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RD ENTREVISTA

“Eu saí de um partido que estava roubando INSS para um que rouba banco; se eu pudesse escolher, não escolheria nenhum”, diz Célio Lopes

“Eu saí de um partido que estava roubando INSS para um que rouba banco; se eu pudesse escolher, não escolheria nenhum”, diz Célio Lopes
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No RD Entrevista, candidato do União Brasil fala sobre independência partidária, se define como conservador e diz que pretende atuar tecnicamente na Câmara dos Deputados

Por Yan Simon - segunda-feira, 28/09/2026 - 11h23

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Porto Velho, RO – A mudança do PDT para o União Brasil não significou, segundo Célio Lopes, uma transformação pessoal ou uma ruptura com todas as posições que acumulou durante sua formação política. Candidato a deputado federal, o advogado afirmou no RD Entrevista que pretende preservar autonomia mesmo diante de orientações da atual legenda e chegou a dizer que prefere ser expulso a votar contra aquilo que considera interesse da população.

A declaração ocorreu no podcast apresentado por Vinícius Canova, realizado no Rondônia Dinâmica em parceria com o Informa Rondônia, conexão direta com a verdade, durante uma conversa que percorreu desde a origem familiar de Célio e sua entrada na advocacia até a campanha para prefeito de Porto Velho em 2024, a Previdência Social e a concessão da BR-364.

