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Lúcio Mosquini busca reeleição pelo PL com histórico de defesa do campo e de Rondônia

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Deputado levou à Câmara pautas sobre regularização fundiária, crédito rural, embargos ambientais, saúde, BR-364 e energia solar; principal projeto do mandato já passou pelo plenário e está no Senado

Por Yan Simon - terça-feira, 08/09/2026 - 09h43

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Porto Velho, RO – Lúcio Mosquini chega à campanha pela reeleição à Câmara dos Deputados, agora pelo PL, depois de um mandato em que o campo se tornou o ponto de encontro de boa parte de suas principais bandeiras. Terra, crédito, dívidas, multas ambientais, regularização fundiária e segurança para quem produz aparecem tanto nos projetos apresentados quanto nos discursos feitos em Brasília. Fora dessa agenda, o deputado também concentrou esforços em saúde, BR-364, energia solar e destinação de recursos para Rondônia.

Atuação legislativa

O projeto que mais avançou durante o mandato foi o PL 2.564/2025. A proposta trata das medidas aplicadas durante fiscalizações ambientais, amplia as garantias de defesa do autuado e busca restringir embargos baseados exclusivamente em sensoriamento remoto sem manifestação prévia do atingido.

A Câmara aprovou a matéria em 20 de maio de 2026 e a encaminhou ao Senado. Em agosto, o texto estava na Comissão de Constituição e Justiça, sob relatoria do senador Jaques Wagner, antes de seguir também para a Comissão de Meio Ambiente. Entre as principais propostas apresentadas por Mosquini nesta legislatura, é a que percorreu a maior distância dentro do Congresso.

