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INVESTIGAÇÃO
MPRO denuncia homem por latrocínio e tortura após morte de empresária em Espigão do Oeste

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Crime ocorreu na zona rural do município; vítima foi atraída por falsa negociação e teve bens avaliados em R$ 500 mil subtraídos

Por Yan Simon - quarta-feira, 15/04/2026 - 10h35

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Porto Velho, RO – A responsabilização criminal de um homem por latrocínio, sequestro, cárcere privado, tortura e fraude processual foi requerida pelo Ministério Público de Rondônia, por meio da Promotoria de Justiça de Espigão do Oeste, após a morte de uma empresária registrada na zona rural do município.

De acordo com a denúncia, o acusado, que está preso, teria subtraído joias, documentos e o celular da vítima após o crime. O valor dos objetos levados foi estimado em aproximadamente R$ 500 mil. Em seguida, o veículo da empresária foi incendiado, medida que, segundo o Ministério Público, visou eliminar vestígios e dificultar a atuação policial e pericial.

O caso foi registrado na manhã do dia 2 de abril de 2026, na Estrada do Calcário. Conforme apontado nas investigações, a vítima foi atraída até o local após ser convencida por uma falsa negociação. O suspeito teria feito contato dias antes, simulando interesse na compra de joias e de um imóvel, alegando ter recebido uma herança para justificar a transação.

No encontro, a mulher foi levada a um ponto isolado, onde teve a liberdade restringida e permaneceu sob vigilância, sem possibilidade de pedir ajuda. Segundo o MPRO, ela foi submetida a agressões e atingida por golpes com objeto cortante, que alcançaram órgãos vitais, como coração e pulmões.

A morte foi causada por choque decorrente de hemorragia após perfuração no coração, conforme laudo pericial que confirmou as lesões. O órgão ministerial também aponta que a vítima foi mantida vendada e submetida a sofrimento físico e mental antes de morrer.

Na ação, o Ministério Público requereu a condenação do acusado e o pagamento de reparação mínima de R$ 800 mil à família da vítima. Também foi solicitada a continuidade das investigações para identificar a possível participação de outras pessoas.

Com informações de: Ministério Público de Rondônia

AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO) – LinkedIn





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