Célio Lopes no RD Entrevista
RD Entrevista · Célio Lopes
Entre o partido, o povo e o processo
Candidato a deputado federal pelo União Brasil defende independência política, revisão da concessão da BR-364 e preparo técnico para atuar no Congresso.
Apresentação: Vinícius CanovaProdução: Rondônia Dinâmica e Informa Rondônia
A entrevista ligou três dimensões da candidatura: a trajetória de uma pessoa que cresceu entre pescadores, a experiência profissional na advocacia previdenciária e uma promessa de autonomia diante das direções partidárias.
29.358votos recebidos na disputa pela Prefeitura em 2024
47%da população o conhecia ao final daquela campanha, segundo seu relato
+300páginas no contrato da concessão da BR-364 citado na entrevista
3eixos centrais: autonomia, técnica e representação
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01 · IDENTIDADE POLÍTICA
Conservador, mas sem negar políticas públicas
Célio afirmou que a troca do PDT pelo União Brasil não alterou sua identidade pessoal. Disse ter perfil conservador, mas citou o ProUni como política pública importante em sua própria formação.
O que preserva
A mesma pessoa depois da mudança partidária
O candidato rejeitou a ideia de uma transformação completa de convicções. Relacionou sua antiga filiação ao PDT à prioridade que atribuía à educação e citou Leonel Brizola como referência daquela escolha.
O que diferencia
Problemas concretos acima do rótulo ideológico
Ao explicar suas prioridades, apontou a espera por ressonâncias, tomografias e procedimentos médicos como exemplo de tema que considera mais urgente do que disputas abstratas entre campos políticos.
“Eu continuo sendo a mesma pessoa. Eu realmente tenho um perfil mais conservador, isso é um fato. Mas eu sei que tem políticas públicas muito importantes, porque eu sou fruto de ProUni.”
Célio Lopes, no RD Entrevista
02 · PARTIDO E AUTONOMIA
A legenda não estaria acima do eleitor
Na parte mais dura da conversa, o candidato criticou o sistema proporcional, generalizou críticas à corrupção partidária e afirmou que enfrentaria a própria sigla se considerasse uma orientação contrária à população.
“Eu não vou ser a favor do partido e contra o povo. O partido falou para tu votar contra o povo? Então o partido que me expulse.”
Declaração sobre independência partidária
Crítica às legendas
“Todos estão envolvidos”
Célio afirmou que, quando a corrupção é colocada em discussão, partidos de diferentes campos aparecem envolvidos. Ao mesmo tempo, disse não transferir automaticamente uma acusação individual a todos os integrantes de uma sigla.
A frase-síntese
Do INSS ao banco
Ao resumir o desconforto com as opções partidárias, declarou: “Eu saí de um partido que estava roubando INSS para um que rouba banco; se eu pudesse escolher, não escolheria nenhum”.
03 · MANDATO TÉCNICO
Ler o processo antes de votar
A capacidade de compreender contratos, processos administrativos e documentos extensos foi apresentada como uma credencial central para fiscalizar o Executivo e decidir na Câmara.
01
BR-364
Disse ter estudado o contrato de concessão, com mais de 300 páginas, e anunciou que buscará sua revisão caso seja eleito deputado federal.
02
Previdência
Defendeu o reconhecimento da trajetória de quem contribuiu durante anos e vinculou a sustentabilidade do sistema à fiscalização dos recursos.
03
Representação
Afirmou que a escolha não deve ser pela amizade com o candidato, mas pelo preparo para exercer uma função pública em nome da sociedade.
“Então isso não é um contrato, é uma sentença.”
Sobre a concessão da BR-364
“Eu não sei como uma pessoa consegue ser deputado federal e não sabe ler um processo.”
Sobre o trabalho legislativo
04 · TRAJETÓRIA
Do Cai N’Água à advocacia previdenciária
A candidatura foi conectada a uma história de trabalho iniciada ainda na infância, à convivência com pescadores e ao atendimento jurídico de pessoas que buscam benefícios, cirurgias e outros serviços públicos.
Infância
Cresceu ligado aos pescadores e acompanhou o trabalho da família no Cai N’Água. Segundo ele, o pai era pescador e a rotina começava de madrugada.
Primeiros recursos
Enquanto estudava, passou a ajudar pescadores na elaboração de recursos administrativos para acesso a benefícios.
Direito
Depois da formação, a proximidade com demandas previdenciárias conduziu à especialização profissional mantida atualmente.
Política
Relatou que sua aproximação inicial ocorreu ainda menor de idade, após reclamar de um lanche fornecido a jovens trabalhadores.
05 · A VITRINE DE 2024
Debates, projeção e 29.358 votos
Dois anos depois da primeira disputa pela Prefeitura de Porto Velho, Célio tratou aquela campanha como uma vitrine que ampliou seu reconhecimento público e testou sua preparação.
Confrontos
Samuel Costa abriu espaço para propostas
Célio contou que questionou por que Samuel o confrontava quando ambos buscavam crescer, mas avaliou depois que as perguntas permitiram apresentar propostas, especialmente na educação.
Exposição
Menos debates, menos chance para os desconhecidos
Ele reclamou da quantidade reduzida de encontros e argumentou que a falta de exposição favorece candidaturas que já entram na corrida com maior projeção pública.
“Ele me deu muita oportunidade de mostrar que eu estava preparado.”
Célio Lopes, ao recordar os confrontos com Samuel Costa
06 · DEZ FRASES DA ENTREVISTA
As declarações que organizam o pensamento de Célio
As falas abaixo reúnem, com o contexto em que foram pronunciadas, os principais posicionamentos do candidato sobre Previdência, identidade política, diálogo, partidos, campanha, BR-364 e representação.
01
“Se a gente não roubar a Previdência, ela não quebra.”
A declaração foi feita quando Célio respondia sobre a maneira como a União trata os aposentados e defendia maior fiscalização sobre os recursos da Previdência Social.
02
“Eu continuo sendo a mesma pessoa, sabe, Vinícius?”
A frase apareceu quando o candidato foi questionado sobre a saída do PDT e a filiação ao União Brasil, antes de explicar como define seu posicionamento político.
03
“Eu realmente tenho um perfil mais conservador.”
Célio utilizou a definição ao responder sobre a mudança partidária e sua identidade ideológica durante a atual campanha.
04
“Eu acredito que há propostas boas de ambos os lados, assim como há propostas ruins de ambos os lados.”
A declaração integrou a explicação do candidato sobre por que não enquadra todas as políticas públicas a partir de uma divisão rígida entre campos políticos.
05
“Eu sou do diálogo. Eu sou do diálogo.”
A frase foi dita quando Vinícius Canova perguntou se Célio continuava mantendo relações com pessoas ligadas ao PDT depois da mudança de legenda.
06
“Porque a verdade é que, quando a gente olha para a questão da corrupção, todos os partidos estão envolvidos.”
A afirmação surgiu durante a crítica de Célio ao sistema partidário e após ele dizer que, caso pudesse escolher, consideraria disputar uma eleição sem partido.
07
“Não existe essa possibilidade: eu ser contra o povo e a favor do partido.”
Célio fez a declaração ao sustentar que pretende confrontar até mesmo a própria legenda se entender que uma orientação partidária contraria os interesses que afirma defender.
08
“Eu não sou prioridade.”
O candidato pronunciou a frase ao comentar as diferenças entre a campanha majoritária de 2024 e a atual disputa proporcional para deputado federal.
09
“Então, isso não é um contrato; é uma sentença.”
Célio utilizou a expressão ao criticar a duração e as condições que atribuiu ao contrato de concessão da BR-364 durante a entrevista.
10
“Nós estamos elegendo um representante, não um amigo.”
A frase foi dita durante a defesa de uma atuação técnica na Câmara dos Deputados, quando Célio argumentou que o eleitor escolhe alguém para representá-lo enquanto se dedica aos próprios afazeres.
07 · COMO SE APRESENTA
Uma “pessoa comum” pedindo representação
Na campanha atual, Célio afirmou apostar no contato direto, em caminhadas e nas redes sociais. Reconheceu que não é prioridade dentro do partido e encerrou a entrevista contrapondo sua origem comum à ideia de que a política deva ser reservada a famílias tradicionais.
“O bom político é aquele que mais parece conosco.”Célio Lopes, candidato a deputado federal pelo União Brasil, no encerramento do RD Entrevista.
Infográfico produzido a partir da entrevista de Célio Lopes ao RD Entrevista, apresentado por Vinícius Canova e realizado pelo Rondônia Dinâmica em parceria com o Informa Rondônia. Declarações políticas, críticas e comparações reproduzidas são atribuídas ao entrevistado.