Lúcio Mosquini
Câmara dos Deputados · 2023–8 set. 2026
Lúcio Mosquini: o mandato por dentro
Além das bandeiras rurais e regionais, os registros oficiais mostram volume de atuação, votos em temas nacionais, presença parlamentar, execução de emendas e uma sequência de propostas que avançaram na Câmara.
788
registros legislativos atribuídos
338 em 2023, 117 em 2024, 220 em 2025 e 113 em 2026 até o corte.
1.113
votações nominais
Soma dos registros anuais da Câmara entre 2023 e 8 de setembro de 2026.
31
discursos em plenário
Total registrado entre 2023 e 2025.
447
votos para a Mesa
Foi eleito 4º secretário da Câmara em 1º de fevereiro de 2023.
Expandir o raio-X completoRecolher infográfico
01
Quatro anos, quatro ritmos
A produção formal oscilou bastante; o maior volume de votações nominais apareceu em 2025.
2023
Proposições
338
Votações
293
13 discursos293 votações nominais
2024
Proposições
117
Votações
273
8 discursos273 votações nominais
2025
Proposições
220
Votações
422
10 discursos3 relatorias
2026até 8 set.
Proposições
113
Votações
125
1 relatoria125 votações nominais
02
Quatro votações nacionais de 2023
O registro nominal mostra como Mosquini se posicionou em quatro temas nacionais de grande repercussão em 2023.
25 abr. 2023 · urgência
NÃO
PL 2.630/2020
Votou contra a urgência do projeto de regulação das plataformas, frequentemente chamado de PL das Fake News.
23 mai. 2023 · texto-base
SIM
Novo arcabouço fiscal
A Câmara registra voto favorável de Mosquini ao substitutivo do PLP 93/2023; ele também participou das votações de destaques.
30 mai. 2023 · substitutivo
SIM
Marco temporal
Apoiou o substitutivo do PL 490/2007 e votou contra a retirada da matéria de pauta.
6 jul. 2023 · texto principal
NÃO
Reforma tributária
Votou contra o substitutivo principal da PEC 45/2019, embora depois tenha apoiado diversos destaques e alterações.
Em 2023: Mosquini apoiou o texto-base do arcabouço fiscal e o marco temporal; também se posicionou contra o texto principal da reforma tributária e contra a urgência do PL 2.630.
03
Presença registrada na Câmara
Entre 2023 e 2025, foram 298 dias de presença em plenário. Em 2025, o perfil parlamentar também registra 43 presenças em comissões.
Presença em plenário · 2023–2025
298 dias
Soma dos dias com presença registrada nos três anos: 97 em 2023, 82 em 2024 e 119 em 2025.
97dias em 2023
82dias em 2024
119dias em 2025
Comissões · 2025
43 presenças
Além da presença em plenário, Mosquini integrou espaços diretamente ligados às pautas do mandato.
43presenças em comissões em 2025
2023titular da Comissão de Agricultura
2023coordenador de frente de regularização fundiária
04
R$ 96,45 milhões, abertos por ano
Valor pago nas três principais rubricas exibidas pela Câmara em cada exercício entre 2023 e 2025.
Total pago nas rubricas destacadas
R$ 96,45 mi
2023R$ 31,03 mi
R$ 16,05 mi · transferências especiaisR$ 14,98 mi · saúde
2024R$ 32,11 mi
R$ 18,94 mi · transferências especiaisR$ 13,17 mi · saúde
2025R$ 33,32 mi
R$ 18,28 mi · transferências especiaisR$ 15,04 mi · saúde
R$ 53,27 miSoma das transferências especiais nas rubricas listadas de 2023 a 2025.
R$ 43,19 miSoma das principais rubricas de saúde listadas no mesmo período.
Saúde em destaque: as principais rubricas de custeio hospitalar, atenção especializada e atenção primária somam R$ 43,19 milhões pagos de 2023 a 2025.
05
Projetos que avançaram
O mandato acumulou propostas aprovadas em comissões, urgência aprovada e uma matéria que venceu o plenário da Câmara e seguiu ao Senado.
Maior avanço individual
PL 2.564/2025 venceu a Câmara
Aprovado pelo plenário em maio de 2026 e enviado ao Senado. Em agosto, estava na CCJ, sob relatoria de Jaques Wagner, antes de seguir à Comissão de Meio Ambiente.
Outras propostas
Várias passaram por comissões
Georreferenciamento, créditos de carbono no agro, ITR do pequeno produtor de leite, agricultura de subsistência, IML 24 horas e escolas profissionalizantes estão entre as matérias que avançaram.
Urgência aprovada
PL 2.898/2025 ganhou prioridade no plenário
A Câmara aprovou em julho de 2026 a urgência da proposta que prevê tratamento diferenciado a pequenos produtores rurais de subsistência antes de medidas como apreensão, destruição, suspensão e embargo.
06
Duas posições públicas de 2025
Em temas nacionais, Mosquini também marcou posição sobre carga tributária e anistia relacionada aos atos de 8 de janeiro.
IOF
Contra o aumento
Mosquini declarou oposição ao aumento do IOF e afirmou ter votado pela derrubada do ato que elevava o tributo.
8 de Janeiro
Favorável à anistia
Em manifestação pública, declarou apoio à anistia relacionada aos atos de 8 de janeiro.
↑ Recolher infográfico
Fontes: perfil parlamentar, votações nominais, fichas de tramitação e notas taquigráficas da Câmara dos Deputados; Senado Federal; Transferegov. Dados consolidados até 8 de setembro de 2026.

A preocupação com o produtor aparece em uma sequência de outros projetos. O PL 3.421/2023 tenta permitir que agricultores familiares de boa-fé, ainda sem a regularização definitiva da área ocupada, possam acessar recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte, o FNO, mediante participação do Incra. A proposta avançou em comissão.

No crédito rural, Mosquini apresentou o PL 4.601/2023, voltado a pecuaristas de corte e leite atingidos pela queda de preços. O texto prevê medidas de renegociação e prorrogação de operações e passou pela Comissão de Agricultura. Para pequenos produtores de leite enquadrados como agricultores familiares, o PL 2.149/2025 prevê isenção de ITR e teve texto aprovado na Comissão de Agricultura em setembro de 2025.

A regularização fundiária ocupa outro espaço central. Pelo PL 5.861/2023, Mosquini propôs que União e estados assumam a responsabilidade pelo georreferenciamento de imóveis originados de terras públicas que já receberam título definitivo. A medida busca evitar que o proprietário arque sozinho com uma exigência técnica relacionada a uma área anteriormente titulada pelo próprio poder público. A matéria avançou na Comissão de Agricultura e chegou à Comissão de Constituição e Justiça.

Mosquini também apresentou o PL 4.745/2025, voltado à regularização de ocupações de boa-fé em Florestas Públicas Federais Não Destinadas, e o PL 3.913/2025, que reconhece a agricultura de subsistência como modalidade equiparada ao extrativismo para ampliar o acesso desse grupo às políticas relacionadas à agricultura familiar. Os dois projetos avançaram na Câmara.

Na área ambiental, o PL 3.872/2024 procura impedir a responsabilização automática do responsável por uma propriedade rural quando um incêndio começa em imóvel vizinho e não há contribuição direta ou indireta dele. A matéria passou por mais de uma comissão.

O PL 2.898/2025, por sua vez, cria tratamento diferenciado para pequenos produtores de subsistência antes da adoção de medidas como apreensão, destruição, suspensão e embargo. A Câmara aprovou a urgência da proposta em julho de 2026.

Há ainda o PLP 163/2023, que destina 25% da arrecadação de multas ambientais ao Fundo de Terras e da Reforma Agrária, e o PL 1.436/2024, que permite utilizar créditos de carbono na compensação de tributos ligados à atividade agropecuária. Ambos avançaram em comissões.

A defesa econômica do setor rural chegou também à Moratória da Soja. Em outubro de 2024, Mosquini apresentou o PL 4.157/2024, que trata da participação do Brasil em acordos internacionais com cláusulas restritivas de natureza ambiental aplicáveis aos interesses nacionais. A proposta foi apresentada em 30 de outubro daquele ano e posteriormente apensada ao PL 1.406/2024.

Ao apresentar a iniciativa, Mosquini associou diretamente o projeto às restrições enfrentadas por produtores no contexto da Moratória da Soja. Também participou de articulações na Comissão de Agricultura para questionar o uso, por instituições financeiras que operam crédito rural, de critérios externos ligados a entidades privadas. Em 2026, o Tribunal de Contas da União manteve auditoria sobre o tema a partir de solicitação enviada pelo Congresso que havia recebido aditamento de Mosquini.

Na pauta rodoviária, a atuação também passou a alcançar diretamente a cobrança do pedágio. Em abril de 2026, Mosquini apresentou o PL 1.678/2026, que veda a aplicação de penalidade administrativa e de multas pelo não pagamento de pedágio no sistema eletrônico de livre passagem, o free flow. A proposta não elimina a obrigação de pagamento da tarifa, mas separa essa cobrança da punição administrativa aplicada ao motorista. O projeto foi posteriormente anexado a outra matéria que trata do mesmo assunto.

Fora do eixo rural, Mosquini apresentou proposta para que os institutos médico-legais funcionem 24 horas por dia para necropsias e exames, matéria aprovada na Comissão de Segurança Pública. Também apresentou projeto para tornar obrigatória a educação técnica e profissionalizante na rede pública de ensino médio e outro para instituir escolas cívico-militares de ensino profissionalizante, aprovado em uma das comissões da Câmara em 2026.

A energia solar também passou a ocupar espaço próprio na produção parlamentar. O PL 5.002/2025 propõe até 200 kWh mensais de energia elétrica gratuita a famílias de baixa renda por meio da microgeração solar. Em julho de 2026, Mosquini apresentou ainda o PLP 198, que busca retirar da base de cálculo de CBS e IBS a energia compensada dentro do sistema de geração distribuída.

Defesas na tribuna

Parte importante da identidade política construída por Mosquini durante o mandato apareceu fora dos projetos, nos pronunciamentos feitos em plenário.

