Informa Rondônia
TORNOZELEIRA ELETRÔNICA

ALERJ aprova na CCJ projeto que cria tornozeleira eletrônica rosa para agressores de mulheres

ALERJ aprova na CCJ projeto que cria tornozeleira eletrônica rosa para agressores de mulheres
Pronto
0%Atalhos: Espaço (play/pausa), S (parar), ←/→ (volta/avança)
🛠️ Acessibilidade:

Proposta prevê identificação visual padronizada para facilitar o reconhecimento de monitorados por agentes de segurança e reforçar medidas de proteção às vítimas.

Por Yan Simon - quinta-feira, 09/07/2026 - 10h17

Informa Rondônia Compartilhe esta reportagem
0 ações
Link copiado.

Porto Velho, RO – Agressores de mulheres que estiverem submetidos a medidas protetivas de urgência ou cautelares poderão ser obrigados a utilizar tornozeleiras eletrônicas na cor rosa no estado do Rio de Janeiro. A proposta recebeu parecer favorável, por unanimidade, da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) nesta quarta-feira (8).

Após a aprovação na comissão, o Projeto de Lei 7.549/26 seguirá para análise no plenário da Casa, onde ainda poderá receber emendas apresentadas pelos parlamentares antes da votação definitiva.

O projeto estabelece que os dispositivos de monitoramento eletrônico destinados a agressores de mulheres tenham identificação visual padronizada na cor rosa. A medida será aplicada em casos de violência doméstica e familiar, violência vicária, violência de gênero praticada em relações afetivas, sociais ou institucionais, além de outras formas de violência sexual, assédio e perseguição.

Segundo o texto, a padronização busca facilitar o reconhecimento do monitorado por agentes de segurança pública durante ocorrências. A iniciativa também pretende reduzir a reincidência em crimes de violência contra a mulher, ampliar a proteção das vítimas e fortalecer a atuação das redes de apoio.

A proposta ainda estabelece regras para evitar o uso vexatório do equipamento. A divulgação da identidade do monitorado vinculada ao uso da tornozeleira em meios de comunicação ou redes sociais ficará proibida quando não houver finalidade legítima de segurança pública.

Além disso, o projeto determina que o agressor receba, por escrito, informações sobre seus direitos e os canais disponíveis para apresentação de reclamações relacionadas ao monitoramento eletrônico.

Com informações de: Agência Brasil

AUTOR: YAN SIMON (DRT 2240/RO) – LinkedIn





COMENTÁRIOS: