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ELEIÇÕES 2026

Sílvia Cristina ganha cinco pontos e encosta em Fernando Máximo na disputa pelo Senado em Rondônia, aponta Quaest

Sílvia Cristina ganha cinco pontos e encosta em Fernando Máximo na disputa pelo Senado em Rondônia, aponta Quaest
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Deputado do PL soma 18% das menções e segue numericamente à frente; Mariana Carvalho sobe para 11% e Bruno Bolsonaro Scheid recua para 8%

Por Yan Simon - quinta-feira, 24/09/2026 - 19h31

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Porto Velho, RO – A disputa pelas duas vagas de Rondônia no Senado ficou mais apertada no topo, segundo a nova pesquisa Quaest encomendada pela Rede Amazônica e divulgada nesta quinta-feira (24). Dr. Fernando Máximo (PL) aparece com 18% no resultado que combina o primeiro e o segundo voto dos eleitores, um ponto acima dos 17% registrados em agosto. Sílvia Cristina (PP) foi quem mais cresceu entre as duas rodadas: passou de 11% para 16%. A diferença de dois pontos entre os dois está dentro da margem de erro do levantamento, de três pontos percentuais.

Como em 2026 cada estado elege dois senadores, renovando dois terços do Senado, o eleitor escolhe dois nomes diferentes na urna. Por isso, a Quaest perguntou em quem o entrevistado votaria para cada uma das vagas e apresentou também um resultado consolidado, no qual as menções dos dois votos são somadas e redistribuídas para totalizar 100%, preservando a proporção entre candidatos, votos brancos e nulos e indecisos.

Nesse resultado combinado, Mariana Carvalho (Republicanos) aparece em terceiro, com 11%, ante 10% em agosto. Bruno Bolsonaro Scheid (PL), que dividia a segunda posição com Sílvia Cristina na rodada anterior, com 11%, caiu para 8% e agora ocupa o quarto lugar. Acir Gurgacz (PDT) oscilou de 5% para 4%, e Luciana Oliveira (PT), de 4% para 3%. Luis Fernando (PSD), Neidinha (PSB) e Engenheiro Thulio (Missão) mantiveram 1% cada, e Aires Mota (PV) segue sem pontuar. Brancos, nulos e quem diz que não vai votar recuaram de 13% para 10%, e os indecisos variaram de 26% para 27%.

A mudança mais visível aparece na primeira vaga, considerada isoladamente. Sílvia Cristina passou a liderar numericamente esse recorte, com 22%, um ponto à frente de Fernando Máximo, que tem 21%. Em agosto, a ordem era inversa, com Máximo em 20% e Sílvia em 16%. Mariana Carvalho aparece com 11% no primeiro voto, ante 10% na rodada anterior, enquanto Bruno Scheid caiu de 12% para 9%. Luciana Oliveira recuou de 6% para 3%, e Acir Gurgacz, de 4% para 3%. Neidinha subiu de 1% para 2%, enquanto Luis Fernando e Engenheiro Thulio passaram de 1% para 0%, e Aires Mota manteve 0%. Nessa vaga, 8% declararam voto branco, nulo ou que não pretendem votar, ante 9%, e 21% estão indecisos, ante 20%.

No segundo voto, Fernando Máximo manteve os mesmos 15% de agosto e segue na frente. Mariana Carvalho subiu de 9% para 11% e assumiu a segunda posição nesse recorte, seguida por Sílvia Cristina, que foi de 6% para 9%. Bruno Scheid caiu de 10% para 7%. Acir Gurgacz passou de 5% para 4%, enquanto Luciana Oliveira dobrou de 2% para 4%. Luis Fernando manteve 2%, Neidinha 1%, Engenheiro Thulio oscilou de 2% para 1%, e Aires Mota continua sem pontuar. Na segunda vaga, o grupo de indecisos é maior, com 33%, ante 32% em agosto, e os votos brancos, nulos ou de quem não pretende votar caíram de 16% para 13%.

Quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, no levantamento espontâneo, a grande maioria ainda não sabe em quem votar para o Senado, mas esse contingente diminuiu de 83% para 76%. Fernando Máximo e Sílvia Cristina dobraram suas citações, de 3% para 6% cada. Bruno Scheid foi de 2% para 4%, e Mariana Carvalho, de 2% para 3%. Acir Gurgacz e Luciana Oliveira mantiveram 1%, enquanto Luis Fernando, Engenheiro Thulio, Neidinha e Aires Mota não pontuaram nas duas rodadas. Os que citaram voto branco, nulo ou abstenção passaram de 4% para 2%.

O grau de convicção do eleitorado também aumentou. Na rodada atual, 63% afirmam que a escolha para o Senado é definitiva e 36% admitem mudar o voto até a eleição de 4 de outubro. Em agosto, esses percentuais eram de 58% e 42%, respectivamente.

A Quaest mediu ainda o quanto cada candidato é conhecido e o potencial de voto de cada um. Fernando Máximo tem a maior parcela de eleitores que dizem conhecê-lo e votariam nele, com 42%, ante 37% em agosto. O percentual dos que não o conhecem caiu de 47% para 44%, e sua rejeição, medida pelos que o conhecem e não votariam nele, recuou de 16% para 14%. Sílvia Cristina registrou o maior avanço nesse indicador, de 27% para 39%, enquanto a fatia que não a conhece caiu de 57% para 45%, com rejeição estável em 16%.

Mariana Carvalho viu o potencial de voto subir de 25% para 31% e o desconhecimento cair de 53% para 46%, mas sua rejeição oscilou de 22% para 23%. Bruno Scheid passou de 21% para 24% de potencial de voto, manteve 64% de eleitores que não o conhecem e teve a rejeição reduzida de 15% para 12%.

Acir Gurgacz é o candidato mais rejeitado e foi o que teve a maior alta nesse índice: 33% dizem conhecê-lo e não votar nele, contra 23% em agosto. Seu potencial de voto caiu de 14% para 11%, e o percentual de quem não o conhece recuou de 63% para 56%. Mariana Carvalho aparece em seguida entre os mais rejeitados, com 23%.

Entre os demais, Luciana Oliveira repetiu os números de agosto, com 8% de potencial de voto, 78% de desconhecimento e 14% de rejeição. Luis Fernando foi de 6% para 8% no potencial de voto, manteve 85% de desconhecimento e teve rejeição reduzida de 9% para 7%. Neidinha também repetiu a rodada anterior, com 4%, 86% e 10%, assim como Aires Mota, com 2%, 90% e 8%. Engenheiro Thulio caiu de 4% para 2% no potencial de voto, oscilou de 87% para 86% no desconhecimento e teve rejeição ampliada de 9% para 12%.

A pesquisa atual ouviu 804 eleitores de Rondônia com 16 anos ou mais entre 20 e 23 de setembro de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Rede Amazônica e está registrado na Justiça Eleitoral sob os números RO-08556/2026 e BR-06511/2026.

A rodada usada como comparação foi realizada pela Quaest entre 21 e 24 de agosto de 2026, também com 804 entrevistados de 16 anos ou mais, margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Rede Amazônica e registrada sob os números RO-05711/2026 e BR-00490/2026.

AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO)





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