Durante a crise das queimadas de 2024, o deputado contestou regras que, em sua avaliação, atingiam produtores que também haviam sofrido prejuízos com o fogo. Em discurso de outubro, mencionou perdas em propriedades rurais e reagiu à possibilidade de punições e restrições de crédito em casos nos quais o proprietário não tivesse provocado o incêndio.

“Nós não vamos aceitar aqui nesta Casa, Sr. Presidente, que o produtor rural seja punido”, afirmou.

A defesa acabou encontrando tradução legislativa no PL 3.872/2024, apresentado para tratar da responsabilização nos casos de incêndios originados em propriedades vizinhas.

A discussão sobre fiscalização ambiental voltou ao plenário em maio de 2026, durante a votação do PL 2.564/2025. Mosquini disse ser favorável ao uso de tecnologia e imagens de satélite, mas sustentou que elas não deveriam afastar o direito de manifestação daquele que sofre a medida administrativa.

“O que nós não podemos é, à custa disso, afrontar o direito de defesa do cidadão”, declarou.

A questão fundiária produziu outra sequência de intervenções. Em outubro de 2025, Mosquini falou sobre aproximadamente 70 famílias do PA D’Jaru Uaru e afirmou que produtores instalados havia décadas em áreas relacionadas a assentamentos do Incra estavam sendo tratados como invasores em razão da sobreposição com a Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau.

No plenário, estabeleceu uma distinção entre essas famílias e invasores de terras indígenas.

“Nós não apoiamos, em nenhum momento, qualquer tipo de invasão de terra indígena. Quem invade terra indígena realmente tem que ser punido.”

Na mesma manifestação, defendeu a permanência dos produtores.

“Eles não são invasores, são produtores rurais, e de lá não podem sair, sob nenhuma condição.”

Em 14 de outubro, ao falar de Alvorada d’Oeste, voltou ao tema e insistiu que os atingidos haviam recebido terras ou documentação do próprio poder público.

“Nenhum produtor ali é invasor de terra indígena, muito pelo contrário, Sr. Presidente.”

Dias depois, Mosquini afirmou novamente que havia produtores com escrituras públicas, títulos definitivos expedidos pelo Incra e financiamentos concedidos por instituições bancárias. A defesa sustentada por ele era a de que famílias reconhecidas durante anos pelo próprio Estado não poderiam passar a ser tratadas automaticamente como invasoras.

A Moratória da Soja entrou nessa mesma linha de defesa do produtor. Ao explicar publicamente o PL 4.157/2024, Mosquini apresentou a discussão como um problema que poderia ultrapassar a soja e chegar a outras cadeias da produção agropecuária.

“Hoje nós estamos com a moratória da soja. Amanhã vai ser a moratória do leite, a moratória da carne, do arroz, do feijão”, afirmou.

Mosquini sustentou que o problema estava na aplicação de restrições que, segundo ele, não diferenciavam adequadamente áreas com desmatamento ilegal de situações em que a supressão da vegetação havia ocorrido dentro das regras brasileiras. Ao defender a proposta, vinculou o tema diretamente à comercialização dos produtos da Amazônia e à proteção de quem planta e cria no país.

A mesma lógica aparece na atuação institucional de Mosquini. O deputado coordenou a Frente Parlamentar em Defesa da Regularização Fundiária Rural no Brasil e integrou a Comissão de Agricultura, espaços diretamente ligados às pautas que levou tanto aos projetos quanto à tribuna.

BR-364, saúde e energia

Em maio de 2025, Mosquini levou ao plenário uma preocupação diretamente ligada à geografia de Rondônia. Falou de pacientes do interior obrigados a percorrer centenas de quilômetros para chegar a Porto Velho em busca de exames e especialistas e relacionou esses deslocamentos às condições da BR-364.

O deputado citou viagens de cerca de 500 quilômetros e defendeu centros regionais de especialidades médicas para diminuir a dependência da capital enquanto uma solução definitiva para a rodovia não se concretiza.