Ao ser confrontado com sua passagem por um partido identificado com o trabalhismo e a atual candidatura pelo União Brasil, Célio rejeitou a ideia de que tenha alterado completamente suas convicções. “Eu continuo sendo a mesma pessoa. Eu realmente tenho um perfil mais conservador, isso é um fato. Mas eu sei que tem políticas públicas muito importantes, porque eu sou fruto de ProUni”, afirmou.

Na mesma resposta, declarou enxergar propostas positivas e negativas em campos políticos diferentes. Célio relacionou sua entrada no PDT ao entendimento que tinha, naquele período, de que a educação era o principal caminho para enfrentar problemas sociais e citou a atuação de Leonel Brizola nessa área como uma referência para sua escolha partidária.

Ao explicar o tipo de debate público que pretende priorizar, o candidato contrapôs discussões ideológicas a problemas que encontra em sua atuação profissional. Disse preferir tratar da população que aguarda exames e procedimentos médicos e mencionou dificuldades para conseguir ressonâncias e tomografias. “A preocupação, de fato, é uma preocupação com as pessoas, mas eu tenho um perfil bem mais conservador”, resumiu.

A entrevista ganhou um tom mais duro quando a conversa chegou aos partidos. Célio criticou aspectos do sistema eleitoral proporcional e disse considerar que os candidatos mais votados deveriam ocupar as vagas. Também afirmou que, se pudesse disputar uma eleição sem precisar escolher uma legenda, essa seria uma alternativa possível para ele.

Foi durante essa sequência que generalizou sua crítica às agremiações ao abordar corrupção. “A verdade é que os partidos, quando a gente vai olhar para a questão de corrupção, todos estão envolvidos”, declarou. A afirmação foi seguida por perguntas sobre episódios relacionados à antiga legenda, momento em que ele diferenciou responsabilidades individuais e disse não atribuir automaticamente acusações a uma pessoa apenas em razão do partido ao qual pertence.

Célio sustentou, porém, que não pretende silenciar diante de uma decisão que considere errada apenas para preservar a relação com a sigla. “Não interessa quem esteja contra. Pode ser o próprio partido ao qual eu estou filiado. Assim como eu vou para o União Brasil: se estiver errado, eu vou ser contra o União Brasil”, afirmou.

A declaração seguinte sintetizou a posição apresentada durante a entrevista. “Eu não vou ser a favor do partido e contra o povo. Não tem essa possibilidade de eu ser contra o povo a favor do partido. O partido falou para tu votar contra o povo? Então o partido que me expulse”, disse.

Essa defesa de independência foi acompanhada de outra característica que Célio procurou associar à candidatura: o domínio técnico das matérias submetidas ao Congresso. Ao longo da conversa, ele insistiu que um deputado federal precisa compreender processos administrativos e documentos complexos para fiscalizar e decidir.

O principal exemplo utilizado foi a concessão da BR-364. Célio afirmou ter estudado o contrato, disse que o documento ultrapassa 300 páginas e anunciou que pretende buscar sua revisão se conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados.

“Se eu for deputado federal, nós vamos revisar esse contrato, porque nós temos meios para revisar esse contrato”, afirmou. Ao tratar do prazo e das consequências que atribui ao acordo, acrescentou: “Então isso não é um contrato, é uma sentença. Eu gosto de dizer que é uma sentença”.

A ideia de capacidade técnica voltou ao centro da entrevista quando o assunto passou para Previdência Social e aposentados. Célio criticou o tratamento dado pela União ao segmento e mencionou a discussão sobre vinculação dos benefícios ao salário mínimo. Segundo ele, trabalhadores que contribuíram durante anos deveriam ter sua trajetória reconhecida.

Depois, afirmou que o problema da Previdência está ligado à fiscalização sobre os recursos. “Se a gente não roubar a Previdência, ela não quebra”, declarou. A partir daí, relacionou a discussão diretamente ao papel do Legislativo. “Eu não sei como uma pessoa consegue ser deputado federal e não sabe ler um processo”, disse.

Para Célio, o mandato não deve ser compreendido como uma relação pessoal entre eleitor e político. Ele defendeu a escolha de representantes preparados para desempenhar funções públicas em nome da sociedade. “A pessoa tem que realmente ter técnica para ocupar o espaço. Tem que ter porque o povo depende disso. Nós estamos elegendo um representante, não é um amigo”, afirmou.

