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LAVAGEM DE DINHEIRO

Polícia Federal bloqueia R$ 1,1 bilhão em operação que investiga lavagem de dinheiro ligada a bets

Polícia Federal bloqueia R$ 1,1 bilhão em operação que investiga lavagem de dinheiro ligada a bets
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Ação cumpre 17 mandados em cinco estados e apura suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e crimes contra o sistema financeiro nacional.

Por Yan Simon - quinta-feira, 13/08/2026 - 08h34

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Porto Velho, RO – O bloqueio de R$ 1,1 bilhão e o cumprimento de 17 mandados de busca e apreensão fazem parte de uma investigação que apura a possível movimentação de recursos provenientes da exploração de apostas esportivas. As medidas foram executadas nesta quinta-feira (13) durante a Operação Arena, conduzida pela Polícia Federal.

As diligências são realizadas na Paraíba, em Sergipe, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Além das buscas, foram autorizadas medidas de quebra de sigilo bancário e telemático dos investigados.

A apuração mira um grupo empresarial suspeito de utilizar mecanismos de lavagem de dinheiro relacionados ao setor de bets. A operação conta com a participação do Ministério Público Federal e da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.

Segundo a Polícia Federal, os investigados poderão responder por lavagem de dinheiro, evasão de divisas e crimes contra o sistema financeiro nacional, conforme o avanço das apurações e a individualização das condutas.

Entre os alvos está o advogado Nelson Wilians. Em nota, a defesa afirmou que a relação do escritório com a PixBet ocorre exclusivamente no âmbito profissional, por meio da prestação de serviços advocatícios.

O escritório também declarou que sua atuação se restringe ao exercício regular da advocacia e não deve ser confundida com as atividades empresariais desenvolvidas pelos clientes. A defesa repudiou associações entre o trabalho dos advogados e eventuais condutas investigadas.

Na manifestação, o escritório defendeu cautela na análise do caso e afirmou que “o legítimo exercício da advocacia” não deve ser criminalizado em razão das atividades atribuídas aos clientes representados.

Com informações de: Agência Brasil, Polícia Federal

AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO)





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