“Nós não podemos mais esperar nenhum momento”, afirmou ao cobrar providências.

A BR-364 também entrou na produção legislativa por meio do PL 4.297/2023, destinado a colocar um entroncamento rodoviário de Porto Velho entre as prioridades do DNIT.

Com o início da cobrança do pedágio, a tarifa entrou no centro das manifestações de Mosquini sobre a rodovia. Em março de 2026, ao mostrar buracos no trecho entre Pimenta Bueno e Porto Velho, o deputado relacionou a cobrança ao estado da pista e afirmou: “Todos vocês sabem que eu estou lutando contra o pedágio, contra o preço do pedágio.”

A cobrança voltou à tribuna da Câmara em 7 de abril. Mosquini pediu uma revisão do preço do pedágio da BR-364 e afirmou que o cálculo havia utilizado como referência o fluxo de veículos de 2020, período da pandemia. Segundo o deputado, em 2026 o número de veículos circulando pela rodovia já seria aproximadamente o dobro, razão pela qual defendia a revisão da tarifa.

A movimentação contra o valor cobrado não ficou apenas nos pronunciamentos. Na mesma data, Mosquini protocolou o PL 1.678/2026 para impedir a aplicação de multas administrativas a motoristas pelo não pagamento da tarifa em sistemas exclusivamente eletrônicos de free flow, preservando a possibilidade de cobrança do valor devido por outros meios.

A saúde, por sua vez, recebeu parcela significativa dos recursos vinculados às emendas do parlamentar. Consideradas apenas as três principais rubricas exibidas pela Câmara em cada exercício, foram pagos pelo menos R$ 96,45 milhões entre 2023 e 2025.

Em 2023, as principais linhas somaram aproximadamente R$ 31,03 milhões, incluindo cerca de R$ 14,98 milhões em custeio hospitalar e ambulatorial. Em 2024, foram cerca de R$ 32,11 milhões, com recursos para atenção especializada e atenção primária. Em 2025, as três principais rubricas chegaram a aproximadamente R$ 33,32 milhões, novamente com presença relevante da saúde.

Na energia, Mosquini usou a tribuna em setembro de 2025 para contestar mudanças relacionadas à MP 1.300 que, segundo sua argumentação, reduziriam de forma acentuada a vantagem econômica de consumidores que instalaram sistemas próprios de geração solar.

“Precisamos aprovar o Destaque nº 7 do PL, para evitar o fim do setor de placas solares no Brasil”, afirmou.

Depois da discussão da medida provisória, a defesa da geração distribuída passou também aos projetos próprios, com as propostas sobre gratuidade por microgeração solar para famílias de baixa renda e sobre a incidência de CBS e IBS na energia compensada.

Do MDB ao PL

Eleito em 2022 para a legislatura iniciada em 2023, Mosquini passou a maior parte deste mandato no MDB. Logo no início do período, foi eleito 4º secretário da Mesa Diretora da Câmara com 447 votos e permaneceu na função até fevereiro de 2025. Também assumiu a primeira vice-presidência do Grupo Parlamentar Brasil–Espanha.

Em 14 de março de 2026, filiou-se ao PL. Na campanha pela reeleição, chega com uma trajetória parlamentar em que projetos e discursos caminharam, em grande parte, sobre os mesmos assuntos: defesa do produtor, regularização da terra, crédito rural, limitações a punições que considera injustas, reação a restrições ligadas à Moratória da Soja, questionamentos ao preço do pedágio da BR-364, saúde no interior e energia solar.

A principal proposta do mandato já passou pelo plenário da Câmara e está no Senado; uma série de outras matérias avançou pelas comissões; e pelo menos R$ 96,45 milhões foram pagos nas principais rubricas de emendas exibidas entre 2023 e 2025. Ao mesmo tempo, Mosquini utilizou a tribuna para transformar esses temas em defesa política direta de produtores, famílias atingidas por conflitos fundiários, usuários da BR-364, pacientes do interior e consumidores de energia solar.

AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO)





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