A candidatura atual surge dois anos depois de Célio disputar pela primeira vez a Prefeitura de Porto Velho. No RD Entrevista, ele tratou 2024 como uma experiência que ampliou sua projeção pública. O advogado recebeu 29.358 votos e descreveu aquela eleição como uma “grande vitória” e uma “vitrine”.

Segundo seu relato, o nível de conhecimento de seu nome ainda era limitado quando a campanha terminou. Célio disse que uma pesquisa apontava que 47% da população o conhecia ao final da corrida eleitoral e usou o dado para explicar por que considera expressiva a votação obtida. Também reclamou da quantidade reduzida de debates e argumentou que menos oportunidades de exposição favorecem candidatos que já chegam à disputa com maior reconhecimento público.

Dentro dessa reconstrução da eleição, Samuel Costa recebeu atenção especial. Célio contou que chegou a questionar pessoalmente por que o adversário insistia em confrontá-lo quando ambos ainda buscavam crescer na disputa. No balanço feito agora, contudo, avaliou que os embates foram úteis para sua campanha porque abriram espaço para que apresentasse propostas.

“Ele me deu muita oportunidade de mostrar que eu estava preparado”, afirmou, depois de recordar que utilizava as perguntas de Samuel para falar sobre educação e outros pontos de seu programa. Célio também admitiu que o primeiro debate provocou nervosismo por colocá-lo diante de adversários com maior projeção pública.

De acordo com o candidato, aquela participação marcou o início de uma ascensão nas pesquisas. Ele também recuperou um confronto com Euma Tourinho. Disse que a intenção inicial era discutir se a idade de um candidato deveria ser determinante para avaliar sua capacidade de governar Porto Velho, mas que precisou reagir de maneira mais firme depois dos questionamentos recebidos.

Célio associou o desempenho nos debates a uma preparação que, segundo ele, antecedeu a campanha. Relatou conversas com profissionais ligados às áreas de finanças e educação e disse ter procurado verificar se compromissos apresentados no plano de governo poderiam efetivamente ser executados.

A preocupação, afirmou, tinha relação também com sua condição de morador de Porto Velho. Célio argumentou que continuaria vivendo na cidade e seria cobrado pessoalmente caso assumisse compromissos eleitorais que depois não conseguisse cumprir.

A experiência como advogado previdenciário apareceu como outro elemento dessa construção política. Célio afirmou que seu escritório atende pessoas em situação de vulnerabilidade, inclusive pacientes que procuram a Justiça em busca de cirurgias e outros atendimentos no sistema público. Citou a existência de processos envolvendo espera prolongada por procedimentos médicos e disse que esse contato influencia as prioridades que apresenta na campanha.

A relação com esse público começou antes da formação universitária. Célio contou que cresceu ligado aos pescadores e que iniciou o trabalho ainda muito jovem no Cai N’Água, acompanhando atividades da família. Segundo ele, o pai era pescador e sua infância foi marcada por uma rotina de trabalho iniciada de madrugada.

Mais tarde, enquanto estudava, passou a ajudar na elaboração de recursos administrativos para pescadores que buscavam benefícios. Ele afirmou que inicialmente não planejava exercer advocacia e que chegou a considerar concursos públicos depois de se formar em Direito. A aproximação com demandas previdenciárias, porém, acabou conduzindo à especialização profissional que mantém atualmente.

Célio também relatou que sua primeira aproximação mais direta com a política ocorreu quando ainda era menor de idade. Disse ter procurado a administração pública para reclamar de um lanche fornecido em um programa destinado a jovens trabalhadores e que, depois da iniciativa, foi convidado a ingressar na atividade partidária. A partir dali, passou a participar de manifestações e mobilizações, embora tenha afirmado que durante muito tempo não pretendia disputar eleições.

A atual campanha, segundo ele, exige uma dinâmica diferente daquela enfrentada na disputa pela Prefeitura. Sem a mesma quantidade de debates e confrontos de uma eleição majoritária, Célio afirmou concentrar esforços no contato direto e nas redes sociais, citando Instagram e WhatsApp. Disse também caminhar vários quilômetros durante a rotina eleitoral e reconheceu que não ocupa a posição de prioridade dentro do partido.

No trecho final da entrevista, Célio voltou à ideia de representação para explicar como pretende se apresentar ao eleitor. Em vez de reivindicar uma origem familiar na política, procurou destacar o que chamou de condição de “pessoa comum”.

“Eu acredito que o Célio é uma pessoa comum e, se tem uma coisa que está faltando na política, é uma pessoa comum. A gente não precisa acreditar que o político bom é aquele que é filho do ciclano, filho do beltrano. O bom político é aquele que mais parece conosco”, declarou ao encerrar sua participação no RD Entrevista.

AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO)





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