Candidato ao Governo de Rondônia afirmou no debate da Rede Amazônica que pretende reduzir despesas administrativas e direcionar recursos para saúde, infraestrutura e segurança pública
Porto Velho, RO – O candidato ao Governo de Rondônia Marcos Rogério (PL), da coligação Juntos por Rondônia, afirmou durante o debate da Rede Amazônica que pretende revisar contratos e despesas do Estado para abrir espaço no orçamento e ampliar investimentos em áreas como saúde, segurança pública e infraestrutura.
“Nós vamos abrir a caixa preta dos contratos, revisar tudo, passar um pente fino”, declarou. Segundo o candidato, a proposta é reduzir gastos administrativos e redirecionar recursos para serviços prestados à população.
Na saúde, Marcos Rogério detalhou duas propostas hospitalares. Para um novo hospital de urgência em Porto Velho, que substituiria o João Paulo II, afirmou que parte dos recursos já estaria prevista e que o restante seria buscado junto à bancada federal.
O candidato também propôs a construção de um Hospital de Traumas na região central de Rondônia com recursos do Detran.
“Se quem causa o problema é o trânsito, braço quebrado, perna quebrada, é o trânsito que vai pagar pela construção desse hospital”, afirmou.
Na segurança pública, Marcos Rogério defendeu a realização de concurso para ampliar o efetivo e a convocação dos aprovados da Polícia Civil.
Para a infraestrutura, o candidato propôs renovar a frota de máquinas pesadas, reestruturar o Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e pavimentar ligações que funcionem como corredores alternativos à BR-364.
“Você cria um corredor logístico por dentro e tira da BR-364”, explicou.
As propostas apresentadas também alcançaram o setor rural. Marcos Rogério afirmou que pretende fortalecer a Emater, ampliar a assistência técnica e oferecer horas-máquina e calcário aos pequenos produtores.
Na regularização fundiária, defendeu que o Estado assuma as competências que possam ser transferidas para a titulação de áreas.
O candidato também propôs uma estrutura permanente de prevenção às queimadas, com uso de satélites e drones e atuação de brigadas nos municípios em articulação com a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros.
Segundo Marcos Rogério, a revisão dos contratos e a redução de despesas administrativas seriam utilizadas para ampliar os recursos disponíveis às áreas apontadas por ele como prioritárias.
“O dinheiro precisa chegar pro exame, o dinheiro precisa chegar pra consulta, para cirurgia. O Estado precisa funcionar para as pessoas. O dinheiro público precisa funcionar para as pessoas”, concluiu.
AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO)
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