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DEFESA CIVIL
Prefeitura disponibiliza brigadistas pelo PVH+ e amplia combate às queimadas em Porto Velho

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Equipes municipais atuam no primeiro combate ao fogo, na proteção de imóveis e no resgate de animais; ocorrências também podem ser comunicadas ao Corpo de Bombeiros pelo número 193

Por Yan Simon - quinta-feira, 30/07/2026 - 08h22

Porto Velho, RO – Moradores de Porto Velho podem solicitar o atendimento dos Brigadistas Municipais diretamente pelo aplicativo PVH+ ao identificarem focos de incêndio em terrenos, áreas urbanas ou regiões de vegetação. O acionamento rápido das equipes integra as medidas adotadas pela prefeitura para impedir que pequenas ocorrências avancem e provoquem danos à população, ao patrimônio e ao meio ambiente.

Os profissionais são capacitados para monitorar áreas consideradas de risco e realizar o primeiro combate às chamas. A atuação ocorre até a chegada do Corpo de Bombeiros, quando necessário. Além de controlar o fogo, os brigadistas auxiliam na proteção de residências ameaçadas e no resgate de animais atingidos pelos incêndios.

A participação da população é apontada pelo município como uma das principais formas de acelerar a resposta às ocorrências. Qualquer princípio de incêndio pode ser comunicado ao Corpo de Bombeiros, pelo número 193, ou aos Brigadistas Municipais, por meio do PVH+. Denúncias ambientais também podem ser encaminhadas pelos canais oficiais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema).

De acordo com o brigadista municipal Marcelo Vasconcelos, denúncias, ligações e equipamentos de monitoramento permitiram a identificação de diversos focos provocados de forma criminosa nos últimos dias. Ele informou que as equipes trabalham para combater o maior número possível de ocorrências e reforçou que a população não deve utilizar fogo, além de comunicar imediatamente qualquer situação suspeita.

O superintendente da Defesa Civil Municipal, Marcos Berti, afirmou que o enfrentamento exige a integração dos órgãos públicos e a colaboração dos moradores. Segundo ele, a imprudência relacionada aos incêndios coloca toda a cidade em risco e precisa ser contida para evitar a repetição da situação registrada em 2024.

A operação reúne a Defesa Civil, os Brigadistas Municipais, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e o Corpo de Bombeiros. Conforme o superintendente, a conscientização popular também é necessária, uma vez que provocar queimadas constitui crime.

O prefeito Léo Moraes destacou que as denúncias podem evitar tragédias e reduzir riscos à vida. “Se você presenciar um princípio de incêndio ou alguém colocando fogo em terrenos ou áreas de vegetação, denuncie imediatamente”, orientou.

O prefeito também lembrou que o Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo 193 e que o atendimento dos brigadistas está disponível no aplicativo municipal. Para Léo Moraes, a proteção da cidade depende de uma responsabilidade compartilhada entre o poder público e a sociedade.

As medidas preventivas foram reforçadas com a chegada do verão amazônico, período em que a estiagem contribui para o crescimento dos focos de incêndio e das queimadas. A fumaça compromete a qualidade do ar, ameaça vidas e provoca prejuízos ambientais.

Em 2026, a preocupação aumentou diante da previsão de um Super El Niño, fenômeno que pode intensificar a seca e ampliar os impactos do fogo na capital. O alerta considera ainda o cenário enfrentado por Rondônia em 2024, quando Porto Velho chegou a apresentar um dos piores índices de qualidade do ar do mundo em razão de incêndios criminosos e acidentais registrados na região.

Para impedir que o quadro volte a ocorrer, a prefeitura mantém uma força-tarefa voltada à prevenção, à fiscalização e à resposta rápida. A orientação é para que o fogo não seja utilizado na limpeza de terrenos, na eliminação de resíduos ou em qualquer outra atividade.

Além de expor pessoas, animais e imóveis ao perigo, provocar queimadas é considerado crime ambiental. A prática pode resultar na aplicação de multas e na responsabilização criminal dos envolvidos.

Com informações de: Prefeitura de Porto Velho

AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO) – LinkedIn





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