo governado por quem participa dela.
Para Hildon, erros na escolha de cargos do Legislativo podem ser parcialmente compensados pelo funcionamento colegiado das casas parlamentares. Já nas eleições para prefeito, governador e presidente da República, segundo ele, a concentração de poder administrativo amplia as consequências da decisão do eleitor.
“Quem não gosta, quem não acompanha e quem não vota vai ser governado por quem gosta. A gente não pode errar de maneira nenhuma para prefeito, para governador do Estado e para presidente da República”, concluiu.
DEZ FRASES DE HILDON CHAVES AO RESENHA POLÍTICA
01) “Mas eu acho que não cheira bem, nesse momento pré-eleitoral, principalmente se considerando que o próprio governo do Estado tem um candidato para esta continuidade.”
Hildon Chaves criticou o momento escolhido pelo Governo de Rondônia para avançar com a concessão dos serviços de água e esgoto. Embora tenha reconhecido a necessidade de investimentos no saneamento, afirmou que o procedimento deveria ser mais transparente e questionou a realização do processo às vésperas da eleição.
02) “Hoje o Estado de Rondônia está praticamente numa situação quase de imobilidade total.”
A declaração foi feita durante a discussão sobre a capacidade operacional do governo estadual. Hildon alegou que servidores do DER estariam sem recursos para diárias e usou o exemplo para sustentar que serviços básicos enfrentariam dificuldades de funcionamento.
03) “Hoje existe um desencaixe de aproximadamente R$ 800 milhões na saúde do Estado.”
Questionado sobre a existência de uma crise fiscal em Rondônia, o pré-candidato evitou adotar essa classificação. Mesmo assim, afirmou que faltaria dinheiro para despesas básicas e apontou o suposto desencaixe na saúde como uma das principais dificuldades a serem enfrentadas pelo próximo governador.
04) “Antes disso, qualquer conversa é demagogia. Não se aplica.”
Hildon declarou que a reorganização das finanças estaduais deveria anteceder promessas sobre saúde, estradas e outros serviços públicos. Segundo ele, propostas apresentadas sem indicação dos recursos necessários não teriam viabilidade prática.
05) “Eu tenho certeza absoluta que ele é inadequado.”
A frase foi uma resposta direta à pergunta sobre a realização do leilão do saneamento naquele momento. Hildon disse desconhecer os estudos completos que sustentariam a operação e afirmou que uma modelagem financeira não substituiria análises aprofundadas sobre tarifas, impactos e execução.
06) “Eu gostaria que o governo estadual tivesse esta mesma pressa para resolver esses problemas gravíssimos da saúde do nosso estado.”
Ao questionar a velocidade do processo de concessão da água e do esgoto, Hildon comparou a celeridade do governo nessa área com a resposta dada aos problemas da saúde pública. Para ele, as prioridades estaduais não estariam sendo organizadas de maneira adequada.
07) “Eu não vou fazer uma campanha onde eu tenha que vender o governo, onde eu tenha que vender a minha alma e os meus princípios.”
O ex-prefeito afirmou que não pretende assumir compromissos políticos ou financeiros que comprometam uma eventual administração. Disse que não possui vaidade de ser governador e que não sacrificará princípios ou patrimônio pessoal para vencer a eleição.
08) “Não vamos nos matar por essa eleição, não vou vender o meu patrimônio para ser governador de Rondônia.”
Hildon sustentou que sua candidatura está baseada na experiência administrativa e não em uma busca pessoal pelo cargo. Ele mencionou suas passagens pelo Ministério Público, pela iniciativa privada e pela Prefeitura de Porto Velho como as credenciais que pretende apresentar ao eleitor.
09) “Nem o ex-prefeito Hildon e nenhum dos nossos secretários respondem absolutamente nada após oito anos de gestão.”
A afirmação surgiu quando Hildon foi questionado sobre sua qualificação em comparação com os demais pré-candidatos. Ele apresentou a ausência de acusações contra sua equipe como uma obrigação administrativa, mas acrescentou que, no cenário brasileiro, isso teria se tornado um ativo político relevante.
10) “A gente não pode errar de maneira nenhuma para prefeito, para governador do Estado e para presidente da República.”
No encerramento da entrevista, Hildon falou sobre o índice de abstenção eleitoral em Rondônia. Argumentou que escolhas ruins para o Legislativo poderiam ser parcialmente compensadas pelo funcionamento colegiado, enquanto erros na eleição de chefes do Executivo teriam consequências mais amplas e concentradas.
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