Rejeição defini teto eleitoral de candidatos a cargos eletivos
CARO LEITOR, nenhum ser humano gosta de ser rejeitado, muito menos um candidato a cargo eletivo. Em ano eleitoral, o termo “rejeição” aparece bastante nas análises das pesquisas eleitorais, por sua vez, liga o alerta para campanhas porque, quanto maior for a rejeição, obviamente, menor a chance de sucesso eleitoral. Para cientistas políticos e marqueteiros, é muito difícil que um candidato rejeitado por mais de 45% do eleitorado consiga ser eleito. Contudo, cada instituto de pesquisa tem um método para dimensionar a rejeição dos candidatos. Em face disso, o índice de rejeição sempre é diferente. Assim, a rejeição pode existir por desconhecimento do candidato e não é uma coisa imutável.
Rejeição
Um candidato que não é tão conhecido apresenta pouca rejeição, mas na campanha, quando passa a ser conhecido, pode ocorrer de aumentar a rejeição. Por sua vez, um candidato rejeitado pode convencer o eleitorado do contrário e vencer o pleito eleitoral.
Calculado
É comum as pesquisas de opinião aferirem se os eleitores votariam ou não votariam em determinados candidatos. Assim, um índice de rejeição eleitoral é calculado normalmente com base na resposta “não votaria de jeito nenhum”.
Mede
A pesquisa, quando mede em qual candidato o eleitor “não votaria de jeito nenhum”, indica o teto eleitoral do candidato. O candidato com rejeição elevada depende do voto estratégico e de comparação negativa com o adversário para ampliar a intenção de voto.
Remédio
A rejeição pode provocar a estagnação ou queda de intenção de votos a um candidato. O remédio é encomendar pesquisas qualitativas para entender os níveis da rejeição e identificar por que os eleitores rejeitam o candidato.
Desencorajado
Por conta dos índices de rejeição, idade elevada e o medo de perder a reeleição, o presidente Lula (PT-SP) tem sido desencorajado a disputar a reeleição e passar a missão para o ex-ministro da Economia Fernando Haddad (PT-SP).
Enfrenta
O presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfrenta um teto significativo, o que ajuda a explicar o empate técnico nas pesquisas com o presidente Lula (PT-SP). Neste caso, quando ambos os polos apresentam rejeição elevada, o espaço de crescimento tende a ser restrito e a disputa passa a ser acirrada pelo voto.
Rejeição
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) possui a menor rejeição na disputa presidencial. Em 1989, durante sua primeira candidatura à Presidência da República, Caiado chegou a ser um dos presidenciáveis mais rejeitados, cenário que mudou no contexto atual.
Posicionado
Nas próximas pesquisas, deve apresentar os índices de rejeição do médico e escritor Augusto Cury, recém-lançado candidato a presidente da República pelo Avante. Cury tem se posicionado para o eleitor como um nome de união para um país “doente e polarizado ideologicamente”.
Revelar
As próximas pesquisas registradas e divulgadas por institutos de opinião devem revelar a rejeição dos candidatos ao governo de Rondônia e às duas vagas ao Senado. Diante dos dados, será possível identificar o teto eleitoral dos candidatos aos cargos majoritários em disputa.
Acertou
A coluna acertou quando revelou na semana passada que o presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALERO), deputado estadual Alex Redano (Republicanos), e o vice-governador Sérgio Gonçalves (União), não assumiriam a titularidade do cargo de governador com a ausência do governador Coronel Marcos Rocha (PSD).
Impedido
O vice-governador Sérgio Gonçalves (União) e o deputado estadual Alex Redano (Republicanos), caso assumam a titularidade do cargo de governador, ficam impedidos juridicamente de concorrer a um cargo eletivo e à reeleição, respectivamente.
Temporariamente
O governador Coronel Marcos Rocha (PSD) transferiu na tarde de ontem (13) o governo temporariamente para o presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), desembargador Alexandre Miguel. Rocha segue em viagem internacional para os EUA.
Defende
Leitores da coluna ligados a setores produtivos defendem, na sua grande maioria, a candidatura de deputado estadual do vice-governador Sérgio Gonçalves (União) por conta do trabalho realizado frente à pasta estadual voltada para o desenvolvimento industrial e comercial de Rondônia.
Observação
O leitor fez uma pergunta importante em relação ao conteúdo da coluna de ontem (13): a candidata ao Senado, Silvia Cristina (PP), vai jogar com os pré-candidatos a governadores Hildon Chaves (União) e Adailton Fúria (PSD) para se eleger senadora?
Ganhar
AS ÚLTIMAS OPINIÕES
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A pré-candidata ao Senado Silvia Cristina (PP) está no jogo para ganhar. Silvia joga eleitoralmente com postura pragmática, onde o objetivo final supera as considerações éticas dos métodos utilizados para conquistar sua vitória nas urnas. Ou seja, o fim justifica os meios.
Mobiliza
O ex-vereador de Rolim de Moura, Uender Nogueira, após persuadir pré-candidatos a deputados estaduais a se filiarem no partido Mobiliza, pulou fora da legenda e assinou ficha de filiação no Podemos, partido liderado pelo prefeito da capital Léo Moraes (Podemos).
Mobiliza I
A nominata de deputado estadual do Mobiliza consta os seguintes nomes conhecidos das urnas: Sargento Ramalho, CBM Geronildo, Vereador Lano Matias, ex-vereador Jorge Camelo, ex-prefeito Moises Cavalheiro, ex-prefeito Silas Borges, ex-deputado estadual Ribamar Araújo e o ex-deputado estadual Jhony Paixão,
Mobiliza II
A nominata do Mobiliza também conta com os seguintes nomes: André Coelho, Júnior da Versátil, ex-prefeito Moises Cavalheiro, Ezequiel da Paulista, Vereador Lano Matias, Dr. Farias, Luiz Almeida, Pastor Moura, Dr. Vicenso e Engenheiro Alex Sandro.
Mobiliza III
A nominata do Mobiliza se completa com as seguintes candidatas mulheres: Paulinha de São Miguel do Guaporé, Andressa e Roseli de Rolim de Moura, Eliane de Nova Brasilândia, Ilka de Cacoal, Amanda de Vilhena, Cecíliana e Tainara de Porto Velho. Nomes totalmente desconhecidos do meio político.
Nanico
O partido Mobiliza é uma legenda nanica e não tem representação no Congresso Nacional. Desse modo, o acesso é mínimo ao Fundo Partidário e ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), também não conta com tempo de rádio e televisão. Por fim, segue com suas contas reprovadas em Rondônia e não pode receber recursos.
Emenda
O deputado estadual Cássio Gois (PSD) destinou emenda parlamentar no valor de R$ 500 mil para o município de Presidente Médici. A emenda contempla a contratação de médicos especialistas em pediatria, neuropediatria e fonoaudiologia para atender a criançada daquele município.
Acidente
O deputado estadual Ismael Crispim (PP) sofreu um sério acidente na BR – 429, na altura do quilômetro 88, ocasionado por aquaplanagem. Apesar do susto, Ismael e sua assessoria não sofreram ferimentos graves e passam bem. A coluna deseja um pronto restabelecimento a todos e um breve retorno às atividades da rotina diária.
Emperrada
A grande maioria dos deputados estaduais, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e prestadores de serviços da SESAU reclama porque não está sendo atendidos pelo secretário estadual de Saúde, Edilton de Oliveira Santos. A pasta segue emperrada e a desculpa é que precisa fechar as contas.
Falta
Por ironia do destino, já tem deputado estadual dizendo que não sentiria a falta do Coronel PMRO Jefferson Rocha quando deixasse a pasta estadual de Saúde. Agora, não apenas sentem a falta como defendem a sua volta para ocupar a pasta novamente “porque o desmantelo é grande”, frisou um parlamentar.
Apurou
A coluna apurou que o secretário estadual de Saúde, Edilton de Oliveira Santos, não foi indicação do ex-prefeito de Cacoal e pré-candidato a governador, Adailton Fúria (PSD), mas de pessoas de Cacoal ligadas ao governador.
Trocou
O secretário-geral do Diretório Estadual do PSD em Rondônia, ex-senador Expedito Júnior, informou à coluna que o vereador Thiago Tezzari trocou o PSDB pelo PSD e figura na lista de pré-candidatos a deputado estadual da legenda kassabista.
Pré-candidato
O vereador Everaldo Fogaça (PSD) se coloca como pré-candidato a deputado estadual e destaca a experiência política de ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Rondônia (ALERO). Fogaça atua há 37 anos na comunicação, com forte presença em jornal eletrônico, rádio e televisão.
Diárias
A Câmara Municipal de Guajará-Mirim ultrapassou R$ 1,1 milhão em diárias ao longo de 2025, colocando a Casa de Leis sob recomendação do Ministério Público de Rondônia (MPRO), que determinou a redução das despesas e o reforço nos mecanismos de controle.
Sério
Falando sério, os dados levantados das pesquisas qualitativas para medir a rejeição de um candidato ajudam a analisar as possibilidades de reverter o problema. A partir dos dados levantados, pode-se trabalhar para mudar a imagem e lidar da melhor forma possível para uma reversão da rejeição de um candidato a cargo eletivo.

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